Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XC)
O BAPTISMO NA ÁGUA E O REINO MESSIÁNICO
Já vimos que a mensagem de abertura das Escrituras Neo-testamentárias é, “Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus” (Mat. 3:2). Esta mensagem foi primeiramente proclamada a Israel por João Baptista e foi mais tarde continuada pelo Senhor (Mat.4:17) e pelos seus doze apóstolos (Mat. 10:5-7). A proclamação desta mensagem e os seus resultados é o que os “Quatro Evangelhos” registam.
O facto deste reino ter sido então proclamado como tendo “chegado” indica que tinha sido predito e esperado, como na realidade foi.
Sob o Velho Concerto Deus tinha prometido:
“Agora pois, se diligentemente ouvirdes a Minha voz, e guardares o Meu Concerto, então sereis a Minha propriedade peculiar dentro todos os povos: porque toda a terra é Minha.
"E vós Me sereis UM REINO SACERDOTAL ( DE SACERDOTES), e O POVO SANTO (UMA NAÇÃO SANTA). Estas são as palavras que falarás aos filhos de Israel” (Êxo. 19:5-6).
Até que na verdade eles obedecessem à voz de Deus, só certas pessoas em Israel seriam colocadas à parte como sacerdotes, porém em relação com a vinda do Messias e com a conversão de todo o Israel, Deus prometeu que, na realidade, eles se tornariam, mais tarde, numa nação de sacerdotes, por meio de quem os gentios se aproximariam de Deus:
“MAS VÓS SEREIS CHAMADOS SACERDOTES DO SENHOR, E VOS CHAMARÃO MINISTROS DO NOSSO DEUS ...” (Is.61:6).
O primeiro rito a ser realizado na indução dum sacerdote ao seu ministério era a sua lavagem com água (Êxo. 29:4). Isto falava da sua necessidade de purificação antes de se aproximar da presença de Deus. Assim, quando João proclamou o reino como tendo chegado - no qual todo o Israel deveria comparecer diante de Deus como sacerdotes - ele exigiu arrependimento e baptismo na água para a remissão dos pecados (Mar. 1:4). 2
Que o baptismo de João estava relacionado com a manifestação de Cristo a Israel, não pode ser negado, pois o próprio João disse:
“E EU NÃO O CONHECIA; MAS, PARA QUE ELE FOSSE MANIFESTADO A ISRAEL, VIM EU, POR ISSO, BAPTIZANDO COM ÁGUA” (João 1:31).
Notemos bem que João baptizava as pessoas “para a remissão dos pecados”; e que depois da ressurreição de Cristo isto não foi alterado, pois em Pentecostes Pedro ofereceu o retorno de Cristo e os tempos do refrigério para Israel ao novamente chamá-los a “arrependerem-se e a serem baptizados ... para a remissão dos pecados” (Actos 2:38) 3. Isto aconteceu em obediência estrita à comissão que o Senhor lhe deu, depois de ter ressuscitado e na qual era expressamente declarado que “quem cresse e fosse baptizado, seria salvo” (Mar. 16:16). 4
Como aconteceu com os sinais miraculosos, a suspensão deste programa veio com a rejeição a que Israel votou o seu Messias ressuscitado e com o levantamento de Paulo para a proclamação do Evangelho da graça de Deus. E, como aconteceu com os sinais miraculosos, esta parte do programa não foi suspensa repentina e imediatamente. Mesmo depois do levantamento de Paulo Deus ainda continuou por algum tempo a estender as Suas mãos a um povo rebelde e contradizente (Rom. 1021). Contudo, a suspensão não principiou antes da conversão de Saulo. Foi depois da conversão de Saulo que Pedro foi enviado à primeira família Gentílica. O seu sermão foi interrompido, perante o espanto dos seus companheiros, ao verem que estes Gentios eram salvos e recebiam o Espírito Santo, sem serem baptizados com água (Actos10:44-46). É verdade que Pedro depois baptizou-os (Actos 10:47), para, por assim dizer, ter a escrita em dia e em ordem, contudo o desvio do programa da “grande comissão” é claro. Depois disso, a prática do baptismo na água continuou durante algum tempo enquanto Cristo continuou ainda a ser manifesto a Israel.
O facto deste reino ter sido então proclamado como tendo “chegado” indica que tinha sido predito e esperado, como na realidade foi.
Sob o Velho Concerto Deus tinha prometido:
“Agora pois, se diligentemente ouvirdes a Minha voz, e guardares o Meu Concerto, então sereis a Minha propriedade peculiar dentro todos os povos: porque toda a terra é Minha.
"E vós Me sereis UM REINO SACERDOTAL ( DE SACERDOTES), e O POVO SANTO (UMA NAÇÃO SANTA). Estas são as palavras que falarás aos filhos de Israel” (Êxo. 19:5-6).
Até que na verdade eles obedecessem à voz de Deus, só certas pessoas em Israel seriam colocadas à parte como sacerdotes, porém em relação com a vinda do Messias e com a conversão de todo o Israel, Deus prometeu que, na realidade, eles se tornariam, mais tarde, numa nação de sacerdotes, por meio de quem os gentios se aproximariam de Deus:
“MAS VÓS SEREIS CHAMADOS SACERDOTES DO SENHOR, E VOS CHAMARÃO MINISTROS DO NOSSO DEUS ...” (Is.61:6).
O primeiro rito a ser realizado na indução dum sacerdote ao seu ministério era a sua lavagem com água (Êxo. 29:4). Isto falava da sua necessidade de purificação antes de se aproximar da presença de Deus. Assim, quando João proclamou o reino como tendo chegado - no qual todo o Israel deveria comparecer diante de Deus como sacerdotes - ele exigiu arrependimento e baptismo na água para a remissão dos pecados (Mar. 1:4). 2
Que o baptismo de João estava relacionado com a manifestação de Cristo a Israel, não pode ser negado, pois o próprio João disse:
“E EU NÃO O CONHECIA; MAS, PARA QUE ELE FOSSE MANIFESTADO A ISRAEL, VIM EU, POR ISSO, BAPTIZANDO COM ÁGUA” (João 1:31).
Notemos bem que João baptizava as pessoas “para a remissão dos pecados”; e que depois da ressurreição de Cristo isto não foi alterado, pois em Pentecostes Pedro ofereceu o retorno de Cristo e os tempos do refrigério para Israel ao novamente chamá-los a “arrependerem-se e a serem baptizados ... para a remissão dos pecados” (Actos 2:38) 3. Isto aconteceu em obediência estrita à comissão que o Senhor lhe deu, depois de ter ressuscitado e na qual era expressamente declarado que “quem cresse e fosse baptizado, seria salvo” (Mar. 16:16). 4
Como aconteceu com os sinais miraculosos, a suspensão deste programa veio com a rejeição a que Israel votou o seu Messias ressuscitado e com o levantamento de Paulo para a proclamação do Evangelho da graça de Deus. E, como aconteceu com os sinais miraculosos, esta parte do programa não foi suspensa repentina e imediatamente. Mesmo depois do levantamento de Paulo Deus ainda continuou por algum tempo a estender as Suas mãos a um povo rebelde e contradizente (Rom. 1021). Contudo, a suspensão não principiou antes da conversão de Saulo. Foi depois da conversão de Saulo que Pedro foi enviado à primeira família Gentílica. O seu sermão foi interrompido, perante o espanto dos seus companheiros, ao verem que estes Gentios eram salvos e recebiam o Espírito Santo, sem serem baptizados com água (Actos10:44-46). É verdade que Pedro depois baptizou-os (Actos 10:47), para, por assim dizer, ter a escrita em dia e em ordem, contudo o desvio do programa da “grande comissão” é claro. Depois disso, a prática do baptismo na água continuou durante algum tempo enquanto Cristo continuou ainda a ser manifesto a Israel.
2 Sob a lei Mosaica os sacerdotes e os cerimonialmente “imundos” eram ambos lavados, ou baptizados. Assim, também, sob o programa do reino os Judeus e os “imundos” Gentios tinham igualmente de ser baptizados (Mat. 28:19).
3 Os que falam do baptismo Cristão” ter começado em Pentecostes sob a “grande comissão”, deveriam notar cuidadosamente este facto. Num debate público sobre este assunto apresentámos uma vez seis livros e opúsculos escritos por Fundamentalistas proeminentes, que sustentam as suas teorias acerca do baptismo, nos quais citam Actos 2:38, mas omitem as palavras “para a remissão dos pecados”.
4 Os Fundamentalistas que clamam estar a levar a cabo a “grande comissão” interpretam geralmente isto como significando: “Quem crer e for salvo deve ser baptizado”. Nesta relação só se pode concluir que aqueles que assim manejam uma declaração tão clara da Palavra de Deus, também podem “interpretar” outras passagens das Sagradas Escrituras, querendo que elas signifiquem o que na realidade não expressam. O Modernismo e as seitas já caíram nesse sistema e seguem esse rumo.
3 Os que falam do baptismo Cristão” ter começado em Pentecostes sob a “grande comissão”, deveriam notar cuidadosamente este facto. Num debate público sobre este assunto apresentámos uma vez seis livros e opúsculos escritos por Fundamentalistas proeminentes, que sustentam as suas teorias acerca do baptismo, nos quais citam Actos 2:38, mas omitem as palavras “para a remissão dos pecados”.
4 Os Fundamentalistas que clamam estar a levar a cabo a “grande comissão” interpretam geralmente isto como significando: “Quem crer e for salvo deve ser baptizado”. Nesta relação só se pode concluir que aqueles que assim manejam uma declaração tão clara da Palavra de Deus, também podem “interpretar” outras passagens das Sagradas Escrituras, querendo que elas signifiquem o que na realidade não expressam. O Modernismo e as seitas já caíram nesse sistema e seguem esse rumo.
CORNELIUS R. STAM
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