Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (LXXVI)
O EVANGELHO DA CIRCUNCISÃO
“O Evangelho do reino” e “o Evangelho da graça de Deus” são termos fáceis de se compreender, porém talvez 99% dos crentes não tenha a mínima ideia do significado do termo “o Evangelho (ou boas novas) da circuncisão” (Gál. 2:7).
Este Evangelho leva-nos atrás, para antes de David, ao grande Concerto Abraâmico, pois o “sinal” da circuncisão foi dado a Abraão, não somente para o separar a ele e à sua semente dos ímpios e licensiosos Gentios, e como “selo” da justiça da fé (Rom. 4:11), mas também, e principalmente, como um sinal do concerto entre Deus e ele (Gén. 17:11).
De acordo com este concerto, a semente multiplicada de Abraão (mais tarde chamada “a Circuncisão”) tornar-se-ia uma bênção para todas as nações. O concerto em questão, revelava muito mais que isto, mas esta é a porção particular do concerto que nos interessa aqui considerar. Foi depois de Abraão ter oferecido a Deus o seu amado filho Isaque, que Deus prometeu:
“Que deveras te abençoarei, e GRANDISSIMAMENTE MULTIPLICAREI A TUA SEMENTE, COMO AS ESTRELAS DOS CÉUS, E COMO A AREIA QUE ESTÁ NA PRAIA DO MAR; E A TUA SEMENTE POSSUIRÁ A PORTA DOS SEUS INIMIGOS; E EM TUA SEMENTE SERÃO BENDITAS TODAS AS NAÇÕES DA TERRA; porquanto obedeceste à Minha voz” (Gén 22:17-18).
O “Evangelho da circuncisão”, então, consistia nas boas novas baseadas neste concerto. Nós lemos em Gálatas 2:7 que “o Evangelho da circuncisão”, 6 foi (confiado) a Pedro” e nós encontramo-lo a pregar esse Evangelho em Actos 3:25-26:
“VÓS SOIS OS FILHOS DOS PROFETAS E DO CONCERTO QUE DEUS FEZ COM NOSSOS PAIS, DIZENDO A ABRAÃO: NA TUA DESCENDÊNCIA SERÃO BENDITAS TODAS AS FAMÍLIAS DA TERRA. RESSUSCITANDO DEUS A SEU FILHO JESUS, PRIMEIRO O ENVIOU A VÓS, PARA QUE NISSO VOS ABENÇOASSE, E VOS DESVIASSE, A CADA UM, DAS VOSSAS MALDADES.”
Isto, em poucas palavras, é “o Evangelho da circuncisão”, e os da circuncisão que o ouviram decerto que devem ter considerado boas novas o facto da bênção de todas as nações por seu intermédio estar agora iminente.
Porém, o facto do Evangelho da circuncisão ter sido confiado a Pedro não significa que não tenha também sido confiado aos restantes onze apóstolos, ou que ele não tenha pregado ao mesmo tempo o Evangelho do reino, ou que o Senhor não tenha também pregado o Evangelho da circuncisão.
O “Evangelho do reino” e “o Evangelho da circuncisão” são muitíssimo interligados, como o são também os Concertos Abraâmico e Davídico. Enquanto o primeiro dizia respeito à nação, o segundo dizia respeito ao governo e trono dessa nação.
Tem muito significado o facto das Escrituras do Novo Testamento abrirem com as palavras:
“Livro da geração de JESUS CRISTO, FILHO DE DAVID, FILHO DE ABRAÃO” (Mat. 1:1).
Tanto antes como depois de Pentecostes o grande programa de Deus em abençoar as nações por meio de Israel tendo Cristo como Rei era reconhecido, porém antes de Pentecostes a ênfase encontrava-se no reino enquanto depois de Pentecostes encontrava-se no facto de Israel ser o canal de bênção para o mundo. Assim, nos registos dos evangelhos lemos acerca do “Evangelho do reino”, enquanto que em Gál. 2:7 lemos que “o Evangelho da circuncisão” fora confiado a Pedro (como distinto de Paulo). Este assunto será mais plenamente discutido no fim deste capítulo.
Este Evangelho leva-nos atrás, para antes de David, ao grande Concerto Abraâmico, pois o “sinal” da circuncisão foi dado a Abraão, não somente para o separar a ele e à sua semente dos ímpios e licensiosos Gentios, e como “selo” da justiça da fé (Rom. 4:11), mas também, e principalmente, como um sinal do concerto entre Deus e ele (Gén. 17:11).
De acordo com este concerto, a semente multiplicada de Abraão (mais tarde chamada “a Circuncisão”) tornar-se-ia uma bênção para todas as nações. O concerto em questão, revelava muito mais que isto, mas esta é a porção particular do concerto que nos interessa aqui considerar. Foi depois de Abraão ter oferecido a Deus o seu amado filho Isaque, que Deus prometeu:
“Que deveras te abençoarei, e GRANDISSIMAMENTE MULTIPLICAREI A TUA SEMENTE, COMO AS ESTRELAS DOS CÉUS, E COMO A AREIA QUE ESTÁ NA PRAIA DO MAR; E A TUA SEMENTE POSSUIRÁ A PORTA DOS SEUS INIMIGOS; E EM TUA SEMENTE SERÃO BENDITAS TODAS AS NAÇÕES DA TERRA; porquanto obedeceste à Minha voz” (Gén 22:17-18).
O “Evangelho da circuncisão”, então, consistia nas boas novas baseadas neste concerto. Nós lemos em Gálatas 2:7 que “o Evangelho da circuncisão”, 6 foi (confiado) a Pedro” e nós encontramo-lo a pregar esse Evangelho em Actos 3:25-26:
“VÓS SOIS OS FILHOS DOS PROFETAS E DO CONCERTO QUE DEUS FEZ COM NOSSOS PAIS, DIZENDO A ABRAÃO: NA TUA DESCENDÊNCIA SERÃO BENDITAS TODAS AS FAMÍLIAS DA TERRA. RESSUSCITANDO DEUS A SEU FILHO JESUS, PRIMEIRO O ENVIOU A VÓS, PARA QUE NISSO VOS ABENÇOASSE, E VOS DESVIASSE, A CADA UM, DAS VOSSAS MALDADES.”
Isto, em poucas palavras, é “o Evangelho da circuncisão”, e os da circuncisão que o ouviram decerto que devem ter considerado boas novas o facto da bênção de todas as nações por seu intermédio estar agora iminente.
Porém, o facto do Evangelho da circuncisão ter sido confiado a Pedro não significa que não tenha também sido confiado aos restantes onze apóstolos, ou que ele não tenha pregado ao mesmo tempo o Evangelho do reino, ou que o Senhor não tenha também pregado o Evangelho da circuncisão.
O “Evangelho do reino” e “o Evangelho da circuncisão” são muitíssimo interligados, como o são também os Concertos Abraâmico e Davídico. Enquanto o primeiro dizia respeito à nação, o segundo dizia respeito ao governo e trono dessa nação.
Tem muito significado o facto das Escrituras do Novo Testamento abrirem com as palavras:
“Livro da geração de JESUS CRISTO, FILHO DE DAVID, FILHO DE ABRAÃO” (Mat. 1:1).
Tanto antes como depois de Pentecostes o grande programa de Deus em abençoar as nações por meio de Israel tendo Cristo como Rei era reconhecido, porém antes de Pentecostes a ênfase encontrava-se no reino enquanto depois de Pentecostes encontrava-se no facto de Israel ser o canal de bênção para o mundo. Assim, nos registos dos evangelhos lemos acerca do “Evangelho do reino”, enquanto que em Gál. 2:7 lemos que “o Evangelho da circuncisão” fora confiado a Pedro (como distinto de Paulo). Este assunto será mais plenamente discutido no fim deste capítulo.
6 Não há qualquer justificação para se ler: “o evangelho à circuncisão”, embora isso não altere o significado essencial de Gál. 2:7.
CORNELIUS R. STAM
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