A Salvação Pelo Sangue (II)
PAULO E O SANGUE DE CRISTO Poucas pessoas imaginam que o apóstolo Paulo tenha mais, muito mais, a dizer sobre o sangue, a morte e a cruz de Cristo do que qualquer outro escritor da Bíblia. Elas não se dão conta de que a sua "pregação da cruz" são as boas novas de Deus sobre o que realmente aconteceu no Calvário. Sim, o sangue derramado de Cristo é a base exclusiva para a grande mensagem da graça de Paulo, e antes de Paulo esta mensagem nunca foi proclamada.
Mas o nosso Senhor não disse aos seus discípulos pouco antes da cruz: "este é o Meu sangue... que é derramado por muitos, para remissão dos pecados"? Ah, sim, mas leia a passagem completa:
"Porque isto é o Meu sangue, o sangue do Novo Testamento, que é derramado por muitos, para remissão dos pecados" (Mt.26:28).
Falando como o Messias Hebraico aos Hebreus, Ele deixou claro que o derramamento do Seu sangue era relativo ao Novo Concerto, a ser feito "com a casa de Israel e com a casa de Judá" (Jr.31:31). Só mais tarde Deus levantou o Apóstolo Paulo para proclamar "a pregação da cruz", as boas novas de que Cristo morreu por todos (I Co.1:18-2). Só mais tarde Deus, através de Paulo, convidou-nos, a nós Gentios na carne, a tomar parte da "ceia do Senhor", em memória da Sua morte pelos nossos pecados.
Sim, o sangue, a morte e a cruz de Cristo são a única base para todo o grande "Evangelho da graça de Deus" de Paulo: a justificação pela graça, através da fé apenas, o nosso baptismo em Cristo e no Seu Corpo, a Igreja, a nossa posição em Cristo à destra de Deus e "todas as nossas bênçãos espirituais" lá. Tudo isto, e muito mais, baseia-se no sangue de Cristo, derramado por nós.
A morte de Cristo como Mediador do Novo Concerto não era um mistério. Os tipos prefiguraram-na, os profetas predisseram-na, e o próprio Senhor disse sempre aos Seus discípulos que Ele seria morto. Ah, mas a morte de Cristo como Paulo a proclamou era de facto um mistério a que nunca antes se fez referência. Era uma mensagem de graça, graça pura para todos, não baseada em qualquer concerto ou promessa.
Mas o nosso Senhor não disse aos seus discípulos pouco antes da cruz: "este é o Meu sangue... que é derramado por muitos, para remissão dos pecados"? Ah, sim, mas leia a passagem completa:
"Porque isto é o Meu sangue, o sangue do Novo Testamento, que é derramado por muitos, para remissão dos pecados" (Mt.26:28).
Falando como o Messias Hebraico aos Hebreus, Ele deixou claro que o derramamento do Seu sangue era relativo ao Novo Concerto, a ser feito "com a casa de Israel e com a casa de Judá" (Jr.31:31). Só mais tarde Deus levantou o Apóstolo Paulo para proclamar "a pregação da cruz", as boas novas de que Cristo morreu por todos (I Co.1:18-2). Só mais tarde Deus, através de Paulo, convidou-nos, a nós Gentios na carne, a tomar parte da "ceia do Senhor", em memória da Sua morte pelos nossos pecados.
Sim, o sangue, a morte e a cruz de Cristo são a única base para todo o grande "Evangelho da graça de Deus" de Paulo: a justificação pela graça, através da fé apenas, o nosso baptismo em Cristo e no Seu Corpo, a Igreja, a nossa posição em Cristo à destra de Deus e "todas as nossas bênçãos espirituais" lá. Tudo isto, e muito mais, baseia-se no sangue de Cristo, derramado por nós.
A morte de Cristo como Mediador do Novo Concerto não era um mistério. Os tipos prefiguraram-na, os profetas predisseram-na, e o próprio Senhor disse sempre aos Seus discípulos que Ele seria morto. Ah, mas a morte de Cristo como Paulo a proclamou era de facto um mistério a que nunca antes se fez referência. Era uma mensagem de graça, graça pura para todos, não baseada em qualquer concerto ou promessa.



