Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (LXV)
A ESCOLHA DE COMISSÕES
Aqueles que, contudo, vão para além das frases escolhidas e examinam o registo no seu contexto, deparam com grandes dificuldades na aceitação da “grande comissão” como nossa guia de marcha. O legalismo de Mateus 28:20 (cf. 21:1-3), a salvação baptismal e os sinais miraculosos de Marcos 16:16-18, o “começando por Jerusalém” de Lucas 24:47 e Actos 1:8, e a autoridade para perdoar pecados de João 20:22-23, é tudo tão obviamente incompatível com o Evangelho da graça de Deus, que os ensinadores bíblicos Fundamentalistas têm sido forçados a escolher registos individuais da comissão que se adaptem a esta dispensação, de acordo com o grau de dificuldade que têm experimentado no harmonizar os vários mandamentos com a presente verdade. Naturalmente que isto tem contribuído muito para a confusão que prevalece entre os Fundamentalistas nos nossos dias.
Comparativamente, são poucos os crentes que estão cientes do facto dos nossos líderes espirituais nunca terem concordado quanto a qual das cinco passagens atrás referidas incorpora a nossa comissão para hoje, porém a discórdia tem sido profunda.
O Dr. A: C: Gaebelein, por exemplo, cria que a comissão de Mateus não é a nossa comissão. Ele escolheu Lucas 24:46-48 como “a comissão Gentílica”. O falecido Dr. H. A. Ironside, contudo, defendia o registo de Mateus como sendo “a nossa guia de marcha”, ao passo que o Dr. I. M. Haldeman, por outro lado, enfatizava a comissão em Marcos. O Dr. Wm. L. Pettingill discordava deles todos e escreveu: “A comissão sob a qual a igreja é suposta operar é a de Actos 1:8”.
Dos escritos do Dr. Ironside, o chamado “Arcebispo do Fundamentalismo” 1 pode ser assumido que quase todos os Fundamentalistas concordam que a comissão de Mateus 28 é a nossa comissão. Nos seus escritos ele parece atónito com qualquer outra conclusão e implica que só os Bullingeristas questionariam o caso. Referindo-se à comissão de Mateus, ele diz:
“As pessoas que nunca investigaram o Bullingerismo e os seus sistemas afins crer-me-ão dificilmente quando digo que até a Grande Comissão, sob a qual a igreja tem actuado durante 1900 anos, e que ainda é a nossa autoridade para missões de amplitude mundial, é, segundo esses ensinadores, uma comissão com que nada temos a ver, que não tem de forma alguma qualquer referência à Igreja ... No entanto, tal é o seu ensino” (Manejando Mal a Palavra da Verdade - Wrongly Dividing the Word of Truth, P. 17).
Posteriormente, no mesmo livro ele chama esta interpretação de ‘absurda’, ‘grotesca’ e ‘iníqua’! (Manejando Mal pp. 17-18).
Aparentemente, o ‘Arcebispo do Fundamentalismo’ 2 encontrava-se tão decidido a combater os ‘Bullingeristas’ que se esqueceu que muitos dos seus colegas, incluindo J. N. Darby, o chamado fundador dos Plymouth Brethren - Irmãos de Plymouth - (com quem o Dr. Ironside esteve associado muitos anos) negava enfaticamente que a comissão de Mateus fosse a nossa. Citaremos aqui Darby e outros colegas do Dr. Ironside:
Dr. James M. Gray: “Esta é a Comissão do Reino ... não a Comissão Cristã” (Christian Worker’s Commentary - O comentário Cristão do Obreiro, p. 313). E diz mais, no mesmo Comentário: “O cumprimento da Comissão do Reino foi interrompido, porém esta comissão será reatada antes do Senhor vir libertar Israel nos últimos dias” (mesma página).
Dr. Wm. L. Pettingill: “O Evangelho de Marcos, como o de Mateus e o de Lucas, é primariamente um livro que tem a ver com o Reino, e eu estou satisfeito por nenhum deles encerrar a guia de marcha para a Igreja - nem mesmo a chamada “Grande Comissão” de Mateus 28:18-20-2 (Bible Questions Answered, p. 100 - Respostas a Perguntas Bíblicas).
Dr. Arno C Gaebelein: “Esta é a Comissão do Reino ... Há-de vir o tempo em que esta grande comissão aqui, será levada a cabo por um remanescente de discípulos Judaicos” (Gospel of Matthew, Vol. 2, p 323 - O Evangelho de Mateus).
J. N. Darby: “A execução da comissão aqui em Mateus foi interrompida ... de facto, no presente, deu lugar a uma comissão celestial, e à Igreja de Deus” (Collected Writings - Escritos Coligidos, p. 327).
Assim, não tem havido concórdia geral quanto à comissão de Mateus ser para nossa obediência. Porém, o facto triste é que apesar de muitos dos colegas do Dr. Ironside discordarem com ele quanto à comissão de Mateus, eles também discordavam entre si respeitantemente “à grande comissão”, que incorpora a nossa guia de marcha. Todavia todos eles parece concordarem em manter-se afastados da comissão em João 20:21-23, ao passo que Roma, baseando-se nesta passagem, clama ousadamente ter autoridade para perdoar pecados. A igreja Fundamentalista ainda não conseguiu dissipar estas dificuldades.
Pensemos nisto! Nesta data tão avançada, mais de dezanove séculos depois de nosso Senhor ter dado estes mandamentos, a igreja está em discórdia quanto ao que é que exactamente Deus quer que o Seu povo faça e ensine! Não fechemos os olhos para este facto, mas enfrentemo-lo de modo a podermos remediá-lo, pois, senão, como é que poderemos obedecer à nossa “guia de marcha” se não soubermos qual é? “Porque, se a trombeta der sonido incerto, quem se preparará para a batalha?”
Mesmo entre os que se têm regozijado na compreensão do mistério ainda vemos os efeitos deste erro de se supor que o Senhor, num curto intervalo de tempo entre a Sua ressurreição e ascensão, deu aos mesmos homens comissões diferentes, pretendendo que outros começassem, numa futura data, a levar a cabo uma ou mais destas comissões - e tudo sem que no registo houvesse qualquer explicação desse “propósito”!
Notando que os apóstolos nunca foram além da sua própria nação, tanto quanto as Escrituras nos revelam, concluíram que “os confins da terra” em Actos 1:8 deveriam ser traduzidos por “confins da terra (da Palestina)” e que “todas as nações” em Mateus 28:19 significa apenas as nações Gentílicas. Assim, dessas duas comissões (como eles as vêem), ambas dadas pelo Senhor aos onze antes da Sua ascensão, presumem que a de Actos 1:8 é para eles obedecerem, enquanto que a de Mateus 28:19 não é para ser levada a cabo por eles, mas por outros no futuro. É também argumentado que, segundo o registo de Lucas (24:47), “o arrependimento e a remissão de pecados” seria para ser pregado entre todas as nações Gentílicas, “começando por” Jerusalém.
Comparativamente, são poucos os crentes que estão cientes do facto dos nossos líderes espirituais nunca terem concordado quanto a qual das cinco passagens atrás referidas incorpora a nossa comissão para hoje, porém a discórdia tem sido profunda.
O Dr. A: C: Gaebelein, por exemplo, cria que a comissão de Mateus não é a nossa comissão. Ele escolheu Lucas 24:46-48 como “a comissão Gentílica”. O falecido Dr. H. A. Ironside, contudo, defendia o registo de Mateus como sendo “a nossa guia de marcha”, ao passo que o Dr. I. M. Haldeman, por outro lado, enfatizava a comissão em Marcos. O Dr. Wm. L. Pettingill discordava deles todos e escreveu: “A comissão sob a qual a igreja é suposta operar é a de Actos 1:8”.
Dos escritos do Dr. Ironside, o chamado “Arcebispo do Fundamentalismo” 1 pode ser assumido que quase todos os Fundamentalistas concordam que a comissão de Mateus 28 é a nossa comissão. Nos seus escritos ele parece atónito com qualquer outra conclusão e implica que só os Bullingeristas questionariam o caso. Referindo-se à comissão de Mateus, ele diz:
“As pessoas que nunca investigaram o Bullingerismo e os seus sistemas afins crer-me-ão dificilmente quando digo que até a Grande Comissão, sob a qual a igreja tem actuado durante 1900 anos, e que ainda é a nossa autoridade para missões de amplitude mundial, é, segundo esses ensinadores, uma comissão com que nada temos a ver, que não tem de forma alguma qualquer referência à Igreja ... No entanto, tal é o seu ensino” (Manejando Mal a Palavra da Verdade - Wrongly Dividing the Word of Truth, P. 17).
Posteriormente, no mesmo livro ele chama esta interpretação de ‘absurda’, ‘grotesca’ e ‘iníqua’! (Manejando Mal pp. 17-18).
Aparentemente, o ‘Arcebispo do Fundamentalismo’ 2 encontrava-se tão decidido a combater os ‘Bullingeristas’ que se esqueceu que muitos dos seus colegas, incluindo J. N. Darby, o chamado fundador dos Plymouth Brethren - Irmãos de Plymouth - (com quem o Dr. Ironside esteve associado muitos anos) negava enfaticamente que a comissão de Mateus fosse a nossa. Citaremos aqui Darby e outros colegas do Dr. Ironside:
Dr. James M. Gray: “Esta é a Comissão do Reino ... não a Comissão Cristã” (Christian Worker’s Commentary - O comentário Cristão do Obreiro, p. 313). E diz mais, no mesmo Comentário: “O cumprimento da Comissão do Reino foi interrompido, porém esta comissão será reatada antes do Senhor vir libertar Israel nos últimos dias” (mesma página).
Dr. Wm. L. Pettingill: “O Evangelho de Marcos, como o de Mateus e o de Lucas, é primariamente um livro que tem a ver com o Reino, e eu estou satisfeito por nenhum deles encerrar a guia de marcha para a Igreja - nem mesmo a chamada “Grande Comissão” de Mateus 28:18-20-2 (Bible Questions Answered, p. 100 - Respostas a Perguntas Bíblicas).
Dr. Arno C Gaebelein: “Esta é a Comissão do Reino ... Há-de vir o tempo em que esta grande comissão aqui, será levada a cabo por um remanescente de discípulos Judaicos” (Gospel of Matthew, Vol. 2, p 323 - O Evangelho de Mateus).
J. N. Darby: “A execução da comissão aqui em Mateus foi interrompida ... de facto, no presente, deu lugar a uma comissão celestial, e à Igreja de Deus” (Collected Writings - Escritos Coligidos, p. 327).
Assim, não tem havido concórdia geral quanto à comissão de Mateus ser para nossa obediência. Porém, o facto triste é que apesar de muitos dos colegas do Dr. Ironside discordarem com ele quanto à comissão de Mateus, eles também discordavam entre si respeitantemente “à grande comissão”, que incorpora a nossa guia de marcha. Todavia todos eles parece concordarem em manter-se afastados da comissão em João 20:21-23, ao passo que Roma, baseando-se nesta passagem, clama ousadamente ter autoridade para perdoar pecados. A igreja Fundamentalista ainda não conseguiu dissipar estas dificuldades.
Pensemos nisto! Nesta data tão avançada, mais de dezanove séculos depois de nosso Senhor ter dado estes mandamentos, a igreja está em discórdia quanto ao que é que exactamente Deus quer que o Seu povo faça e ensine! Não fechemos os olhos para este facto, mas enfrentemo-lo de modo a podermos remediá-lo, pois, senão, como é que poderemos obedecer à nossa “guia de marcha” se não soubermos qual é? “Porque, se a trombeta der sonido incerto, quem se preparará para a batalha?”
Mesmo entre os que se têm regozijado na compreensão do mistério ainda vemos os efeitos deste erro de se supor que o Senhor, num curto intervalo de tempo entre a Sua ressurreição e ascensão, deu aos mesmos homens comissões diferentes, pretendendo que outros começassem, numa futura data, a levar a cabo uma ou mais destas comissões - e tudo sem que no registo houvesse qualquer explicação desse “propósito”!
Notando que os apóstolos nunca foram além da sua própria nação, tanto quanto as Escrituras nos revelam, concluíram que “os confins da terra” em Actos 1:8 deveriam ser traduzidos por “confins da terra (da Palestina)” e que “todas as nações” em Mateus 28:19 significa apenas as nações Gentílicas. Assim, dessas duas comissões (como eles as vêem), ambas dadas pelo Senhor aos onze antes da Sua ascensão, presumem que a de Actos 1:8 é para eles obedecerem, enquanto que a de Mateus 28:19 não é para ser levada a cabo por eles, mas por outros no futuro. É também argumentado que, segundo o registo de Lucas (24:47), “o arrependimento e a remissão de pecados” seria para ser pregado entre todas as nações Gentílicas, “começando por” Jerusalém.
Porém tudo isto é complicar aquilo que é simples.
É verdade que a palavra Grega ge em Actos 1:8 pode ser algumas vezes traduzida por terra da Palestina, mas na grande maioria dos casos deve ser traduzida por terra (globo terrestre), e não terra (da Palestina). Mais, fraseologia semelhante é por exemplo encontrada em Mat. 12:42 onde lemos que a Rainha de Sabá veio “dos confins da terra (ge)” ouvir a sabedoria de Salomão, e em Marcos 13:27, onde nos é dito que os anjos serão enviados a reunir os eleitos de Deus “desde os quatro ventos, da extremidade da terra (ge)”. Decerto que a Rainha de Sabá não viajou para Jerusalém meramente dos confins da terra da Palestina, nem “os quatro ventos” podem designar apenas essa terra.
Também é verdade que frequentemente a frase “as nações” se refere às nações Gentílicas, especialmente quando a nação singular, Israel, está a ser discutida separadamente. E é assim na natureza do caso. Porém é um erro supor que a frase “as nações” se refere sempre às nações Gentílicas e um erro maior supor que a frase “todas as nações” se tem de referir necessariamente às nações Gentílicas.
Quando, por exemplo, lemos que “o Senhor está exaltado acima de todas as nações” (Salmo 113:4), que Deus “de um só fez toda a geração dos homens (todas as nações)” (Actos 17:26) e que “todas as nações virão, e se prostrarão diante de Ti (Cristo)” (Apo. 15:4), poderá Israel ser excluída?
Com toda a certeza que Israel está incluída nas “todas as nações” de Mateus 28:19, pois ainda não tinha sido trazida aos pés do Messias. A nação de Israel também se encontra incluída nas “todas as nações” de Lucas 24:47 pois, notemos bem, o registo ali diz: “começando por Jerusalém”.
Nesta relação, talvez o ponto mais importante de todos a ser observado seja que na comissão de Mateus o Senhor disse aos onze apóstolos: “IDE”, precisamente como disse em Marcos 16:15 e em Lucas 1:8. Porque regra de hermenêutica ou por que lógica temos nós o direito de excluir da interpretação deste mandamento precisamente aqueles a quem ele o deu?
É verdade que a palavra Grega ge em Actos 1:8 pode ser algumas vezes traduzida por terra da Palestina, mas na grande maioria dos casos deve ser traduzida por terra (globo terrestre), e não terra (da Palestina). Mais, fraseologia semelhante é por exemplo encontrada em Mat. 12:42 onde lemos que a Rainha de Sabá veio “dos confins da terra (ge)” ouvir a sabedoria de Salomão, e em Marcos 13:27, onde nos é dito que os anjos serão enviados a reunir os eleitos de Deus “desde os quatro ventos, da extremidade da terra (ge)”. Decerto que a Rainha de Sabá não viajou para Jerusalém meramente dos confins da terra da Palestina, nem “os quatro ventos” podem designar apenas essa terra.
Também é verdade que frequentemente a frase “as nações” se refere às nações Gentílicas, especialmente quando a nação singular, Israel, está a ser discutida separadamente. E é assim na natureza do caso. Porém é um erro supor que a frase “as nações” se refere sempre às nações Gentílicas e um erro maior supor que a frase “todas as nações” se tem de referir necessariamente às nações Gentílicas.
Quando, por exemplo, lemos que “o Senhor está exaltado acima de todas as nações” (Salmo 113:4), que Deus “de um só fez toda a geração dos homens (todas as nações)” (Actos 17:26) e que “todas as nações virão, e se prostrarão diante de Ti (Cristo)” (Apo. 15:4), poderá Israel ser excluída?
Com toda a certeza que Israel está incluída nas “todas as nações” de Mateus 28:19, pois ainda não tinha sido trazida aos pés do Messias. A nação de Israel também se encontra incluída nas “todas as nações” de Lucas 24:47 pois, notemos bem, o registo ali diz: “começando por Jerusalém”.
Nesta relação, talvez o ponto mais importante de todos a ser observado seja que na comissão de Mateus o Senhor disse aos onze apóstolos: “IDE”, precisamente como disse em Marcos 16:15 e em Lucas 1:8. Porque regra de hermenêutica ou por que lógica temos nós o direito de excluir da interpretação deste mandamento precisamente aqueles a quem ele o deu?
1 E sem dúvida o líder Fundamentalista mais popular do passado quarto de século.
2 Bullingerismo vem de Bullinger - afamado ensinador bíblico da passada geração, tido na generalidade como ultra ou hiper-dispensaacionalista, tendo no entanto sido considerado pela mesma crítica, e apesar disso, como “um grande ensinador, verdadeiramente um grande ensinador”, para utilizar os termos de James M. Gray ao referir-se a ele. - Nota do Tradutor.
2 Bullingerismo vem de Bullinger - afamado ensinador bíblico da passada geração, tido na generalidade como ultra ou hiper-dispensaacionalista, tendo no entanto sido considerado pela mesma crítica, e apesar disso, como “um grande ensinador, verdadeiramente um grande ensinador”, para utilizar os termos de James M. Gray ao referir-se a ele. - Nota do Tradutor.
CORNELIUS R. STAM
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