Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XCVIII)
A REVELAÇÃO GRADUAL DO MISTÉRIO
A questão do princípio do ministério de Paulo é importante para a compreensão do mistério. Há alguns que vêem distinções por toda a parte, mas falham ao não verem o alcance, o progresso, o desenvolvimento da revelação do maravilhoso plano de Deus. Eles não vêem, quando parecia que o propósito profético tinha fracassado e os Gentios seriam privados da bênção devido à incredulidade de Israel, como é que Deus regeu a situação e revelou o Seu secreto propósito eterno de graça que ao mesmo tempo explicava como, e apenas como, o propósito profético podia ser e afinal seria realizado; de facto, apenas como é que qualquer pecador seria, ou poderia ser, salvo. É esta a diferença entre “o Evangelho” e “o mistério [ou segredo] do Evangelho”. Quando vemos isto, exclamamos como o Salmista, “Certamente a cólera do homem redundará em Teu louvor; o restante da cólera Tu o restringirás!”
O mistério foi comunicado a Paulo numa única revelação ou numa série de revelações sucessivas? Vejamos o que as Escrituras têm a dizer quanto a isto:
Actos 26:16: “Mas levanta-te e põe-te sobre teus pés, porque te apareci por isto, para te pôr por ministro e testemunha TANTO DAS COISAS QUE TENS VISTO COMO DAQUELAS PELAS QUAIS TE APARECEREI AINDA”.
Actos 22:17,18: “E aconteceu que, tornando eu para Jerusalém, quando orava no templo, fui arrebatado para fora de mim. E VI AQUELE QUE ME DIZIA ...”
II Cor. 12:1: “... PASSAREI ÀS VISÕES E REVELAÇÕES DO SENHOR”.
II Cor. 12.7: “E, para que não me exaltasse pela excelência das REVELAÇÕES, foi-me dado um espinho na carne ...”
Não há dúvida de que Paulo recebeu e comunicou um grande corpo de verdade gradualmente, caso contrário a sua expressão, “o meu Evangelho” 2 e a nossa expressão, “o ministério distinto de Paulo” seriam completamente enganadoras, no entanto foi tudo tornado conhecido pela “revelação de Jesus Cristo” a Paulo. Paulo viu o Senhor em cada caso.
Assim, o velho programa desapareceu gradualmente à medida que o novo tomava o seu lugar. Tanto na revelação dada a Paulo como na revelação histórica do propósito secreto de Deus, houve desenvolvimento. Deus levantou Paulo para UM grande propósito, para declarar progressivamente UMA grande mensagem nova, embora a sua mensagem confirmasse e de forma alguma contradissesse a mensagem de Pedro e dos onze a respeito de Cristo.
Houve tempo quando o autor via o mistério como um ponto de vista particular na pregação de Paulo, mas agora, graças a Deus, vê-a como uma grande e imensa mensagem, a compreensão da qual é inefavelmente preciosa.
Pedimos aos nossos irmãos “dois corpos” para que considerem a seguinte proposição:
Concordamos que Deus tinha um propósito revelado, profetizado. Concordamos que Ele tinha também um propósito secreto, eterno, que era a chave para a realização do propósito profetizado. Ele ainda tinha um outro propósito – uma espécie de amortecedor entre os dois? Ou tinha ele vários propósitos sem relação entre si? Qual era a mensagem de Paulo durante o início do seu ministério? Era o Evangelho do reino? Com toda a certeza que não. Era o Evangelho da circuncisão? Isso contradiria Gál. 2.7. Qual era então? Era “o Evangelho da Incircuncisão”, “o Evangelho da graça de Deus”, e estas não podem ser desligadas do mistério.
Ef. 3:1-3, “Por esta causa eu, Paulo, sou o prisioneiro de Jesus Cristo por vós, os gentios; SE É QUE TENDES OUVIDO A DISPENSAÇÃO DA GRAÇA DE DEUS, QUE PARA CONVOSCO ME FOI DADA; COMO ME FOI ESTE MISTÉRIO MANIFESTADO PELA REVELAÇÃO ...”
É claro que seria inteiramente gratuito supor que durante o período dos Actos Paulo teve “um ministério temporário especial”, pois é durante o período dos Actos que ele expressa o desejo
“CONTANTO QUE CUMPRA COM ALEGRIA A MINHA CARREIRA [Aqui ele olha para o fim do seu ministério], E O MINISTÉRIO QUE RECEBI DO SENHOR JESUS [Aqui ele olha para o princípio], PARA DAR TESTEMUNHO DO EVANGELHO DA GRAÇA DE DEUS” (Actos 20:24).
O que temos que reconhecer simplesmente é que Paulo foi salvo sob a velha economia da qual ele emergiu gradualmente. Por isso, para ele, era correcto e consistente fazer certas coisas antes de Actos 28, que teriam sido contrárias à vontade de Deus depois de Actos 28.
Mas mais que gratuito – é uma positiva contradição das Escrituras – ensinar que Paulo recebeu a revelação do mistério na prisão em Roma e que esta suposta revelação invalidou as suas outras revelações e assinalou o começo histórico do corpo de Cristo do qual nós somos membros. Os factos que já considerámos, a saber, que tanto “o mistério” como “o corpo de Cristo” são referidos e tratados em extensão nas primeiras epístolas de Paulo, cunha este ensino como completamente anti-bíblico, como também o faz, o facto do apóstolo declarar enfaticamente nas suas epístolas posteriores, que está na prisão POR CAUSA do mistério (Efé. 6:20, Col. 4:3).
Um ultra-dispensacionalista observou que em Actos 21 há dois grupos distintos – “os Judeus que crêem” e “os Gentios que crêem”, enquanto que no corpo de Cristo esta distinção desaparece.
Trata-se duma boa questão, pois revela que Deus ainda não tinha concluído os Seus tratos com Israel. No entanto deve ser notado que mesmo apesar de Deus permitir esta distinção exteriormente, Ele já estava a dizer, por meio de Paulo, que EM CRISTO não há Judeu nem Gentio (Ver I Cor. 12:13 e Gál. 3:27,28).
Alguns têm suposto que em Gál. 3:27,28 Paulo significava que no corpo de Cristo não havia nem Judeu nem Grego e que isto não se aplicava aos Judeus sob Pedro e os doze. Certamente que isso violenta os termos da passagem que afirma claramente que foi em Cristo que as distinções desapareceram. Os crentes Judeus em Jerusalém estavam decerto em Cristo. Alguns tinham mesmo estado “em Cristo” antes de Paulo (Rom. 16.7). Mas agora todos em Cristo tinham-se tornado membros de um só corpo. Que Gál. 3:27,28 incluía os crentes Judeus em Jerusalém da mesma forma que os que tinham sido salvos pelo ministério de Paulo é confirmado por II Cor. 5.16,17: “Assim que DAQUI POR DIANTE a NINGUÉM conhecemos segundo a carne,... Assim que, se ALGUÉM está em Cristo, nova criatura é” . Até Pedro sabia isso e foi repreendido quando mais tarde regrediu relativamente à luz que tinha recebido (Actos 15:9; cf. Gál. 2:11,12).
O mistério foi comunicado a Paulo numa única revelação ou numa série de revelações sucessivas? Vejamos o que as Escrituras têm a dizer quanto a isto:
Actos 26:16: “Mas levanta-te e põe-te sobre teus pés, porque te apareci por isto, para te pôr por ministro e testemunha TANTO DAS COISAS QUE TENS VISTO COMO DAQUELAS PELAS QUAIS TE APARECEREI AINDA”.
Actos 22:17,18: “E aconteceu que, tornando eu para Jerusalém, quando orava no templo, fui arrebatado para fora de mim. E VI AQUELE QUE ME DIZIA ...”
II Cor. 12:1: “... PASSAREI ÀS VISÕES E REVELAÇÕES DO SENHOR”.
II Cor. 12.7: “E, para que não me exaltasse pela excelência das REVELAÇÕES, foi-me dado um espinho na carne ...”
Não há dúvida de que Paulo recebeu e comunicou um grande corpo de verdade gradualmente, caso contrário a sua expressão, “o meu Evangelho” 2 e a nossa expressão, “o ministério distinto de Paulo” seriam completamente enganadoras, no entanto foi tudo tornado conhecido pela “revelação de Jesus Cristo” a Paulo. Paulo viu o Senhor em cada caso.
Assim, o velho programa desapareceu gradualmente à medida que o novo tomava o seu lugar. Tanto na revelação dada a Paulo como na revelação histórica do propósito secreto de Deus, houve desenvolvimento. Deus levantou Paulo para UM grande propósito, para declarar progressivamente UMA grande mensagem nova, embora a sua mensagem confirmasse e de forma alguma contradissesse a mensagem de Pedro e dos onze a respeito de Cristo.
Houve tempo quando o autor via o mistério como um ponto de vista particular na pregação de Paulo, mas agora, graças a Deus, vê-a como uma grande e imensa mensagem, a compreensão da qual é inefavelmente preciosa.
Pedimos aos nossos irmãos “dois corpos” para que considerem a seguinte proposição:
Concordamos que Deus tinha um propósito revelado, profetizado. Concordamos que Ele tinha também um propósito secreto, eterno, que era a chave para a realização do propósito profetizado. Ele ainda tinha um outro propósito – uma espécie de amortecedor entre os dois? Ou tinha ele vários propósitos sem relação entre si? Qual era a mensagem de Paulo durante o início do seu ministério? Era o Evangelho do reino? Com toda a certeza que não. Era o Evangelho da circuncisão? Isso contradiria Gál. 2.7. Qual era então? Era “o Evangelho da Incircuncisão”, “o Evangelho da graça de Deus”, e estas não podem ser desligadas do mistério.
Ef. 3:1-3, “Por esta causa eu, Paulo, sou o prisioneiro de Jesus Cristo por vós, os gentios; SE É QUE TENDES OUVIDO A DISPENSAÇÃO DA GRAÇA DE DEUS, QUE PARA CONVOSCO ME FOI DADA; COMO ME FOI ESTE MISTÉRIO MANIFESTADO PELA REVELAÇÃO ...”
É claro que seria inteiramente gratuito supor que durante o período dos Actos Paulo teve “um ministério temporário especial”, pois é durante o período dos Actos que ele expressa o desejo
“CONTANTO QUE CUMPRA COM ALEGRIA A MINHA CARREIRA [Aqui ele olha para o fim do seu ministério], E O MINISTÉRIO QUE RECEBI DO SENHOR JESUS [Aqui ele olha para o princípio], PARA DAR TESTEMUNHO DO EVANGELHO DA GRAÇA DE DEUS” (Actos 20:24).
O que temos que reconhecer simplesmente é que Paulo foi salvo sob a velha economia da qual ele emergiu gradualmente. Por isso, para ele, era correcto e consistente fazer certas coisas antes de Actos 28, que teriam sido contrárias à vontade de Deus depois de Actos 28.
Mas mais que gratuito – é uma positiva contradição das Escrituras – ensinar que Paulo recebeu a revelação do mistério na prisão em Roma e que esta suposta revelação invalidou as suas outras revelações e assinalou o começo histórico do corpo de Cristo do qual nós somos membros. Os factos que já considerámos, a saber, que tanto “o mistério” como “o corpo de Cristo” são referidos e tratados em extensão nas primeiras epístolas de Paulo, cunha este ensino como completamente anti-bíblico, como também o faz, o facto do apóstolo declarar enfaticamente nas suas epístolas posteriores, que está na prisão POR CAUSA do mistério (Efé. 6:20, Col. 4:3).
Um ultra-dispensacionalista observou que em Actos 21 há dois grupos distintos – “os Judeus que crêem” e “os Gentios que crêem”, enquanto que no corpo de Cristo esta distinção desaparece.
Trata-se duma boa questão, pois revela que Deus ainda não tinha concluído os Seus tratos com Israel. No entanto deve ser notado que mesmo apesar de Deus permitir esta distinção exteriormente, Ele já estava a dizer, por meio de Paulo, que EM CRISTO não há Judeu nem Gentio (Ver I Cor. 12:13 e Gál. 3:27,28).
Alguns têm suposto que em Gál. 3:27,28 Paulo significava que no corpo de Cristo não havia nem Judeu nem Grego e que isto não se aplicava aos Judeus sob Pedro e os doze. Certamente que isso violenta os termos da passagem que afirma claramente que foi em Cristo que as distinções desapareceram. Os crentes Judeus em Jerusalém estavam decerto em Cristo. Alguns tinham mesmo estado “em Cristo” antes de Paulo (Rom. 16.7). Mas agora todos em Cristo tinham-se tornado membros de um só corpo. Que Gál. 3:27,28 incluía os crentes Judeus em Jerusalém da mesma forma que os que tinham sido salvos pelo ministério de Paulo é confirmado por II Cor. 5.16,17: “Assim que DAQUI POR DIANTE a NINGUÉM conhecemos segundo a carne,... Assim que, se ALGUÉM está em Cristo, nova criatura é” . Até Pedro sabia isso e foi repreendido quando mais tarde regrediu relativamente à luz que tinha recebido (Actos 15:9; cf. Gál. 2:11,12).
2 Esta expressão indica a relação vital entre o Evangelho da incircuncisão, a mensagem da reconciliação, etc. Provavelmente a expressão mais compreensiva para as boas novas que Paulo proclamava é a encontrada em Actos 20:24: “o Evangelho da graça de Deus”.
CORNELIUS R. STAM
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