Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (LXIX)
A MAIOR COMISSÃO
“Assim que daqui por diante a ninguém conhecemos segundo a carne, e, ainda que também tenhamos conhecido Cristo segundo a carne, contudo agora já O não conhecemos deste modo. Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura (criação) é: as coisas velhas já passaram, eis que tudo se fez novo. E tudo isto provém de Deus, que nos reconciliou Consigo mesmo por Jesus Cristo, E NOS DEU O MINISTÉRIO DA RECONCILIAÇÃO; Isto é, Deus estava em Cristo reconciliando Consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados; E PÔS EM NÓS A PALAVRA DA RECONCILIAÇÃO” (II Cor. 5:16-19).
Se os registos da chamada “grande comissão” contivessem “os últimos mandamentos” do Senhor para nós, na verdade, eles deveriam ser “a nossa guia de marcha”, pois as últimas ordens dum capitão duma companhia são para ser obedecidas, mas não é verídico que “a grande comissão” incorpora “os últimos mandamentos” de nosso Senhor. Depois da Sua ascensão o Cristo rejeitado falou de novo do Seu exílio no céu e deu uma maior comissão a Paulo e a nós. O apóstolo fala repetidas vezes da dispensação da graça que lhe foi confiada pelo Senhor glorificado.
Para se determinar qual das comissões do Senhor é para os nossos dias, nós devemos formular duas perguntas:
1. Porque é que Deus levantou Paulo, um outro apóstolo, algum tempo depois de Matias ter sido escolhido, segundo as Escrituras, e assim ter ficado completo o número dos doze?
2. Porque é que, depois de terem sido mandados ir “por todo o mundo” (Marcos 16:15) para fazerem discípulos de “todas as nações” (Mateus 28:19), os apóstolos permaneceram em Jerusalém (Actos 8:1) e porque é que eles, por meio dos seus líderes concordaram mais tarde em restringir o seu ministério a Israel, enquanto Paulo ia aos Gentios (Gál. 2:9)? Estavam eles todos deslocados da vontade de Deus, ou estava a ocorrer uma mudança dispensacional? A única resposta que podemos dar é que estava a ocorrer uma mudança dispensacional.
No âmago da grande revelação dada a Paulo, jaz a graciosa oferta de reconciliação da parte de Deus, a um mundo em inimizade com o seu Filho e Consigo mesmo. A proclamação desta mensagem gloriosa é a nossa grande comissão. Porque, como vimos atrás, o apóstolo diz: “Deus ... pôs em nós (comissionou-nos, como diz outra versão) a palavra da reconciliação” (II Cor. 5:19).
Esta oferta de reconciliação, pela graça, por meio da fé, é o âmago do “evangelho da graça de Deus”. Depois das nações, e igualmente a nação, se terem voltado contra Deus, Ele fez algo de maravilhoso. Ele respondeu ao brutal homicídio de Estêvão, salvando Saulo, o líder da grande perseguição contra a igreja Pentecostal e a personificação do espírito de rebelião de Israel (e do mundo). Assim, “onde o pecado abundou, superabundou a graça, PARA QUE ... A GRAÇA PUDESSE REINAR” (Rom. 5:20-21).
A conversão de Saulo foi o primeiro passo na introdução do reino da graça, pois ele escreve por inspiração:
“E dou graças ao que me tem confortado, a Cristo Jesus Senhor nosso, porque me teve por fiel, pondo-me no ministério; A mim, que dantes fui blasfemo, e perseguidor, e opressor; mas ALCANCEI MISERICÓRDIA, porque o fiz ignorantemente, na incredulidade. E A GRAÇA DE NOSSO SENHOR SUPERABUNDOU com a fé e amor que há em Jesus Cristo. Esta é uma palavra fiel e digna de toda a aceitação, que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal. MAS POR ISSO ALCANCEI MISERICÓRDIA, PARA QUE EM MIM, QUE SOU O PRINCIPAL, JESUS CRISTO MOSTRASSE TODA A SUA LONGANIMIDADE, PARA EXEMPLO DOS QUE HAVIAM DE CRER NELE PARA A VIDA ETERNA” (I Tim. 1:12-16).
Assim, quando se tornou necessário pôr Israel de parte, Deus demonstrou as riquezas da Sua graça ao salvar o líder da rebelião e ao enviá-lo com uma oferta de graça a todos os homens em todo o lugar. “A rejeição deles (Israel)” e “a reconciliação do mundo” andam juntas (Rom. 11:15).
“Porque Deus encerrou a todos debaixo da desobediência, PARA COM TODOS USAR DE MISERICÓRDIA” (Rom. 11:32).
A mensagem da reconciliação também jaz na raiz da verdade a respeito do corpo de Cristo. Na verdade é pela reconciliação de Judeus e Gentios com Deus, que o corpo é formado:
“E pela cruz RECONCILIAR ambos com Deus em UM CORPO matando com ela as inimizades (Ef. 2:16).
Disto segue-se que a mensagem da reconciliação é uma parte vital do mistério, pois a formação do corpo era um mistério até ser revelado a Paulo e por seu intermédio.
O propósito revelado de Deus era abençoar o mundo através da exaltação de Israel (Is. 60:1-3) e este propósito será ainda cumprido. Mas o propósito oculto de Deus era abençoar o mundo através da queda de Israel, e este está agora a ser cumprido (Rom 11:11-12, 15).
A gloriosa verdade de que Deus introduziria um reino de graça (Rom. 5:21), rejeitando todas as distinções para salvar crentes Judeus e Gentios (Rom. 11:32), e reconciliá-los com Deus num corpo (Ef. 2:6), nunca foi uma única vez profetizada desde que o mundo começou, ainda que estivesse nos propósitos de Deus antes da fundação do mundo (Ef. 1:4-9).
A proclamação da gloriosa mensagem de reconciliação, pela qual o corpo é formado, é a nossa grande comissão. Comparando-a com as outras duas comissões dadas aos doze, devemos notar o seguinte:
1. Sob esta comissão nós, com Paulo, somos enviados a todos os homens sem distinção (II Cor. 5:14-21).
2. Sob esta comissão o regresso de Cristo para julgar e reinar está suspenso, e é oferecida reconciliação aos inimigos de Deus em toda a parte (II Cor. 5:16, 19; cf. Rom. 11:25; Heb. 2:8-9).
3. Sob esta comissão os poderes miraculosos foram retirados, passaram (Rom. 8:23; II Cor. 4:16; 5:1-2; 12:7-10; I Tim. 5:23; II Tim. 4:20).
4. Sob esta comissão o “vendei tudo” e “não acumuleis”, que eram uma ordem, foram agora anulados (II Cor. 12:14; I Tim. 5:8). Na verdade o apóstolo levou ofertas àqueles em Jerusalém que tinham vendido tudo e estavam agora em necessidade (Ver Actos 4:34 e cf. Actos 11:27-30; Rom. 15:26; I Cor. 16:1-3).
5. Sob esta comissão, só a fé é requerida para a salvação (II Cor. 5:18-21; Rom. 3:21,2428; 4:5; Ef. 2:8-10; etc.).
6. Além de tudo isto, deve-se dar uma particular atenção às palavras:
“Assim que DAQUI POR DIANTE A NINGUÉM CONHECEMOS SEGUNDO A CARNE, E, AINDA QUE TAMBÉM TENHAMOS CONHECIDO CRISTO SEGUNDO A CARNE, CONTUDO AGORA JÁ O NÃO CONHECEMOS DESTE MODO” (II Cor. 5:16).
Aqui, as palavras “daqui por diante” são de grande significado. Não pode ser negado que antes disto os homens eram conhecidos ou reconhecidos segundo a carne. O Senhor tinha instruído originalmente os Seus apóstolos a não irem aos Gentios ou aos Samaritanos, mas irem só “às ovelhas perdidas da casa de Israel” e insistiu que Ele mesmo foi enviado somente “às ovelhas perdidas da casa de Israel” (Mateus 10:6; 15:24). Da mesma forma sob a Sua Segunda grande comissão, depois da Sua ressurreição, o Senhor tinha instruído os apóstolos a ministrarem primeiro ao povo da nação favorecida e Pedro foi chamado a dar uma explicação por ter ministrado à casa Gentílica de Cornélio.
Quanto a conhecer Cristo segundo a carne: não O tinham eles conhecido segundo a carne quando eles O apertavam (Marcos 5:31), quando Ele comia com eles (Lucas 15:2), quando Ele lhes tocava e os sarava? (Lucas 4:40). Não O conheciam eles segundo a carne quando O pregaram na cruz? (João 19:16-18). Não O conheciam eles segundo a carne quando Tomé foi convidado a palpar as feridas nas Suas mãos e no Seu lado? (João 20:27). Não testifica João que eles O “tinham visto, com os seus olhos, o tinham “contemplado” e O tinham “tocado”? (I João1:1)- Da mesma maneira eles não O conheceram segundo a carne depois da ascensão, quando Pedro declarou à casa de Israel que Deus O levantou da morte para O sentar no trono de David? (Actos 2:30-31).
Porém Paulo declara agora por revelação: “Ainda que tenhamos conhecido também Cristo segundo a carne, contudo agora já O não conhecemos deste modo”. Não indica isto uma mudança dispensacional?
Nós agora conhecemos Cristo como Aquele em quem toda a plenitude habita (Col. 1:19) mesmo toda a plenitude da divindade (Col. 2:9). Nós conhecemo-l’O como Aquele que foi exaltado acima de tudo (Ef. 1:20-21; Fil. 2:9-11) e agora envia os Seus embaixadores a oferecer as riquezas da Sua graça a todos que quiserem recebê-las.
As primeiras duas comissões foram originalmente dadas a doze homens, porque as promessas a Israel, com as suas doze tribos, estavam em vista. A terceira grande comissão foi originalmente dada a um homem porque havia um Deus, um mundo perdido, um Mediador e um corpo em vista.
Que elevada e gloriosa missão é para nós proclamarmos o Evangelho da graça de Deus e a oferta da reconciliação!” Como nos devemos apressar em realizar isto! Como o amor de Cristo pelos Seus inimigos nos deve constranger a instar com os homens à reconciliação, enquanto é ainda “tempo aceitável”! (II Cor. 5:20-21).
Se os registos da chamada “grande comissão” contivessem “os últimos mandamentos” do Senhor para nós, na verdade, eles deveriam ser “a nossa guia de marcha”, pois as últimas ordens dum capitão duma companhia são para ser obedecidas, mas não é verídico que “a grande comissão” incorpora “os últimos mandamentos” de nosso Senhor. Depois da Sua ascensão o Cristo rejeitado falou de novo do Seu exílio no céu e deu uma maior comissão a Paulo e a nós. O apóstolo fala repetidas vezes da dispensação da graça que lhe foi confiada pelo Senhor glorificado.
Para se determinar qual das comissões do Senhor é para os nossos dias, nós devemos formular duas perguntas:
1. Porque é que Deus levantou Paulo, um outro apóstolo, algum tempo depois de Matias ter sido escolhido, segundo as Escrituras, e assim ter ficado completo o número dos doze?
2. Porque é que, depois de terem sido mandados ir “por todo o mundo” (Marcos 16:15) para fazerem discípulos de “todas as nações” (Mateus 28:19), os apóstolos permaneceram em Jerusalém (Actos 8:1) e porque é que eles, por meio dos seus líderes concordaram mais tarde em restringir o seu ministério a Israel, enquanto Paulo ia aos Gentios (Gál. 2:9)? Estavam eles todos deslocados da vontade de Deus, ou estava a ocorrer uma mudança dispensacional? A única resposta que podemos dar é que estava a ocorrer uma mudança dispensacional.
No âmago da grande revelação dada a Paulo, jaz a graciosa oferta de reconciliação da parte de Deus, a um mundo em inimizade com o seu Filho e Consigo mesmo. A proclamação desta mensagem gloriosa é a nossa grande comissão. Porque, como vimos atrás, o apóstolo diz: “Deus ... pôs em nós (comissionou-nos, como diz outra versão) a palavra da reconciliação” (II Cor. 5:19).
Esta oferta de reconciliação, pela graça, por meio da fé, é o âmago do “evangelho da graça de Deus”. Depois das nações, e igualmente a nação, se terem voltado contra Deus, Ele fez algo de maravilhoso. Ele respondeu ao brutal homicídio de Estêvão, salvando Saulo, o líder da grande perseguição contra a igreja Pentecostal e a personificação do espírito de rebelião de Israel (e do mundo). Assim, “onde o pecado abundou, superabundou a graça, PARA QUE ... A GRAÇA PUDESSE REINAR” (Rom. 5:20-21).
A conversão de Saulo foi o primeiro passo na introdução do reino da graça, pois ele escreve por inspiração:
“E dou graças ao que me tem confortado, a Cristo Jesus Senhor nosso, porque me teve por fiel, pondo-me no ministério; A mim, que dantes fui blasfemo, e perseguidor, e opressor; mas ALCANCEI MISERICÓRDIA, porque o fiz ignorantemente, na incredulidade. E A GRAÇA DE NOSSO SENHOR SUPERABUNDOU com a fé e amor que há em Jesus Cristo. Esta é uma palavra fiel e digna de toda a aceitação, que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal. MAS POR ISSO ALCANCEI MISERICÓRDIA, PARA QUE EM MIM, QUE SOU O PRINCIPAL, JESUS CRISTO MOSTRASSE TODA A SUA LONGANIMIDADE, PARA EXEMPLO DOS QUE HAVIAM DE CRER NELE PARA A VIDA ETERNA” (I Tim. 1:12-16).
Assim, quando se tornou necessário pôr Israel de parte, Deus demonstrou as riquezas da Sua graça ao salvar o líder da rebelião e ao enviá-lo com uma oferta de graça a todos os homens em todo o lugar. “A rejeição deles (Israel)” e “a reconciliação do mundo” andam juntas (Rom. 11:15).
“Porque Deus encerrou a todos debaixo da desobediência, PARA COM TODOS USAR DE MISERICÓRDIA” (Rom. 11:32).
A mensagem da reconciliação também jaz na raiz da verdade a respeito do corpo de Cristo. Na verdade é pela reconciliação de Judeus e Gentios com Deus, que o corpo é formado:
“E pela cruz RECONCILIAR ambos com Deus em UM CORPO matando com ela as inimizades (Ef. 2:16).
Disto segue-se que a mensagem da reconciliação é uma parte vital do mistério, pois a formação do corpo era um mistério até ser revelado a Paulo e por seu intermédio.
O propósito revelado de Deus era abençoar o mundo através da exaltação de Israel (Is. 60:1-3) e este propósito será ainda cumprido. Mas o propósito oculto de Deus era abençoar o mundo através da queda de Israel, e este está agora a ser cumprido (Rom 11:11-12, 15).
A gloriosa verdade de que Deus introduziria um reino de graça (Rom. 5:21), rejeitando todas as distinções para salvar crentes Judeus e Gentios (Rom. 11:32), e reconciliá-los com Deus num corpo (Ef. 2:6), nunca foi uma única vez profetizada desde que o mundo começou, ainda que estivesse nos propósitos de Deus antes da fundação do mundo (Ef. 1:4-9).
A proclamação da gloriosa mensagem de reconciliação, pela qual o corpo é formado, é a nossa grande comissão. Comparando-a com as outras duas comissões dadas aos doze, devemos notar o seguinte:
1. Sob esta comissão nós, com Paulo, somos enviados a todos os homens sem distinção (II Cor. 5:14-21).
2. Sob esta comissão o regresso de Cristo para julgar e reinar está suspenso, e é oferecida reconciliação aos inimigos de Deus em toda a parte (II Cor. 5:16, 19; cf. Rom. 11:25; Heb. 2:8-9).
3. Sob esta comissão os poderes miraculosos foram retirados, passaram (Rom. 8:23; II Cor. 4:16; 5:1-2; 12:7-10; I Tim. 5:23; II Tim. 4:20).
4. Sob esta comissão o “vendei tudo” e “não acumuleis”, que eram uma ordem, foram agora anulados (II Cor. 12:14; I Tim. 5:8). Na verdade o apóstolo levou ofertas àqueles em Jerusalém que tinham vendido tudo e estavam agora em necessidade (Ver Actos 4:34 e cf. Actos 11:27-30; Rom. 15:26; I Cor. 16:1-3).
5. Sob esta comissão, só a fé é requerida para a salvação (II Cor. 5:18-21; Rom. 3:21,2428; 4:5; Ef. 2:8-10; etc.).
6. Além de tudo isto, deve-se dar uma particular atenção às palavras:
“Assim que DAQUI POR DIANTE A NINGUÉM CONHECEMOS SEGUNDO A CARNE, E, AINDA QUE TAMBÉM TENHAMOS CONHECIDO CRISTO SEGUNDO A CARNE, CONTUDO AGORA JÁ O NÃO CONHECEMOS DESTE MODO” (II Cor. 5:16).
Aqui, as palavras “daqui por diante” são de grande significado. Não pode ser negado que antes disto os homens eram conhecidos ou reconhecidos segundo a carne. O Senhor tinha instruído originalmente os Seus apóstolos a não irem aos Gentios ou aos Samaritanos, mas irem só “às ovelhas perdidas da casa de Israel” e insistiu que Ele mesmo foi enviado somente “às ovelhas perdidas da casa de Israel” (Mateus 10:6; 15:24). Da mesma forma sob a Sua Segunda grande comissão, depois da Sua ressurreição, o Senhor tinha instruído os apóstolos a ministrarem primeiro ao povo da nação favorecida e Pedro foi chamado a dar uma explicação por ter ministrado à casa Gentílica de Cornélio.
Quanto a conhecer Cristo segundo a carne: não O tinham eles conhecido segundo a carne quando eles O apertavam (Marcos 5:31), quando Ele comia com eles (Lucas 15:2), quando Ele lhes tocava e os sarava? (Lucas 4:40). Não O conheciam eles segundo a carne quando O pregaram na cruz? (João 19:16-18). Não O conheciam eles segundo a carne quando Tomé foi convidado a palpar as feridas nas Suas mãos e no Seu lado? (João 20:27). Não testifica João que eles O “tinham visto, com os seus olhos, o tinham “contemplado” e O tinham “tocado”? (I João1:1)- Da mesma maneira eles não O conheceram segundo a carne depois da ascensão, quando Pedro declarou à casa de Israel que Deus O levantou da morte para O sentar no trono de David? (Actos 2:30-31).
Porém Paulo declara agora por revelação: “Ainda que tenhamos conhecido também Cristo segundo a carne, contudo agora já O não conhecemos deste modo”. Não indica isto uma mudança dispensacional?
Nós agora conhecemos Cristo como Aquele em quem toda a plenitude habita (Col. 1:19) mesmo toda a plenitude da divindade (Col. 2:9). Nós conhecemo-l’O como Aquele que foi exaltado acima de tudo (Ef. 1:20-21; Fil. 2:9-11) e agora envia os Seus embaixadores a oferecer as riquezas da Sua graça a todos que quiserem recebê-las.
As primeiras duas comissões foram originalmente dadas a doze homens, porque as promessas a Israel, com as suas doze tribos, estavam em vista. A terceira grande comissão foi originalmente dada a um homem porque havia um Deus, um mundo perdido, um Mediador e um corpo em vista.
Que elevada e gloriosa missão é para nós proclamarmos o Evangelho da graça de Deus e a oferta da reconciliação!” Como nos devemos apressar em realizar isto! Como o amor de Cristo pelos Seus inimigos nos deve constranger a instar com os homens à reconciliação, enquanto é ainda “tempo aceitável”! (II Cor. 5:20-21).
CORNELIUS R. STAM
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (I)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (III)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (IV)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (V)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (VI)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (VII)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (VIII)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (IX)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (X)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XI)
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