Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XLVII)
PEDRO NO ALTO MONTE
Em Mateus 4:17 lemos:
“DESDE ENTÃO COMEÇOU JESUS A PREGAR, E A DIZER: ARREPENDEI-VOS, PORQUE É CHEGADO O REINO DOS CÉUS”.
Mateus 10:5-7 diz-nos como o Senhor enviou os Seus doze apóstolos com a mesma mensagem: “É chegado o reino dos céus”.
Como é que a mensagem foi recebida? Mateus 16:21 responde a esta questão:
“DESDE ENTÃO COMEÇOU JESUS A MOSTRAR AOS SEUS DISCÍPULOS QUE CONVINHA IR A JERUSALÉM, E PADECER MUITO DOS ANCIÃOS, E DOS PRINCIPAIS DOS SACERDOTES, E DOS ESCRIBAS, E SER MORTO, E RESSUSCITAR AO TERCEIRO DIA.”
Imaginemos agora os sentimentos dos apóstolos. Eles já se encontravam desencorajados com o pobre resultado da proclamação que tinham feito do reino. E agora a oposição dos líderes torna-se mais intensa e o seu Senhor começa a falar em ser morto!
Se a Sua atitude “derrotista” os confundia, eles perderam completamente a compreensão da referência que Ele fizera à Sua ressurreição. Na verdade, o registo em Lucas 18:34 declara de três formas diferentes que eles não possuiam a menor ideia daquilo que Ele estivera a falar. Aparentemente eles apenas podiam concluir que Ele estava a admitir a derrota, pois no versículo seguinte do registo de Mateus lemos:
“E Pedro, tomando-O de parte, começou a repreendê-l’O, dizendo: Senhor, tem compaixão de Ti; de modo nenhum te acontecerá isso” (Mateus 16:22).
Sem dúvida que esta atitude da parte dos apóstolos constituía uma grande razão para que nosso Senhor Se transfigurasse.
Apesar de falar aos apóstolos da Sua rejeição por parte de Israel e da aproximação da Sua morte, Ele queria encorajá-los de novo no respeitante ao êxito final. Assim, tomou os três que Lhe eram mais chegados e deu-lhes um vislumbre da glória e da majestade que serão Suas um dia. O incidente é-nos descrito em Mateus 17:1-2:
“SEIS DIAS DEPOIS, TOMOU JESUS CONSIGO A PEDRO, E A TIAGO, E A JOÃO, SEU IRMÃO, E OS CONDUZIU EM PARTICULAR A UM ALTO MONTE,
“E TRANSFIGUROU-SE DIANTE DELES; E O SEU ROSTO RESPLANDECEU COMO O SOL, E OS SEUS VESTIDOS SE TORNARAM BRANCOS COMO A LUZ”.
Nesse dia Pedro, Tiago e João tornaram-se “testemunhas da Sua majestade” e ouviram a voz de Deus, confirmando o que tinham visto. Agora, acontecesse o que acontecesse, eles já não tinham razão alguma para duvidar que Cristo era o Ungido de Deus e reinaria em glória.
Uns trinta anos após a ascensão, quando Cristo ainda continuava ausente, Pedro referiu-se retrospectivamente a essa experiência, como revelámos atrás, assegurando aos seus leitores que ele, Tiago e João não tinham seguido “fábulas artificialmente compostas”, quando tinham proclamado “a virtude e vinda” de Cristo, mas que “eram testemunhas da Sua majestade”, e que tinham ouvido a “voz do céu”, do Pai, confirmando o que tinham visto.
Assim, Pedro viu na verdade o Senhor na Sua glória mas, deve ser notado, na glória do Seu reino na terra. Ele próprio associa a visão ao “poder e vinda” do Senhor.
“DESDE ENTÃO COMEÇOU JESUS A PREGAR, E A DIZER: ARREPENDEI-VOS, PORQUE É CHEGADO O REINO DOS CÉUS”.
Mateus 10:5-7 diz-nos como o Senhor enviou os Seus doze apóstolos com a mesma mensagem: “É chegado o reino dos céus”.
Como é que a mensagem foi recebida? Mateus 16:21 responde a esta questão:
“DESDE ENTÃO COMEÇOU JESUS A MOSTRAR AOS SEUS DISCÍPULOS QUE CONVINHA IR A JERUSALÉM, E PADECER MUITO DOS ANCIÃOS, E DOS PRINCIPAIS DOS SACERDOTES, E DOS ESCRIBAS, E SER MORTO, E RESSUSCITAR AO TERCEIRO DIA.”
Imaginemos agora os sentimentos dos apóstolos. Eles já se encontravam desencorajados com o pobre resultado da proclamação que tinham feito do reino. E agora a oposição dos líderes torna-se mais intensa e o seu Senhor começa a falar em ser morto!
Se a Sua atitude “derrotista” os confundia, eles perderam completamente a compreensão da referência que Ele fizera à Sua ressurreição. Na verdade, o registo em Lucas 18:34 declara de três formas diferentes que eles não possuiam a menor ideia daquilo que Ele estivera a falar. Aparentemente eles apenas podiam concluir que Ele estava a admitir a derrota, pois no versículo seguinte do registo de Mateus lemos:
“E Pedro, tomando-O de parte, começou a repreendê-l’O, dizendo: Senhor, tem compaixão de Ti; de modo nenhum te acontecerá isso” (Mateus 16:22).
Sem dúvida que esta atitude da parte dos apóstolos constituía uma grande razão para que nosso Senhor Se transfigurasse.
Apesar de falar aos apóstolos da Sua rejeição por parte de Israel e da aproximação da Sua morte, Ele queria encorajá-los de novo no respeitante ao êxito final. Assim, tomou os três que Lhe eram mais chegados e deu-lhes um vislumbre da glória e da majestade que serão Suas um dia. O incidente é-nos descrito em Mateus 17:1-2:
“SEIS DIAS DEPOIS, TOMOU JESUS CONSIGO A PEDRO, E A TIAGO, E A JOÃO, SEU IRMÃO, E OS CONDUZIU EM PARTICULAR A UM ALTO MONTE,
“E TRANSFIGUROU-SE DIANTE DELES; E O SEU ROSTO RESPLANDECEU COMO O SOL, E OS SEUS VESTIDOS SE TORNARAM BRANCOS COMO A LUZ”.
Nesse dia Pedro, Tiago e João tornaram-se “testemunhas da Sua majestade” e ouviram a voz de Deus, confirmando o que tinham visto. Agora, acontecesse o que acontecesse, eles já não tinham razão alguma para duvidar que Cristo era o Ungido de Deus e reinaria em glória.
Uns trinta anos após a ascensão, quando Cristo ainda continuava ausente, Pedro referiu-se retrospectivamente a essa experiência, como revelámos atrás, assegurando aos seus leitores que ele, Tiago e João não tinham seguido “fábulas artificialmente compostas”, quando tinham proclamado “a virtude e vinda” de Cristo, mas que “eram testemunhas da Sua majestade”, e que tinham ouvido a “voz do céu”, do Pai, confirmando o que tinham visto.
Assim, Pedro viu na verdade o Senhor na Sua glória mas, deve ser notado, na glória do Seu reino na terra. Ele próprio associa a visão ao “poder e vinda” do Senhor.
CORNELIUS R. STAM
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