A Salvação Pelo Sangue (V)
A BÍBLIA E O SANGUE À medida que analisamos as Escrituras também descobrimos que tudo isto é verdadeiro. Os filhos de Israel estavam proibidos de casar-se com aqueles de outras nações e de misturar o seu sangue com o de pagãos que adoravam ídolos. Os filhos de Abraão, Isaque e Israel eram muito orgulhosos da sua descendência. Ainda mais porque a linhagem sanguínea era particularmente importante nos tempos do Velho Testamento devido ao facto de que o Messias tinha que ser um descendente sanguíneo de David e de Abraão.
Mas a maior importância do sangue, nas Escrituras, reside numa verdade declarada em Levítico 17:11, em que Deus informou ao seu povo que "a alma da carne está no sangue". O derramamento de sangue por vingança ou por maldade ou ódio, portanto, sempre foi considerado um crime hediondo.
Mesmo à parte do crime, o derramamento de sangue é "repugnante às inteligências mais finas". Este escritor conheceu um talentoso cirurgião, que há alguns anos, se aposentou numa idade comparativamente jovem. A justificativa dele era: "Sou cirurgião há muitos anos, mas por alguma razão simplesmente não consigo acostumar-me àquela coisa vermelha". Do mesmo modo, Deus também enxerga o derramamento de sangue com aversão, e o derramamento de sangue num homicídio é declarado um crime capital.
Depois que Caim, o primeiro homicida, assassinou o seu irmão, Deus chamou-o para prestar contas e disse-lhe:
"Que fizeste? A voz do sangue do teu irmão clama a Mim desde a terra" (Gn.4:10).
O sangue de Abel clamava por vingança, por assim dizer, e por causa da sua impiedade Caim foi afastado da presença de Deus, um fugitivo e errante, lamentando: "É maior a minha maldade que a que possa ser perdoada" (Gn.4:13). Deste modo Deus realmente julgou o primeiro assassino da história.
Mas a maior importância do sangue, nas Escrituras, reside numa verdade declarada em Levítico 17:11, em que Deus informou ao seu povo que "a alma da carne está no sangue". O derramamento de sangue por vingança ou por maldade ou ódio, portanto, sempre foi considerado um crime hediondo.
Mesmo à parte do crime, o derramamento de sangue é "repugnante às inteligências mais finas". Este escritor conheceu um talentoso cirurgião, que há alguns anos, se aposentou numa idade comparativamente jovem. A justificativa dele era: "Sou cirurgião há muitos anos, mas por alguma razão simplesmente não consigo acostumar-me àquela coisa vermelha". Do mesmo modo, Deus também enxerga o derramamento de sangue com aversão, e o derramamento de sangue num homicídio é declarado um crime capital.
Depois que Caim, o primeiro homicida, assassinou o seu irmão, Deus chamou-o para prestar contas e disse-lhe:
"Que fizeste? A voz do sangue do teu irmão clama a Mim desde a terra" (Gn.4:10).
O sangue de Abel clamava por vingança, por assim dizer, e por causa da sua impiedade Caim foi afastado da presença de Deus, um fugitivo e errante, lamentando: "É maior a minha maldade que a que possa ser perdoada" (Gn.4:13). Deste modo Deus realmente julgou o primeiro assassino da história.
(Continua)
CORNELIUS R. STAM
CORNELIUS R. STAM



