Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (CIII)
A ESPERANÇA DE ISRAEL
“...PELA ESPERANÇA DE ISRAEL ESTOU COM ESTA CADEIA” (Actos 28:20).
A passagem acima é uma outra que os ultra-dispensacionalistas usam frequentemente para provar que o ministério de Paulo nos Actos era primariamente para os Judeus e que “até ao fim dos Actos ele trata com o Evangelho do reino”.
Mas o que é que o apóstolo quer dizer com “a esperança de Israel”? Quereria referir-se ao que Israel esperava (i.e., o reino), ou àquilo que lhe dava a razão da esperança (i.e., a ressurreição)? Referir-se-á ao objecto da sua expectação ou à sua base para ela? Os que ensinam a teoria dos “dois corpos” têm concluído a favor do primeiro. Têm a certeza de que Paulo queria referir-se à promessa do reino quando falava da esperança de Israel.
Mas estão errados. Paulo não tinha sido preso por proclamar as promessas do reino de Israel. Os Judeus tinham-se oposto a ele tão amargamente devido a ele pregar aos Gentios um Cristo ressuscitado que eles rejeitavam, enquanto que Pedro, que representava as promessas do reino, e ainda procurava levar Israel aos pés do Messias, continuava livre em Jerusalém.
O cerne da declaração de Paulo aqui é que a verdade da ressurreição de Cristo, que os Judeus tanto temiam e odiavam, e que estava agora a firmar-se entre os Gentios, era de facto “a esperança de Israel”.
A esperança de Israel é a ressurreição de Cristo. Graças a Deus, por amor de Israel, que os Saduceus provaram estar completamente errados quando se procuravam convencer a si e aos outros que a ressurreição de Cristo era uma impossibilidade e uma ilusão; que Cristo estava morto.
Tivesse isso sido verdade, Israel teria ficado para sempre sem esperança. Com o Único que podia ser o seu Messias morto num sepulcro, como é que eles teriam sido melhores que os seguidores de Buda ou Maomé?
Que outra esperança haverá para Israel? Poderia agora um outro filho de David levantar-se e ser identificado? Poderia levantar-se a tempo de cumprir as profecias temporais do Velho Testamento? E se pudesse, isso significaria que ele teria ainda de ser “cortado” como Daniel predisse (Dan.9:26), antes de libertar o seu povo dos seus inimigos?
Para se ajustar às escrituras Hebraicas que se referem ao Messias, o tal teria que sofrer, morrer, ressuscitar e ascender ao céu antes de vir em poder e glória para reinar. Mas é demasiado tarde para falar acerca disso agora, pois nenhum messias poderia surgir no tempo predito, ou mesmo ser identificado como filho de David. Não, se o Cristo a Quem Israel crucificou há dezanove séculos não ressuscitou e não está hoje vivo, então Israel está completa e eternamente sem esperança.
Que era isso que Paulo tinha em mente quando ele disse que estava ligado com uma cadeia pela esperança de Israel é claro noutras passagens sobre o assunto nos Actos.
Em Actos 5:31, por exemplo, encontramos Pedro a apontar para a ressurreição de Cristo como a esperança de Israel:
“Deus com a sua destra O elevou a Príncipe e Salvador, para dar a Israel o arrependimento e a remissão dos pecados”.
É claro que Paulo teve uma revelação adicional acerca do Cristo ressuscitado, e proclamou-O como Salvador tanto dos Judeus como dos Gentios – como a esperança da humanidade decaída. É isto que fere os Judeus ciumentos. Todavia Paulo insistiu que o Cristo ressuscitado também era a esperança desta nação.
Em Actos 23:6 encontramos Paulo diante do concílio Hebraico:
“E Paulo, sabendo que uma parte era de Saduceus e outra de fariseus, clamou no conselho: Homens irmãos, eu sou fariseu, filho de fariseu; NO TOCANTE À ESPERANÇA E RESSURREIÇÃO DOS MORTOS SOU JULGADO.”
Notemos claramente que foi por causa da “esperança e ressurreição dos mortos” que ele foi “julgado”, e notemos a relação com a frase: “pela esperança de Israel estou com esta cadeia”.
Em Actos 24:14,15, a ressurreição é uma vez mais o cerne da questão:
“Mas confesso-te isto que, conforme aquele caminho que chamam seita, assim sirvo ao Deus de nossos pais, crendo tudo quanto está escrito na lei e nos profetas. TENDO ESPERANÇA EM DEUS, COMO ESTES MESMOS TAMBÉM ESPERAM, DE QUE HÁ DE HAVER RESSURREIÇÃO DE MORTOS, ASSIM DOS JUSTOS COMO DOS INJUSTOS”.
Em Actos 26:6-8 o argumento dele é de novo o mesmo. Ele surge ali diante de Agripa e cuidadosamente salienta a razão de estar a ser julgado:
“E agora PELA ESPERANÇA DA PROMESSA QUE POR DEUS FOI FEITA A NOSSOS PAIS ESTOU AQUI E SOU JULGADO. À qual as nossas doze tribos esperam chegar, servindo a Deus continuamente, noite e dia. POR ESTA ESPERANÇA, Ó REI AGRIPA, EU SOU ACUSADO PELOS JUDEUS. POIS QUÊ? JULGA-SE COISA INCRÍVEL ENTRE VÓS QUE DEUS RESSUSCITE OS MORTOS?”
Notemos cuidadosamente aqui que a promessa referida era a da bênção do reino, enquanto que “a esperança da promessa” era a ressurreição de Cristo, que era o próprio fundamento da mensagem de Paulo. Por amor desta esperança Paulo era “acusado pelos Judeus”. Foi assim que o apóstolo pôde dizer aos líderes Judaicos em Roma: “pela esperança de Israel estou com esta cadeia”.
Que foi de facto por causa disto que Paulo foi “acusado” e “julgado” e preso, é confirmado até por Festo que informou Agripa que quando Paulo foi trazido perante ele os Judeus “nenhuma coisa apontaram daquelas que eu suspeitava":
“Tinham, porém, contra ele algumas questões acerca da sua superstição, e de um tal JESUS, MORTO, QUE PAULO AFIRMAVA VIVER” (Actos 25.18,19).
Assim, só no livro dos Actos temos provas esmagadoras da questão particular em causa entre Paulo e os que o prenderam. E a questão não era a sua proclamação das promessas do reino, mas a sua poderosa e distinta proclamação da ressurreição de Cristo, que, insistia ele, era a esperança de Israel. Se estes factos tivessem sido notados a tempo na redescoberta da mensagem Paulina muita da confusão de extremismo teria sido evitada.
A passagem acima é uma outra que os ultra-dispensacionalistas usam frequentemente para provar que o ministério de Paulo nos Actos era primariamente para os Judeus e que “até ao fim dos Actos ele trata com o Evangelho do reino”.
Mas o que é que o apóstolo quer dizer com “a esperança de Israel”? Quereria referir-se ao que Israel esperava (i.e., o reino), ou àquilo que lhe dava a razão da esperança (i.e., a ressurreição)? Referir-se-á ao objecto da sua expectação ou à sua base para ela? Os que ensinam a teoria dos “dois corpos” têm concluído a favor do primeiro. Têm a certeza de que Paulo queria referir-se à promessa do reino quando falava da esperança de Israel.
Mas estão errados. Paulo não tinha sido preso por proclamar as promessas do reino de Israel. Os Judeus tinham-se oposto a ele tão amargamente devido a ele pregar aos Gentios um Cristo ressuscitado que eles rejeitavam, enquanto que Pedro, que representava as promessas do reino, e ainda procurava levar Israel aos pés do Messias, continuava livre em Jerusalém.
O cerne da declaração de Paulo aqui é que a verdade da ressurreição de Cristo, que os Judeus tanto temiam e odiavam, e que estava agora a firmar-se entre os Gentios, era de facto “a esperança de Israel”.
A esperança de Israel é a ressurreição de Cristo. Graças a Deus, por amor de Israel, que os Saduceus provaram estar completamente errados quando se procuravam convencer a si e aos outros que a ressurreição de Cristo era uma impossibilidade e uma ilusão; que Cristo estava morto.
Tivesse isso sido verdade, Israel teria ficado para sempre sem esperança. Com o Único que podia ser o seu Messias morto num sepulcro, como é que eles teriam sido melhores que os seguidores de Buda ou Maomé?
Que outra esperança haverá para Israel? Poderia agora um outro filho de David levantar-se e ser identificado? Poderia levantar-se a tempo de cumprir as profecias temporais do Velho Testamento? E se pudesse, isso significaria que ele teria ainda de ser “cortado” como Daniel predisse (Dan.9:26), antes de libertar o seu povo dos seus inimigos?
Para se ajustar às escrituras Hebraicas que se referem ao Messias, o tal teria que sofrer, morrer, ressuscitar e ascender ao céu antes de vir em poder e glória para reinar. Mas é demasiado tarde para falar acerca disso agora, pois nenhum messias poderia surgir no tempo predito, ou mesmo ser identificado como filho de David. Não, se o Cristo a Quem Israel crucificou há dezanove séculos não ressuscitou e não está hoje vivo, então Israel está completa e eternamente sem esperança.
Que era isso que Paulo tinha em mente quando ele disse que estava ligado com uma cadeia pela esperança de Israel é claro noutras passagens sobre o assunto nos Actos.
Em Actos 5:31, por exemplo, encontramos Pedro a apontar para a ressurreição de Cristo como a esperança de Israel:
“Deus com a sua destra O elevou a Príncipe e Salvador, para dar a Israel o arrependimento e a remissão dos pecados”.
É claro que Paulo teve uma revelação adicional acerca do Cristo ressuscitado, e proclamou-O como Salvador tanto dos Judeus como dos Gentios – como a esperança da humanidade decaída. É isto que fere os Judeus ciumentos. Todavia Paulo insistiu que o Cristo ressuscitado também era a esperança desta nação.
Em Actos 23:6 encontramos Paulo diante do concílio Hebraico:
“E Paulo, sabendo que uma parte era de Saduceus e outra de fariseus, clamou no conselho: Homens irmãos, eu sou fariseu, filho de fariseu; NO TOCANTE À ESPERANÇA E RESSURREIÇÃO DOS MORTOS SOU JULGADO.”
Notemos claramente que foi por causa da “esperança e ressurreição dos mortos” que ele foi “julgado”, e notemos a relação com a frase: “pela esperança de Israel estou com esta cadeia”.
Em Actos 24:14,15, a ressurreição é uma vez mais o cerne da questão:
“Mas confesso-te isto que, conforme aquele caminho que chamam seita, assim sirvo ao Deus de nossos pais, crendo tudo quanto está escrito na lei e nos profetas. TENDO ESPERANÇA EM DEUS, COMO ESTES MESMOS TAMBÉM ESPERAM, DE QUE HÁ DE HAVER RESSURREIÇÃO DE MORTOS, ASSIM DOS JUSTOS COMO DOS INJUSTOS”.
Em Actos 26:6-8 o argumento dele é de novo o mesmo. Ele surge ali diante de Agripa e cuidadosamente salienta a razão de estar a ser julgado:
“E agora PELA ESPERANÇA DA PROMESSA QUE POR DEUS FOI FEITA A NOSSOS PAIS ESTOU AQUI E SOU JULGADO. À qual as nossas doze tribos esperam chegar, servindo a Deus continuamente, noite e dia. POR ESTA ESPERANÇA, Ó REI AGRIPA, EU SOU ACUSADO PELOS JUDEUS. POIS QUÊ? JULGA-SE COISA INCRÍVEL ENTRE VÓS QUE DEUS RESSUSCITE OS MORTOS?”
Notemos cuidadosamente aqui que a promessa referida era a da bênção do reino, enquanto que “a esperança da promessa” era a ressurreição de Cristo, que era o próprio fundamento da mensagem de Paulo. Por amor desta esperança Paulo era “acusado pelos Judeus”. Foi assim que o apóstolo pôde dizer aos líderes Judaicos em Roma: “pela esperança de Israel estou com esta cadeia”.
Que foi de facto por causa disto que Paulo foi “acusado” e “julgado” e preso, é confirmado até por Festo que informou Agripa que quando Paulo foi trazido perante ele os Judeus “nenhuma coisa apontaram daquelas que eu suspeitava":
“Tinham, porém, contra ele algumas questões acerca da sua superstição, e de um tal JESUS, MORTO, QUE PAULO AFIRMAVA VIVER” (Actos 25.18,19).
Assim, só no livro dos Actos temos provas esmagadoras da questão particular em causa entre Paulo e os que o prenderam. E a questão não era a sua proclamação das promessas do reino, mas a sua poderosa e distinta proclamação da ressurreição de Cristo, que, insistia ele, era a esperança de Israel. Se estes factos tivessem sido notados a tempo na redescoberta da mensagem Paulina muita da confusão de extremismo teria sido evitada.
CORNELIUS R. STAM
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