As ofertas sob a graça (III)
Qualquer crente, com mero conhecimento superficial da Palavra de Deus sabe que "não estamos debaixo da lei, mas debaixo da graça" (Romanos 6:14-15). Colossenses 2:14 assegura-nos que as ordenanças (cf. Malaquias 3:14) foram riscadas, cravadas na Sua cruz. Como é que isso afecta as nossas ofertas?Em primeiro lugar, a nossa motivação para dar é infinitamente maior. Em vez de levarmos um dízimo à casa do tesouro terrena, porque uma ordenança legal o exige, nós damos porque temos recebido o Dom Inefável de Deus (2 Coríntios 8:5), a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor "(Romanos 6: 23). Quem é que deve dar? Todo crente no Senhor Jesus Cristo tem o privilégio de dar (1 Coríntios 16:2, 2 Coríntios 9:7).
Quanto deve ser dado? É aqui que surge a confusão, quando a verdade que Deus deu a Israel debaixo da dispensação da lei é trazida e imposta aos membros do corpo de Cristo, que vivem debaixo da graça. Dois princípios são estabelecidas para orientar o membro do corpo de Cristo a respeito do quanto ele deve dar. Ele deve dar "conforme a sua prosperidade." (1 Coríntios 16:2). Isto sugere que devemos dar proporcionalmente aos nossos rendimentos, e de forma sistemática. À medida que o rendimento do crente consagrado aumenta, os dons do seu amor para apoiar o trabalho do Senhor aumentará. O segundo princípio a respeito da quantia que deve ser dada está estabelecido em 2 Coríntios 9:7. Aprendemos aqui que o crente deve dar "segundo propôs no seu coração." O crente rendido ora muito sobre as suas ofertas no que concerne à quantia, e à área da obra do Senhor, para o qual o presente irá, etc. A quantia que o crente sob a graça dá, então, baseia-se no valor dos seus rendimentos e no valor que ele propôs no seu coração dar. A questão do propor no coração conduz ao método da doação.
- R. B. Shiflet
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