Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (LXI)
OS ACTOS OFICIAIS DOS DOZE
O primeiro acto oficial do “pequeno rebanho” era indicar um sucessor para Judas como um décimo segundo apóstolo e, como vimos, como o que eles ligavam na terra era ligado no céu, por isso “Matias ... foi contado com os onze apóstolos ... E todos foram cheios do Espírito Santo” (Actos 1:26; 2:4).
Em Pentecostes vemos novamente os apóstolos exercerem em pleno a sua autoridade. Quando os presentes estavam convictos e perguntaram a Pedro e aos restantes apóstolos o que deviam fazer, Pedro replicou:
“ARREPENDEI-VOS, E CADA UM DE VÓS SEJA BAPTIZADO EM NOME DE JESUS CRISTO, PARA PERDÃO DOS PECADOS; E RECEBEREIS O DOM DO ESPÍRITO SANTO”. (Actos 2:38).
E então os apóstolos (e talvez outros dos discípulos) baptizaram-nos “PARA A REMISSÃO DOS PECADOS”. Comparemos isto com as palavras de nosso Senhor: “Àqueles a quem perdoardes os pecados lhe são perdoados” e “tudo o que ligares na terra será ligado nos céus”. Como vemos, há aqui uma harmonia perfeita.
Mas uma pessoa astuta e perspicaz não os poderia enganar? Ananias enganou-os? Foi logo fulminado com a morte. Como salientámos, “todos foram cheios do Espírito Santo”, Actos 2:4, e investidos com poderes miraculosos especiais (Actos 1:8), incluindo “o dom do conhecimento”.
Em Actos 3:19-21 vemos Pedro oferecer a Israel “os tempos do refrigério” e o retorno de Cristo. Ele fez isto com plena autoridade oficial e há toda a evidência de que esta oferta foi ligada (aceite quando ligada) no céu.
Há numerosos casos idênticos no registo do ministério dos apóstolos, mas um de significado particular é visto em Actos 10, precisamente após a conversão de Saulo:
Pedro não se encontrava deslocado da vontade de Deus quando hesitou ir aos Gentios. Ele conhecia bem o programa profético, no qual as nações seriam abençoadas por meio da ascensão e salvação de Israel (Isaías 60:1-3). Cheio do Espírito Santo, ele tinha declarado que Deus tinha ressuscitado Seu Filho Jesus para abençoar Israel primeiro, ao apartá-los das suas iniquidades, de modo tal que o Concerto Abraâmico pudesse ser cumprido e as nações pudessem ser abençoadas por meio deles (Ver Actos 3:25-26; e cf. Marcos 7:27, Lucas 24:47 e Actos 1:8). Israel deve ser primeiro trazida aos pés do Messias.
Porém Pedro aqui foi enviado por uma comissão especial à casa gentílica de Cornélio, “nada duvidando”. Os outros em Jerusalém, mais tarde, chamaram-no para que desse contas da sua acção, mas depois que ele “começou a fazer-lhes uma exposição por ordem” eles, por seu turno, “ouvindo estas coisas, apaziguaram-se e glorificaram a Deus, dizendo: na verdade, até aos Gentios deu Deus o arrependimento para a vida” (Actos 11:4, 18).
Sem de modo algum diminuir ou separar o aspecto do reino desta cena, não se deve perder de vista o facto de que quando Pedro foi à casa de Cornélio, não foi de acordo com o programa profético, ou a chamada “grande comissão”. Ele não foi enviado àqueles Gentios porque Israel recebera Cristo, mas porque Israel estava a rejeitar Cristo. Contudo o que Pedro tinha feito na terra fora ligado no céu e o subsequente ministério de Paulo foi reconhecido e sancionado pela igreja em Jerusalém mais tarde, tendo por base a acção de Pedro aqui (Ver Actos 15:1-18).
Ainda um outro acto oficial dos apóstolos, talvez o último, é referido em Gálatas 2, onde eles, por meio dos seus líderes, 4 reconheceram Paulo como “o apóstolo dos Gentios”.
Nós citamos:
“E SUBI POR UMA REVELAÇÁO (A JERUSALÉM), E LHES EXPUS O EVANGELHO QUE PREGO ENTRE OS GENTIOS, E PARTICULARMENTE AOS QUE ESTAVAM EM ESTIMA; PARA QUE DE MANEIRA ALGUMA NÃO CORRESSE OU NÃO TIVESSE CORRIDO EM VÃO”.
“E CONHECENDO TIAGO, CEFAS, E JOÃO, QUE ERAM CONSIDERADOS COMO AS COLUNAS, A GRAÇA QUE SE ME HAVIA DADO DERAM-NOS AS DEXTRAS, EM COMUNHÃO COMIGO E COM BARNABÉ, PARA QUE NÓS FOSSEMOS AOS GENTIOS, E ELES À CIRCUNCISÃO (aos judeus)”. (Gálatas 2:2, 9).
Por um solene acordo eles, que originalmente tinham sido enviados a “todo o mundo” e a “toda a criatura”, aqui agora, prometem confinar o seu ministério a Israel, enquanto que Paulo ia aos Gentios.
Estavam estes líderes dos doze deslocados da vontade de Deus ao estabelecerem este acordo? De modo algum! A revelação subsequente prova que eles estavam 100% dentro da vontade de Deus, tanto no se desligarem da sua comissão para evangelizar o mundo, como na concórdia em que Paulo devia ir aos Gentios, pois ao rejeitar Cristo Israel introduziu uma mudança no programa divino.
A resposta ao Catolicismo jaz somente aqui. 5 Aqui somente o machado está posto à raiz da árvore, pois à luz daquelas passagens é impossível manter a ideia que a igreja hodierna é uma perpetuação da organização que nosso Senhor estabeleceu quando esteve na terra. Há uma vasta diferença entre o reino dos céus, proclamado pelos doze, e o Corpo de Cristo, revelado por meio de Paulo.
Assim, pelo próprio argumento de Roma não pode haver qualquer sucessão apostólica, pois pela autoridade dada aos doze (uma autoridade que Roma insiste vigorosamente que eles tiveram) eles desligaram-se da sua obrigação de levar a cabo a “grande comissão” a seu termo, e reconheceram Paulo como apóstolo da nova dispensação. Notemos bem: o que eles ligaram na terra foi ligado nos céus, e o que eles desligaram na terra foi desligado nos céus.
O programa profético fora interrompido. O reino foi suspenso enquanto o Rei permanece exilado no Seu Exílio real. A profecia deu lugar ao “mistério” do propósito e graça de Deus.
Em Pentecostes vemos novamente os apóstolos exercerem em pleno a sua autoridade. Quando os presentes estavam convictos e perguntaram a Pedro e aos restantes apóstolos o que deviam fazer, Pedro replicou:
“ARREPENDEI-VOS, E CADA UM DE VÓS SEJA BAPTIZADO EM NOME DE JESUS CRISTO, PARA PERDÃO DOS PECADOS; E RECEBEREIS O DOM DO ESPÍRITO SANTO”. (Actos 2:38).
E então os apóstolos (e talvez outros dos discípulos) baptizaram-nos “PARA A REMISSÃO DOS PECADOS”. Comparemos isto com as palavras de nosso Senhor: “Àqueles a quem perdoardes os pecados lhe são perdoados” e “tudo o que ligares na terra será ligado nos céus”. Como vemos, há aqui uma harmonia perfeita.
Mas uma pessoa astuta e perspicaz não os poderia enganar? Ananias enganou-os? Foi logo fulminado com a morte. Como salientámos, “todos foram cheios do Espírito Santo”, Actos 2:4, e investidos com poderes miraculosos especiais (Actos 1:8), incluindo “o dom do conhecimento”.
Em Actos 3:19-21 vemos Pedro oferecer a Israel “os tempos do refrigério” e o retorno de Cristo. Ele fez isto com plena autoridade oficial e há toda a evidência de que esta oferta foi ligada (aceite quando ligada) no céu.
Há numerosos casos idênticos no registo do ministério dos apóstolos, mas um de significado particular é visto em Actos 10, precisamente após a conversão de Saulo:
Pedro não se encontrava deslocado da vontade de Deus quando hesitou ir aos Gentios. Ele conhecia bem o programa profético, no qual as nações seriam abençoadas por meio da ascensão e salvação de Israel (Isaías 60:1-3). Cheio do Espírito Santo, ele tinha declarado que Deus tinha ressuscitado Seu Filho Jesus para abençoar Israel primeiro, ao apartá-los das suas iniquidades, de modo tal que o Concerto Abraâmico pudesse ser cumprido e as nações pudessem ser abençoadas por meio deles (Ver Actos 3:25-26; e cf. Marcos 7:27, Lucas 24:47 e Actos 1:8). Israel deve ser primeiro trazida aos pés do Messias.
Porém Pedro aqui foi enviado por uma comissão especial à casa gentílica de Cornélio, “nada duvidando”. Os outros em Jerusalém, mais tarde, chamaram-no para que desse contas da sua acção, mas depois que ele “começou a fazer-lhes uma exposição por ordem” eles, por seu turno, “ouvindo estas coisas, apaziguaram-se e glorificaram a Deus, dizendo: na verdade, até aos Gentios deu Deus o arrependimento para a vida” (Actos 11:4, 18).
Sem de modo algum diminuir ou separar o aspecto do reino desta cena, não se deve perder de vista o facto de que quando Pedro foi à casa de Cornélio, não foi de acordo com o programa profético, ou a chamada “grande comissão”. Ele não foi enviado àqueles Gentios porque Israel recebera Cristo, mas porque Israel estava a rejeitar Cristo. Contudo o que Pedro tinha feito na terra fora ligado no céu e o subsequente ministério de Paulo foi reconhecido e sancionado pela igreja em Jerusalém mais tarde, tendo por base a acção de Pedro aqui (Ver Actos 15:1-18).
Ainda um outro acto oficial dos apóstolos, talvez o último, é referido em Gálatas 2, onde eles, por meio dos seus líderes, 4 reconheceram Paulo como “o apóstolo dos Gentios”.
Nós citamos:
“E SUBI POR UMA REVELAÇÁO (A JERUSALÉM), E LHES EXPUS O EVANGELHO QUE PREGO ENTRE OS GENTIOS, E PARTICULARMENTE AOS QUE ESTAVAM EM ESTIMA; PARA QUE DE MANEIRA ALGUMA NÃO CORRESSE OU NÃO TIVESSE CORRIDO EM VÃO”.
“E CONHECENDO TIAGO, CEFAS, E JOÃO, QUE ERAM CONSIDERADOS COMO AS COLUNAS, A GRAÇA QUE SE ME HAVIA DADO DERAM-NOS AS DEXTRAS, EM COMUNHÃO COMIGO E COM BARNABÉ, PARA QUE NÓS FOSSEMOS AOS GENTIOS, E ELES À CIRCUNCISÃO (aos judeus)”. (Gálatas 2:2, 9).
Por um solene acordo eles, que originalmente tinham sido enviados a “todo o mundo” e a “toda a criatura”, aqui agora, prometem confinar o seu ministério a Israel, enquanto que Paulo ia aos Gentios.
Estavam estes líderes dos doze deslocados da vontade de Deus ao estabelecerem este acordo? De modo algum! A revelação subsequente prova que eles estavam 100% dentro da vontade de Deus, tanto no se desligarem da sua comissão para evangelizar o mundo, como na concórdia em que Paulo devia ir aos Gentios, pois ao rejeitar Cristo Israel introduziu uma mudança no programa divino.
A resposta ao Catolicismo jaz somente aqui. 5 Aqui somente o machado está posto à raiz da árvore, pois à luz daquelas passagens é impossível manter a ideia que a igreja hodierna é uma perpetuação da organização que nosso Senhor estabeleceu quando esteve na terra. Há uma vasta diferença entre o reino dos céus, proclamado pelos doze, e o Corpo de Cristo, revelado por meio de Paulo.
Assim, pelo próprio argumento de Roma não pode haver qualquer sucessão apostólica, pois pela autoridade dada aos doze (uma autoridade que Roma insiste vigorosamente que eles tiveram) eles desligaram-se da sua obrigação de levar a cabo a “grande comissão” a seu termo, e reconheceram Paulo como apóstolo da nova dispensação. Notemos bem: o que eles ligaram na terra foi ligado nos céus, e o que eles desligaram na terra foi desligado nos céus.
O programa profético fora interrompido. O reino foi suspenso enquanto o Rei permanece exilado no Seu Exílio real. A profecia deu lugar ao “mistério” do propósito e graça de Deus.
4 Não obstante o Tiago desta passagem não ser, provavelmente, um dos doze.
5 Ver o opúsculo do autor: A Resposta ao Catolicismo: Os protestantes têm-na?
5 Ver o opúsculo do autor: A Resposta ao Catolicismo: Os protestantes têm-na?
CORNELIUS R. STAM
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (I)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (III)
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