Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XXXVII)
PAULO E O RETORNO DO SENHOR
Certamente que o ministério de Pedro no princípio dos Actos tinha em vista o retorno do Senhor à terra; o Seu retorno para reinar em Jerusalém sobre Israel e as nações.
Paulo também tem muito a dizer acerca do retorno do Senhor, mas uma vez mais existe uma diferença. A Paulo foi revelado que a dispensação da graça seria trazida ao seu término com a vinda de Cristo para arrebatar os membros do Seu corpo, antes do derramamento da Sua ira e do Seu retorno à terra para reinar.
Que isto fazia parte do “mistério” a respeito do corpo, que lhe tinha sido revelado pelo Senhor glorificado, vê-se claramente nas suas próprias palavras:
“DIZEMO-VOS, POIS, ISTO PELA PALAVRA DO SENHOR, que nós os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem.
"Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus: e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro.
"Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras” (I Tes. 4:15-18).
“EIS AQUI VOS DIGO UM MISTÉRIO: Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados.
“Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados” (I Cor. 15:51-52).
Notemos de novo, nestas passagens, que Paulo não podia ter esperado que a dispensação da graça perdurasse por muitos anos, pois ele diz: “NÓS nem todos dormiremos” e “NÓS, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens a encontrar o Senhor no ares”. Além disso, ele instrui consistentemente os crentes dos seus dias a esperarem e a aguardarem o Senhor na sua vinda para os tomar para o céu (Fil. 3:20; I Tes. 1:10; Tito 2:13).
O espaço não nos permite um estudo aprofundado deste tema maravilhoso neste volume, mas permite-nos dizer aqui que a graça e a longanimidade de Deus em prolongar a presente dispensação e em retardar o juízo do mundo por cerca de 1900 anos deveriam encher os nossos corações de admiração e de gratidão, enquanto que a “bem-aventurada esperança” da Sua vinda para nós deveria ao mesmo tempo manter-nos em vigília e espera contínuas, pois Ele pode vir antes do leitor ter acabado de ler este volume.
Que isto fazia parte do “mistério” a respeito do corpo, que lhe tinha sido revelado pelo Senhor glorificado, vê-se claramente nas suas próprias palavras:
“DIZEMO-VOS, POIS, ISTO PELA PALAVRA DO SENHOR, que nós os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem.
"Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus: e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro.
"Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras” (I Tes. 4:15-18).
“EIS AQUI VOS DIGO UM MISTÉRIO: Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados.
“Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados” (I Cor. 15:51-52).
Notemos de novo, nestas passagens, que Paulo não podia ter esperado que a dispensação da graça perdurasse por muitos anos, pois ele diz: “NÓS nem todos dormiremos” e “NÓS, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens a encontrar o Senhor no ares”. Além disso, ele instrui consistentemente os crentes dos seus dias a esperarem e a aguardarem o Senhor na sua vinda para os tomar para o céu (Fil. 3:20; I Tes. 1:10; Tito 2:13).
O espaço não nos permite um estudo aprofundado deste tema maravilhoso neste volume, mas permite-nos dizer aqui que a graça e a longanimidade de Deus em prolongar a presente dispensação e em retardar o juízo do mundo por cerca de 1900 anos deveriam encher os nossos corações de admiração e de gratidão, enquanto que a “bem-aventurada esperança” da Sua vinda para nós deveria ao mesmo tempo manter-nos em vigília e espera contínuas, pois Ele pode vir antes do leitor ter acabado de ler este volume.
CORNELIUS R. STAM
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