Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (LX)
A SOLUÇÃO
A solução para este problema e a resposta às pretensões de Roma é novamente dispensacional. Jaz no facto de que de tempo a tempo Deus muda o Seu modo de tratar com os homens - uma premissa que deve ser aceite pelos Romanistas, se na verdade nosso Senhor conferiu tais poderes aos Seus discípulos após vários milhares de anos da história humana terem já decorrido - e que a igreja de hoje não é uma perpetuação da organização que Cristo fundou quando esteve na terra.
De facto nosso Senhor deu autoridade aos doze, com Pedro como seu chefe, para actuarem oficialmente na Sua ausência.
Consideremos João 20:23 a luz do seu contexto, começando no versículo 21:
“Disse-lhes pois Jesus outra vez. Paz seja convosco, ASSIM COMO O PAI ME ENVIOU, TAMBÉM EU VOS ENVIO A VÓS. E, havendo dito isto, assoprou sobre eles e disse-lhes: RECEBEI O ESPÍRITO SANTO. ÀQUELES A QUEM PERDOARDES OS PECADOS LHE SÃO PERDOADOS; E ÀQUELES A QUEM OS RETIVERDES LHES SÃO RETIDOS” (João 20: 21-13).
“Assim como o Pai Me enviou, também Eu vos envio a vós”. À luz destas palavras será estranho ver nosso Senhor conferir poderes oficiais? Estas palavras deviam ser comparadas com as palavras do Senhor aos doze em Lucas 22: 28-30:
“E vós sois os que tendes permanecido comigo nas minhas tentações.
“E EU VOS DESTINO O REINO, COMO MEU PAI MO DESTINOU;
“Para que comais e bebais à Minha mesa no Meu reino, e vos assenteis sobre tronos, julgando as doze tribos de Israel”.
Significa então isto que nosso Senhor confiou e entregou o perdão de pecados nas mãos de homens falíveis? Não, não homens falíveis, pois em Pentecostes o Espírito Santo controlou-os sobrenaturalmente. Naquele antegosto do milénio os crentes viviam juntos dum modo que mesmo os crentes mais espirituais hoje não podem viver, nem vivem. Na verdade nós não vemos os apóstolos serem acusados de um único erro até depois da conversão de Saulo. Além disso Deus deu-lhes dons sobrenaturais para qualificá-los para a sua obra.
Subentende-se, certamente, que os apóstolos não possuíam qualquer poder essencial em si mesmos para remir pecados. Como nós dizemos, o que eles possuíam era poder delegado adestrado sob o controle de Deus o Espírito Santo.
Em Marcos 2:7 os escribas intentam contra Cristo dizendo: “Porque diz Este assim blasfémias? Quem pode perdoar pecados, senão Deus?”
Seremos nós também, talvez, propensos a concordar prontamente com aqueles escribas? Não nos devemos esquecer que o próprio Senhor afirmou:
“E também o Pai a ninguém julga, mas deu ao Filho todo o juízo.
“E deu-Lhe o poder de exercer o juízo, PORQUE É O FILHO DO HOMEM” (João 5:22, 27).
Certamente que o Senhor Jesus tinha autoridade para admitir os homens no reino ou para impedir a sua entrada nele. Sem dúvida, como o Filho do Homem, podia remir pecados, e o que Ele ligou na terra certamente foi ligado nos céus.
E agora Ele confere esses poderes aos seus seguidores como oficiais no reino:
“ASSIM COMO O PAI ME ENVIOU, TAMBÉM EU VOS ENVIO A VÓS, E EU VOS DESTINO O REINO, COMO MEU PAI MO DESTINOU” (João 20:21).
“E EU VOS DESTINO O REINO, COMO MEU PAI MO DESTINOU;” (Lucas 22:29).
Mateus 21:43 revela com clareza que o reino devia ser TIRADO dos príncipes dos sacerdotes e anciãos em Israel e Lucas 12:32 revela igualmente com clareza que o reino devia ser DADO ao “pequeno rebanho” dos seguidores de Cristo. Citamos aqui essas passagens:
Mateus 21:43 “PORTANTO EU VOS DIGO QUE O REINO DE DEUS VOS SERÁ TIRADO, E SERÁ DADO A UMA NAÇÃO 1 QUE DÊ OS SEUS FRUTOS”.
Lucas 12:32: “NÃO TEMAS, Ó PEQUENO REBANHO, PORQUE A VOSSO PAI AGRADOU DAR-VOS O REINO”.
Mateus 19:28 revela ainda com mais clareza que a autoridade neste reino 2 devia estar centralizada nos doze apóstolos:
“E JESUS DISSE-LHES: EM VERDADE VOS DIGO QUE VÓS, QUE ME SEGUISTES, QUANDO, NA REGENERAÇÃO, O FILHO DO HOMEM SE ASSENTAR NO TRONO DA SUA GLÓRIA, TAMBÉM VOS ASSENTAREIS SOBRE DOZE TRONOS, PARA JULGAR AS DOZE TRIBOS DE ISRAEL”.
Finalmente, em Mateus 16:19 Pedro é salientado 3 como chefe dos doze, quando nosso Senhor diz:
“E EU TE DAREI AS CHAVES DO REINO DOS CÉUS”.
Pedro é consistentemente salientado como líder dos doze deste modo:
Actos 1:15: “... levantando-se Pedro no meio dos discípulos ...”
Actos 2:14: “Pedro, porém, pondo-se em pé com os doze ...”
Actos 2:37: “... Pedro e aos demais apóstolos ...”
Actos 5:29: “... Pedro e os apóstolos ...”
É lamentável que os Protestantes em vez de provarem pelas Escrituras o facto de que a igreja hodierna não é uma perpetuação da organização que nosso Senhor fundou quando esteve na terra, tentem em vão refutar o que Mateus 16:19 declara com clareza! É óbvio que quem possui as chaves dum edifício tem o poder de admitir ou de impedir a entrada dos outros. Uma passagem semelhante (Isaías 22:20-23) descreve Eliaquim recebendo a chave da casa de David; isto é, estava em seu poder admitir ou excluir os homens do governo de Israel.
1 Notemos cuidadosamente que o reino devia ser dado a “uma nação”, não “às nações”. Além disso, esta nação devia dar os frutos que Israel, sob os seus líderes daqueles dias tinha falhado em produzir. Esta “nação” era o remanescente crente em Israel, composto dos seguidores do Messias.
2 Sob Cristo.
3 As referências nas epístolas também salientam Pedro deste modo.
De facto nosso Senhor deu autoridade aos doze, com Pedro como seu chefe, para actuarem oficialmente na Sua ausência.
Consideremos João 20:23 a luz do seu contexto, começando no versículo 21:
“Disse-lhes pois Jesus outra vez. Paz seja convosco, ASSIM COMO O PAI ME ENVIOU, TAMBÉM EU VOS ENVIO A VÓS. E, havendo dito isto, assoprou sobre eles e disse-lhes: RECEBEI O ESPÍRITO SANTO. ÀQUELES A QUEM PERDOARDES OS PECADOS LHE SÃO PERDOADOS; E ÀQUELES A QUEM OS RETIVERDES LHES SÃO RETIDOS” (João 20: 21-13).
“Assim como o Pai Me enviou, também Eu vos envio a vós”. À luz destas palavras será estranho ver nosso Senhor conferir poderes oficiais? Estas palavras deviam ser comparadas com as palavras do Senhor aos doze em Lucas 22: 28-30:
“E vós sois os que tendes permanecido comigo nas minhas tentações.
“E EU VOS DESTINO O REINO, COMO MEU PAI MO DESTINOU;
“Para que comais e bebais à Minha mesa no Meu reino, e vos assenteis sobre tronos, julgando as doze tribos de Israel”.
Significa então isto que nosso Senhor confiou e entregou o perdão de pecados nas mãos de homens falíveis? Não, não homens falíveis, pois em Pentecostes o Espírito Santo controlou-os sobrenaturalmente. Naquele antegosto do milénio os crentes viviam juntos dum modo que mesmo os crentes mais espirituais hoje não podem viver, nem vivem. Na verdade nós não vemos os apóstolos serem acusados de um único erro até depois da conversão de Saulo. Além disso Deus deu-lhes dons sobrenaturais para qualificá-los para a sua obra.
Subentende-se, certamente, que os apóstolos não possuíam qualquer poder essencial em si mesmos para remir pecados. Como nós dizemos, o que eles possuíam era poder delegado adestrado sob o controle de Deus o Espírito Santo.
Em Marcos 2:7 os escribas intentam contra Cristo dizendo: “Porque diz Este assim blasfémias? Quem pode perdoar pecados, senão Deus?”
Seremos nós também, talvez, propensos a concordar prontamente com aqueles escribas? Não nos devemos esquecer que o próprio Senhor afirmou:
“E também o Pai a ninguém julga, mas deu ao Filho todo o juízo.
“E deu-Lhe o poder de exercer o juízo, PORQUE É O FILHO DO HOMEM” (João 5:22, 27).
Certamente que o Senhor Jesus tinha autoridade para admitir os homens no reino ou para impedir a sua entrada nele. Sem dúvida, como o Filho do Homem, podia remir pecados, e o que Ele ligou na terra certamente foi ligado nos céus.
E agora Ele confere esses poderes aos seus seguidores como oficiais no reino:
“ASSIM COMO O PAI ME ENVIOU, TAMBÉM EU VOS ENVIO A VÓS, E EU VOS DESTINO O REINO, COMO MEU PAI MO DESTINOU” (João 20:21).
“E EU VOS DESTINO O REINO, COMO MEU PAI MO DESTINOU;” (Lucas 22:29).
Mateus 21:43 revela com clareza que o reino devia ser TIRADO dos príncipes dos sacerdotes e anciãos em Israel e Lucas 12:32 revela igualmente com clareza que o reino devia ser DADO ao “pequeno rebanho” dos seguidores de Cristo. Citamos aqui essas passagens:
Mateus 21:43 “PORTANTO EU VOS DIGO QUE O REINO DE DEUS VOS SERÁ TIRADO, E SERÁ DADO A UMA NAÇÃO 1 QUE DÊ OS SEUS FRUTOS”.
Lucas 12:32: “NÃO TEMAS, Ó PEQUENO REBANHO, PORQUE A VOSSO PAI AGRADOU DAR-VOS O REINO”.
Mateus 19:28 revela ainda com mais clareza que a autoridade neste reino 2 devia estar centralizada nos doze apóstolos:
“E JESUS DISSE-LHES: EM VERDADE VOS DIGO QUE VÓS, QUE ME SEGUISTES, QUANDO, NA REGENERAÇÃO, O FILHO DO HOMEM SE ASSENTAR NO TRONO DA SUA GLÓRIA, TAMBÉM VOS ASSENTAREIS SOBRE DOZE TRONOS, PARA JULGAR AS DOZE TRIBOS DE ISRAEL”.
Finalmente, em Mateus 16:19 Pedro é salientado 3 como chefe dos doze, quando nosso Senhor diz:
“E EU TE DAREI AS CHAVES DO REINO DOS CÉUS”.
Pedro é consistentemente salientado como líder dos doze deste modo:
Actos 1:15: “... levantando-se Pedro no meio dos discípulos ...”
Actos 2:14: “Pedro, porém, pondo-se em pé com os doze ...”
Actos 2:37: “... Pedro e aos demais apóstolos ...”
Actos 5:29: “... Pedro e os apóstolos ...”
É lamentável que os Protestantes em vez de provarem pelas Escrituras o facto de que a igreja hodierna não é uma perpetuação da organização que nosso Senhor fundou quando esteve na terra, tentem em vão refutar o que Mateus 16:19 declara com clareza! É óbvio que quem possui as chaves dum edifício tem o poder de admitir ou de impedir a entrada dos outros. Uma passagem semelhante (Isaías 22:20-23) descreve Eliaquim recebendo a chave da casa de David; isto é, estava em seu poder admitir ou excluir os homens do governo de Israel.
1 Notemos cuidadosamente que o reino devia ser dado a “uma nação”, não “às nações”. Além disso, esta nação devia dar os frutos que Israel, sob os seus líderes daqueles dias tinha falhado em produzir. Esta “nação” era o remanescente crente em Israel, composto dos seguidores do Messias.
2 Sob Cristo.
3 As referências nas epístolas também salientam Pedro deste modo.
CORNELIUS R. STAM
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (I)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (III)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (IV)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (V)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (VI)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (VII)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (VIII)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (IX)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (X)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XI)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XII)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XIII)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XIV)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XV)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XVI)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XVII)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XVIII)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XIX)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XX)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XXI)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XXII)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XXIII)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XXIV)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XXV)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XXVI)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XXVII)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XXVIII)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XXIX)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XXX)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XXXI)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XXXII)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XXXIII)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XXXIV)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XXXV)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XXXVI)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XXXVII)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XXXVIII)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XXXIX)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XL)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XLI)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XLII)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XLIII)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XLIV)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XLV)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XLVI)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XLVII)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XLVIII)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XLIX)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (L)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (LI)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (LII)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (LIII)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (LIV)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (LV)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (LVI)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (LVII)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (LVIII)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (LIX)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (III)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (IV)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (V)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (VI)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (VII)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (VIII)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (IX)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (X)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XI)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XII)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XIII)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XIV)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XV)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XVI)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XVII)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XVIII)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XIX)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XX)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XXI)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XXII)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XXIII)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XXIV)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XXV)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XXVI)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XXVII)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XXVIII)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XXIX)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XXX)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XXXI)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XXXII)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XXXIII)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XXXIV)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XXXV)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XXXVI)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XXXVII)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XXXVIII)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XXXIX)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XL)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XLI)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XLII)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XLIII)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XLIV)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XLV)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XLVI)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XLVII)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XLVIII)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XLIX)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (L)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (LI)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (LII)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (LIII)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (LIV)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (LV)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (LVI)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (LVII)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (LVIII)
Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (LIX)



