Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XLVIII)
SAULO A CAMINHO DE DAMASCO
O Senhor também apareceu em glória a Paulo, porém sob circunstâncias muito diferentes e com um propósito muito diferente.
Como sabemos, Pedro e os onze não foram bem sucedidos na tentativa de trazerem Israel aos pés do Messias. Na verdade, a oposição do governo de Israel a Cristo tornou-se mesmo mais amarga do que antes da cruz, culminando a sua oposição com o derramamento do sangue de Estêvão, e depois com o derramamento de mais sangue, e cada vez mais.
É neste cenário que lemos acerca de Saulo de Tarso, pois foi ele que inspirou e liderou a “grande perseguição” contra os crentes Pentecostais.
Respeitantemente ao homicídio de Estêvão lemos: “E também Saulo consentiu na morte dele”, e no mesmo versículo: “E fez-se naquele dia uma grande perseguição contra a igreja que estava em Jerusalém” (Actos 8:1).
É verdade que Saulo foi o perseguidor líder, pois as Escrituras que registam a perseguição colocam-no em primeiro plano. Actos 8:3 diz: “E Saulo assolava a igreja” e o capítulo seguinte mostra-o “ainda respirando ameaças e mortes contra os discípulos do Senhor” (Actos 9:1). Os crentes em Damasco falaram dele como “o que em Jerusalém perseguia os que invocavam este Nome” (Actos 9:21).
O próprio Paulo, anos mais tarde, reconheceu: “Persegui este caminho até à morte, prendendo, e metendo em prisões, tanto varões como mulheres” (Actos 22:4), “encerrei muitos dos santos nas prisões; e quando os matavam eu dava o meu voto contra eles. E castigando-os muitas vezes por todas as sinagogas, os obriguei a blasfemar. E, enfurecido demasiadamente contra eles, até nas cidades estranhas os persegui” (Actos 26:10-11). Na sua carta aos Gálatas ele resume tudo isto nas seguintes palavras: “Sobremaneira perseguia a igreja de Deus e a assolava” (Gál. 1:13).
Saulo foi em tudo isto a personificação do espírito da rebelião de Israel contra o Messias. Todavia, quando a perseguição se encontrava no seu zénite; quando Saulo, respirando ameaças e mortes contra os seguidores do Messias, viajava para Damasco a fim de “destruir” ainda maior número deles, o Senhor rejeitado interveio e Saulo, como Pedro, viu o Senhor na glória e ouviu uma voz do céu.
Porém quão diferentes as circunstâncias!
Pedro, como apóstolo do Senhor, vira, ouvira, e proclamara que Jesus era o Cristo. Saulo foi o maior inimigo de Pedro por este proclamar esse facto. Pedro era o líder da igreja Pentecostal; Saulo era o líder da perseguição contra essa igreja.
Além disso, Paulo viu o Senhor, não na glória do Seu reino (na Sua glória real), como Pedro vira, mas na glória da Sua graça, exaltado “acima de todos os céus”.
Existem dois factos em relação à experiência de Saulo a caminho de Damasco que merecem particular atenção:
Primeiro, deverá ser notado que a rejeição do Senhor por parte de Israel era agora assumida. Antes do apedrejamento de Estêvão e do levantamento de Saulo, Deus oferecera o reino a Israel na hipótese 1 da nação se arrepender e aceitar o seu Messias. Porém agora, com Israel a empreender a guerra contra a igreja (naquele dia) e com Saulo de Tarso a assolar a igreja, o Senhor rejeitado brada do céu: “Porque Me persegues?” Depois disto o reino nunca mais foi oferecido a Israel, tanto quanto o registo deixa transparecer.
Segundo, deverá ser notado que apesar de Saulo ter sido o pior inimigo de Cristo na terra, o Senhor trata-o ainda assim com graça. Em vez de o julgar, salvou-o!
Tudo isto é profundamente significante, pois, uma vez que a nação de Israel se voltara contra Deus como Seu inimigo, Deus encerrá-la-ia agora em incredulidade, juntamente com os Gentios, “para com todos usar de misericórdia” (Rom. 11:32).
Olhando retrospectivamente, anos mais tarde, Paulo refere-se a si como “blasfemo, perseguidor e opressor”, todavia, continua a dizer:
“E A GRAÇA DE NOSSO SENHOR SUPERABUNDOU COM A FÉ E AMOR QUE HÁ EM JESUS CRISTO. ESTA É UMA PALAVRA FIEL, E DIGNA DE TODA A ACEITAÇÃO, QUE CRISTO JESUS VEIO AO MUNDO, PARA SALVAR OS PECADORES, DOS QUAIS EU SOU O PRINCIPAL. MAS POR ISSO ALCANCEI MISERICÓRDIA, PARA QUE EM MIM, QUE SOU O PRINCIPAL, JESUS CRISTO MOSTRASSE TODA A SUA LONGANIMIDADE, PARA EXEMPLO DOS QUE HAVIAM DE CRER NELE PARA A VIDA ETERNA” (I Tim. 1:14-16).
É difícil de compreender como é que se pode ler esta porção das Escrituras sem se ver que Deus principiou uma nova dispensação com a conversão de Saulo. Em vez de julgar logo Israel e o mundo, o Senhor rejeitado demonstrou o Seu amor infinito ao salvar Saulo e ao enviá-lo com “o Evangelho da graça de Deus” (Actos 20:24). Esta “dispensação da graça de Deus” por Paulo é a dispensação sob a qual nós agora vivemos. Esta dispensação não terminará antes do Senhor vir chamar os membros do Seu corpo para o céu. Então o programa profético será de novo reatado e as taças da ira de Deus serão derramadas sobre o mundo que rejeita Cristo.
1 Certamente que estamos conscientes do facto de que Deus sabia que Israel rejeitaria Cristo; não obstante, nos Seus tratos com eles Ele supôs - e a hipótese era legítima que Israel aceitaria Cristo.
Como sabemos, Pedro e os onze não foram bem sucedidos na tentativa de trazerem Israel aos pés do Messias. Na verdade, a oposição do governo de Israel a Cristo tornou-se mesmo mais amarga do que antes da cruz, culminando a sua oposição com o derramamento do sangue de Estêvão, e depois com o derramamento de mais sangue, e cada vez mais.
É neste cenário que lemos acerca de Saulo de Tarso, pois foi ele que inspirou e liderou a “grande perseguição” contra os crentes Pentecostais.
Respeitantemente ao homicídio de Estêvão lemos: “E também Saulo consentiu na morte dele”, e no mesmo versículo: “E fez-se naquele dia uma grande perseguição contra a igreja que estava em Jerusalém” (Actos 8:1).
É verdade que Saulo foi o perseguidor líder, pois as Escrituras que registam a perseguição colocam-no em primeiro plano. Actos 8:3 diz: “E Saulo assolava a igreja” e o capítulo seguinte mostra-o “ainda respirando ameaças e mortes contra os discípulos do Senhor” (Actos 9:1). Os crentes em Damasco falaram dele como “o que em Jerusalém perseguia os que invocavam este Nome” (Actos 9:21).
O próprio Paulo, anos mais tarde, reconheceu: “Persegui este caminho até à morte, prendendo, e metendo em prisões, tanto varões como mulheres” (Actos 22:4), “encerrei muitos dos santos nas prisões; e quando os matavam eu dava o meu voto contra eles. E castigando-os muitas vezes por todas as sinagogas, os obriguei a blasfemar. E, enfurecido demasiadamente contra eles, até nas cidades estranhas os persegui” (Actos 26:10-11). Na sua carta aos Gálatas ele resume tudo isto nas seguintes palavras: “Sobremaneira perseguia a igreja de Deus e a assolava” (Gál. 1:13).
Saulo foi em tudo isto a personificação do espírito da rebelião de Israel contra o Messias. Todavia, quando a perseguição se encontrava no seu zénite; quando Saulo, respirando ameaças e mortes contra os seguidores do Messias, viajava para Damasco a fim de “destruir” ainda maior número deles, o Senhor rejeitado interveio e Saulo, como Pedro, viu o Senhor na glória e ouviu uma voz do céu.
Porém quão diferentes as circunstâncias!
Pedro, como apóstolo do Senhor, vira, ouvira, e proclamara que Jesus era o Cristo. Saulo foi o maior inimigo de Pedro por este proclamar esse facto. Pedro era o líder da igreja Pentecostal; Saulo era o líder da perseguição contra essa igreja.
Além disso, Paulo viu o Senhor, não na glória do Seu reino (na Sua glória real), como Pedro vira, mas na glória da Sua graça, exaltado “acima de todos os céus”.
Existem dois factos em relação à experiência de Saulo a caminho de Damasco que merecem particular atenção:
Primeiro, deverá ser notado que a rejeição do Senhor por parte de Israel era agora assumida. Antes do apedrejamento de Estêvão e do levantamento de Saulo, Deus oferecera o reino a Israel na hipótese 1 da nação se arrepender e aceitar o seu Messias. Porém agora, com Israel a empreender a guerra contra a igreja (naquele dia) e com Saulo de Tarso a assolar a igreja, o Senhor rejeitado brada do céu: “Porque Me persegues?” Depois disto o reino nunca mais foi oferecido a Israel, tanto quanto o registo deixa transparecer.
Segundo, deverá ser notado que apesar de Saulo ter sido o pior inimigo de Cristo na terra, o Senhor trata-o ainda assim com graça. Em vez de o julgar, salvou-o!
Tudo isto é profundamente significante, pois, uma vez que a nação de Israel se voltara contra Deus como Seu inimigo, Deus encerrá-la-ia agora em incredulidade, juntamente com os Gentios, “para com todos usar de misericórdia” (Rom. 11:32).
Olhando retrospectivamente, anos mais tarde, Paulo refere-se a si como “blasfemo, perseguidor e opressor”, todavia, continua a dizer:
“E A GRAÇA DE NOSSO SENHOR SUPERABUNDOU COM A FÉ E AMOR QUE HÁ EM JESUS CRISTO. ESTA É UMA PALAVRA FIEL, E DIGNA DE TODA A ACEITAÇÃO, QUE CRISTO JESUS VEIO AO MUNDO, PARA SALVAR OS PECADORES, DOS QUAIS EU SOU O PRINCIPAL. MAS POR ISSO ALCANCEI MISERICÓRDIA, PARA QUE EM MIM, QUE SOU O PRINCIPAL, JESUS CRISTO MOSTRASSE TODA A SUA LONGANIMIDADE, PARA EXEMPLO DOS QUE HAVIAM DE CRER NELE PARA A VIDA ETERNA” (I Tim. 1:14-16).
É difícil de compreender como é que se pode ler esta porção das Escrituras sem se ver que Deus principiou uma nova dispensação com a conversão de Saulo. Em vez de julgar logo Israel e o mundo, o Senhor rejeitado demonstrou o Seu amor infinito ao salvar Saulo e ao enviá-lo com “o Evangelho da graça de Deus” (Actos 20:24). Esta “dispensação da graça de Deus” por Paulo é a dispensação sob a qual nós agora vivemos. Esta dispensação não terminará antes do Senhor vir chamar os membros do Seu corpo para o céu. Então o programa profético será de novo reatado e as taças da ira de Deus serão derramadas sobre o mundo que rejeita Cristo.
1 Certamente que estamos conscientes do facto de que Deus sabia que Israel rejeitaria Cristo; não obstante, nos Seus tratos com eles Ele supôs - e a hipótese era legítima que Israel aceitaria Cristo.
CORNELIUS R. STAM
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