A parábola tripla de Lucas 15 (VIII)
O FILHO PRÓDIGOISRAEL, FILHO DE DEUS
Certamente ninguém duvidará que o pai nesta Terceira parábola representa Deus, mas quem são os filhos? Novamente eles representam dois tipos de pessoas em Israel: os que se consideram a si mesmos justos e aqueles que reconhecem a sua condição de perdidos.
Claro que nem os pecadores que se consideram justos, nem os pecadores pródigos são chamados filhos de Deus, mas é aqui que entra novamente a relação de concerto com Deus. Aquilo que um pai é para um filho, Deus era para a Israel por causa dos concertos que Ele tinha feito com eles. Com o assunto da salvação completamente à parte, as pessoas do povo de Israel eram os Seus filhos do concerto1 (Ver Mateus 15:26 e Actos 3:25). Assim, Moisés foi instruído para dizer a Faraó: “Assim diz o Senhor: ‘Israel é meu filho, meu primogénito’ “ (Êxodo 4:22).
Assim nesta parábola o simbolismo mostra-se superior ao da ovelha e da dracma. É mais do que compaixão por uma criatura perdida ou preocupação por causa do valor perdido que é contemplado
aqui. É a filiação de Israel que está em consideração, bem como toda a comunhão, privilégio e glória que acompanham essa posição.
O FILHO MAIS NOVO
Nesta parábola é o filho mais novo que é “perdido” e depois “achado”. É para ele que o banquete é feito, o banquete no qual o irmão mais velho recusa participar. E isto é importante. Foi
principalmente a geração mais nova que seguiu o nosso Senhor. Em geral, a geração mais velha não sentiu necessidade de arrependimento. Os fariseus e os saduceus, os escribas e os doutores da Lei, os principais dos sacerdotes e os principais do povo, todos eles se sentiam “suficientemente bons”. Numa ocasião eles exclamaram a alguns que ficaram impressionados com as palavras de Cristo: “Creu nEle porventura algum dos principais ou dos fariseus?” (João 7:48). E quando alguns dos líderes “cria” n'Ele, era apenas com o intelecto, e não com o coração, pelo que Jesus não confiava neles (João 2:23-3:3, 12:42-48).
CONTEXTO HISTÓRICO
É significativo que nesta última parte da parábola tripla não temos nada sobre procurar o perdido. Em vez disso temos o pai esperando em casa até que o filho errante tornar asi e voltar para casa. Assim, esta parábola olha para o futuro, quando Jeová dará as boas vindas a casa ao Seu filho Israel.
Claro que a presente dispensação da graça não é contemplada nesta parábola. Vemos o filho mais novo, quando torna asi, no mesmo ponto em que uma futura geração de Israel se encontrará nos últimos dias: numa “terra longínqua”, “padecendo necessidades” e chegando-se a “um dos cidadãos daquela terra”.
1 Embora houvesse o facto de que os crentes podem desfrutar desta relação.
Assim nesta parábola o simbolismo mostra-se superior ao da ovelha e da dracma. É mais do que compaixão por uma criatura perdida ou preocupação por causa do valor perdido que é contemplado
aqui. É a filiação de Israel que está em consideração, bem como toda a comunhão, privilégio e glória que acompanham essa posição.
O FILHO MAIS NOVO
Nesta parábola é o filho mais novo que é “perdido” e depois “achado”. É para ele que o banquete é feito, o banquete no qual o irmão mais velho recusa participar. E isto é importante. Foi
principalmente a geração mais nova que seguiu o nosso Senhor. Em geral, a geração mais velha não sentiu necessidade de arrependimento. Os fariseus e os saduceus, os escribas e os doutores da Lei, os principais dos sacerdotes e os principais do povo, todos eles se sentiam “suficientemente bons”. Numa ocasião eles exclamaram a alguns que ficaram impressionados com as palavras de Cristo: “Creu nEle porventura algum dos principais ou dos fariseus?” (João 7:48). E quando alguns dos líderes “cria” n'Ele, era apenas com o intelecto, e não com o coração, pelo que Jesus não confiava neles (João 2:23-3:3, 12:42-48).
CONTEXTO HISTÓRICO
É significativo que nesta última parte da parábola tripla não temos nada sobre procurar o perdido. Em vez disso temos o pai esperando em casa até que o filho errante tornar asi e voltar para casa. Assim, esta parábola olha para o futuro, quando Jeová dará as boas vindas a casa ao Seu filho Israel.
Claro que a presente dispensação da graça não é contemplada nesta parábola. Vemos o filho mais novo, quando torna asi, no mesmo ponto em que uma futura geração de Israel se encontrará nos últimos dias: numa “terra longínqua”, “padecendo necessidades” e chegando-se a “um dos cidadãos daquela terra”.
1 Embora houvesse o facto de que os crentes podem desfrutar desta relação.
- Cornelius R. Stam
(Continua)
(Continua)
A parábola tripla de Lucas 15 (I)
A parábola tripla de Lucas 15 (II)
A parábola tripla de Lucas 15 (III)
A parábola tripla de Lucas 15 (IV)
A parábola tripla de Lucas 15 (V)
A parábola tripla de Lucas 15 (VI)
A parábola tripla de Lucas 15 (VII)
A parábola tripla de Lucas 15 (VIII)
A parábola tripla de Lucas 15 (IX)
A parábola tripla de Lucas 15 (X)
A parábola tripla de Lucas 15 (XI)



