Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (XXXV)
O PROGRAMA PROFÉTICO INTERROMPIDO
Todavia é importante notar que nem todos os sinais do “dia do Senhor” apareceram em Pentecostes. Apareceram os “sinais em baixo na terra”, porém não os “prodígios em cima no céu”. Houve o derramamento do Espírito Santo, as línguas e visões e profecias, não porém o “sangue, fogo, e vapor de fumo”, nem “o sol se converteu em trevas”, nem “a lua em sangue” (ver Actos 2:17-20). Mais, os sinais que apareceram desvaneceram-se de novo (I Cor. 13:8) quando o programa profético deu lugar ao “mistério”, o eterno propósito secreto de Deus.
Precisamente antes da ascensão do Senhor os apóstolos perguntaram: “Senhor, restaurarás Tu neste tempo o reino a Israel?” (Actos 1:6). Certamente que o Senhor sabia que Israel rejeitaria a oferta do reino, mas Ele não podia revelar isso aos onze, pois nesse caso eles não teriam feito a Israel um apelo a sério, do coração, e Israel, por sua vez, nesse caso, teria desculpas por rejeitar Cristo. Assim o Senhor declinou em responder à pergunta deles e disse:
“Não vos pertence saber os tempos ou as estações que o Pai estabeleceu pelo Seu próprio poder.
“Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há-de vir sobre vós; e SER-ME-EIS TESTEMUNHAS, TANTO EM JERUSALÉM COMO EM TODA A JUDEIA E SAMARIA, E ATÉ AOS CONFINS DA TERRA” (Actos 1:7-8).
Assim, a casa de Israel recebeu uma oferta a sério do retorno de Cristo e do estabelecimento do Seu reino, quando Pedro clamou:
“Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que seja, apagados os vossos pecados, e venham assim os tempos do refrigério pela presença do Senhor,
“E envie Ele a Jesus Cristo, que já dantes vos foi pregado” (Actos 3:19-20).
Certamente que este apelo foi um apelo à nação. Não significava que se aquela audiência se tivesse arrependido Cristo viria logo para introduzir o reino, pois sabemos que primeiramente ter-se-iam que cumprir vários eventos profetizados.
Contudo pode ser levantada a questão: Se o programa profético tivesse corrido o seu curso normal e uma nação de Israel arrependida tivesse sido trazida finalmente aos pés do Messias, como é que Deus introduziria a dispensação da graça? A resposta é simples: Ele sabia que eles não se arrependeriam e que isso será um factor nos Seus planos para introduzir a dispensação da graça.
O facto que dizia respeito ao povo de Israel naquele tempo era que uma oferta a sério lhes estava a ser feita para que se arrependessem o reino fosse introduzido e Cristo viesse ocupar o trono de David. Deus estava a responsabilizar Israel pela sua aceitação ou rejeição de Cristo e do Seu reino. Como sabemos, a nação apóstata não se arrependeu, mas uniu-se aos Gentios na sua rebelião contra Deus, e não se podia queixar se o cumprimento na profecia de Joel tivesse continuado e a ira de Deus fosse derramada sobre eles. Na verdade, os que se arrependeram foram cheios do Espírito Santo, sendo assim preparados para a prova por que passariam, como resultado da rebelião de Israel.
Assim, o mundo ficou preparado para a ira de Deus há mais de 1900 anos, e se o programa profético não tivesse sido graciosamente interrompido, o juízo teria caído então.
“MAS ONDE O PECADO ABUNDOU, SUPERABUNDOU A GRAÇA” (Rom. 5:20).
Foi a Paulo, esse outro apóstolo, que Deus revelou primeiramente “o mistério (segredo) da Sua vontade” (Ef. 1:9), “o Seu propósito e graça que nos foi dado em Cristo Jesus antes dos tempos dos séculos” (II Tim. 1:9).
O apóstolo diz em Ef. 3:1-3:
“Por esta causa, eu, Paulo, sou o prisioneiro de Jesus Cristo por vós, os Gentios;
“Se é que tendes ouvido A DISPENSAÇÃO DA GRAÇA DE DEUS, que para convosco me foi dada;
“Como ME FOI ESTE MISTÉRIO MANIFESTADO POR REVELAÇÃO ...”
Paulo, como os doze, teria lançado o seu ministério a partir de Jerusalém, mas a ele o Senhor revelou-lhe o que Ele não podia dizer aos onze antes da Sua ascensão. Em Actos 22:17-18 temos o registo do que se passou com Paulo:
“E aconteceu que, tornando eu para Jerusalém, quando orava no templo, fui arrebatado para fora de mim.
“E vi Aquele (Cristo) que me dizia: DÁ-TE DEPRESSA, E SAI APRESSADAMENTE DE JERUSALÉM, PORQUE NÃO RECEBERÃO O TEU TESTAMUNHO ACERCA DE MIM”.
Nessa altura Paulo, supondo que a sua reputação como ex-perseguidor de Cristo levaria os Judeus a escutá-lo e sentindo também, sem dúvida, que lhes devia uma explicação quanto à sua conduta, começou a argumentar o caso com o Senhor. Porém o Senhor replicou-lhe simplesmente:
“VAI, PORQUE HEI-DE ENVIAR-TE AOS GENTIOS DE LONGE” (versículo 21).
Toda esta passagem em Actos é cheia de significado. Porque é que o Senhor insistiu para que os doze principiassem o seu ministério em Jerusalém, e recusou a Paulo que começasse ali o seu? Porque o ministério de Paulo constituiria uma interrupção da comissão e programa dos doze. Com efeito, o Senhor disse a Paulo: “Eles não escutaram aos doze; nem te escutarão a ti, assim, deixa Jerusalém e vai aos Gentios”. Deus concluiu assim Israel em incredulidade, juntamente com os Gentios. É significante notar que depois do levantamento de Paulo nunca mais encontramos qualquer oferta do reino a Israel. 2 Contudo Deus fez isso para que pudesse “ter misericórdia de todos” (Rom. 11:32).
“Ó PROFUNDIDADE DAS RIQUEZAS, TANTO DA SABEDORIA, COMO DA CIÊNCIA DE DEUS! QUÃO INSONDÁVEIS SÃO OS SEUS JUÍZOS, E QUÃO INEXCRUTÁVEIS OS SEUS CAMINHOS” (Rom. 11:33).
E assim principiou a interrupção do programa profético a fim de Deus, por meio de Paulo, poder oferecer a todos os homens, em toda a parte, salvação pela graça, apenas por meio dos méritos do Cristo crucificado e ressuscitado.
“E pela cruz reconciliar AMBOS (Judeus e Gentios) com Deus em UM CORPO ...” (Ef. 2:16).
Durante esta interrupção, ou parêntesis, então, enquanto o estabelecimento do reino de Cristo está suspenso, Deus está a formar o corpo de Cristo de entre Judeus e Gentios reconciliados consigo pela cruz (Cf. I Cor.12:13; II Cor.5:14-21).
O estudioso das Escrituras deve lembrar-se sempre que a formação deste “um só corpo” não é o tema da profecia, mas o do mistério revelado primeiramente por meio do apóstolo Paulo, nem é o cumprimento de qualquer promessa de concerto, mas o produto de pura graça, por meio da obra redentora de Cristo. É por isto que a pregação não adulterada do “evangelho da graça de Deus” tem sempre sido objecto especial da ira de Satanás. Nesta relação Paulo escreve a Timóteo:
“Portanto não te envergonhes do testemunho de nosso Senhor, nem de mim, que sou prisioneiro Seu; antes participa das aflições do evangelho segundo o poder de Deus,
“QUE NOS SALVOU, E CHAMOU COM UMA SANTA VOCAÇÃO; NÃO SEGUNDO AS NOSSAS OBRAS, MAS SEGUNDO O SEU PRÓPRIO PROPÓSITO E GRAÇA QUE NOS FOI DADA EM CRISTO JESUS ANTES DOS TEMPOS DOS SÉCULOS” (II Tim. 1:8-9).
“Não vos pertence saber os tempos ou as estações que o Pai estabeleceu pelo Seu próprio poder.
“Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há-de vir sobre vós; e SER-ME-EIS TESTEMUNHAS, TANTO EM JERUSALÉM COMO EM TODA A JUDEIA E SAMARIA, E ATÉ AOS CONFINS DA TERRA” (Actos 1:7-8).
Assim, a casa de Israel recebeu uma oferta a sério do retorno de Cristo e do estabelecimento do Seu reino, quando Pedro clamou:
“Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que seja, apagados os vossos pecados, e venham assim os tempos do refrigério pela presença do Senhor,
“E envie Ele a Jesus Cristo, que já dantes vos foi pregado” (Actos 3:19-20).
Certamente que este apelo foi um apelo à nação. Não significava que se aquela audiência se tivesse arrependido Cristo viria logo para introduzir o reino, pois sabemos que primeiramente ter-se-iam que cumprir vários eventos profetizados.
Contudo pode ser levantada a questão: Se o programa profético tivesse corrido o seu curso normal e uma nação de Israel arrependida tivesse sido trazida finalmente aos pés do Messias, como é que Deus introduziria a dispensação da graça? A resposta é simples: Ele sabia que eles não se arrependeriam e que isso será um factor nos Seus planos para introduzir a dispensação da graça.
O facto que dizia respeito ao povo de Israel naquele tempo era que uma oferta a sério lhes estava a ser feita para que se arrependessem o reino fosse introduzido e Cristo viesse ocupar o trono de David. Deus estava a responsabilizar Israel pela sua aceitação ou rejeição de Cristo e do Seu reino. Como sabemos, a nação apóstata não se arrependeu, mas uniu-se aos Gentios na sua rebelião contra Deus, e não se podia queixar se o cumprimento na profecia de Joel tivesse continuado e a ira de Deus fosse derramada sobre eles. Na verdade, os que se arrependeram foram cheios do Espírito Santo, sendo assim preparados para a prova por que passariam, como resultado da rebelião de Israel.
Assim, o mundo ficou preparado para a ira de Deus há mais de 1900 anos, e se o programa profético não tivesse sido graciosamente interrompido, o juízo teria caído então.
“MAS ONDE O PECADO ABUNDOU, SUPERABUNDOU A GRAÇA” (Rom. 5:20).
Foi a Paulo, esse outro apóstolo, que Deus revelou primeiramente “o mistério (segredo) da Sua vontade” (Ef. 1:9), “o Seu propósito e graça que nos foi dado em Cristo Jesus antes dos tempos dos séculos” (II Tim. 1:9).
O apóstolo diz em Ef. 3:1-3:
“Por esta causa, eu, Paulo, sou o prisioneiro de Jesus Cristo por vós, os Gentios;
“Se é que tendes ouvido A DISPENSAÇÃO DA GRAÇA DE DEUS, que para convosco me foi dada;
“Como ME FOI ESTE MISTÉRIO MANIFESTADO POR REVELAÇÃO ...”
Paulo, como os doze, teria lançado o seu ministério a partir de Jerusalém, mas a ele o Senhor revelou-lhe o que Ele não podia dizer aos onze antes da Sua ascensão. Em Actos 22:17-18 temos o registo do que se passou com Paulo:
“E aconteceu que, tornando eu para Jerusalém, quando orava no templo, fui arrebatado para fora de mim.
“E vi Aquele (Cristo) que me dizia: DÁ-TE DEPRESSA, E SAI APRESSADAMENTE DE JERUSALÉM, PORQUE NÃO RECEBERÃO O TEU TESTAMUNHO ACERCA DE MIM”.
Nessa altura Paulo, supondo que a sua reputação como ex-perseguidor de Cristo levaria os Judeus a escutá-lo e sentindo também, sem dúvida, que lhes devia uma explicação quanto à sua conduta, começou a argumentar o caso com o Senhor. Porém o Senhor replicou-lhe simplesmente:
“VAI, PORQUE HEI-DE ENVIAR-TE AOS GENTIOS DE LONGE” (versículo 21).
Toda esta passagem em Actos é cheia de significado. Porque é que o Senhor insistiu para que os doze principiassem o seu ministério em Jerusalém, e recusou a Paulo que começasse ali o seu? Porque o ministério de Paulo constituiria uma interrupção da comissão e programa dos doze. Com efeito, o Senhor disse a Paulo: “Eles não escutaram aos doze; nem te escutarão a ti, assim, deixa Jerusalém e vai aos Gentios”. Deus concluiu assim Israel em incredulidade, juntamente com os Gentios. É significante notar que depois do levantamento de Paulo nunca mais encontramos qualquer oferta do reino a Israel. 2 Contudo Deus fez isso para que pudesse “ter misericórdia de todos” (Rom. 11:32).
“Ó PROFUNDIDADE DAS RIQUEZAS, TANTO DA SABEDORIA, COMO DA CIÊNCIA DE DEUS! QUÃO INSONDÁVEIS SÃO OS SEUS JUÍZOS, E QUÃO INEXCRUTÁVEIS OS SEUS CAMINHOS” (Rom. 11:33).
E assim principiou a interrupção do programa profético a fim de Deus, por meio de Paulo, poder oferecer a todos os homens, em toda a parte, salvação pela graça, apenas por meio dos méritos do Cristo crucificado e ressuscitado.
“E pela cruz reconciliar AMBOS (Judeus e Gentios) com Deus em UM CORPO ...” (Ef. 2:16).
Durante esta interrupção, ou parêntesis, então, enquanto o estabelecimento do reino de Cristo está suspenso, Deus está a formar o corpo de Cristo de entre Judeus e Gentios reconciliados consigo pela cruz (Cf. I Cor.12:13; II Cor.5:14-21).
O estudioso das Escrituras deve lembrar-se sempre que a formação deste “um só corpo” não é o tema da profecia, mas o do mistério revelado primeiramente por meio do apóstolo Paulo, nem é o cumprimento de qualquer promessa de concerto, mas o produto de pura graça, por meio da obra redentora de Cristo. É por isto que a pregação não adulterada do “evangelho da graça de Deus” tem sempre sido objecto especial da ira de Satanás. Nesta relação Paulo escreve a Timóteo:
“Portanto não te envergonhes do testemunho de nosso Senhor, nem de mim, que sou prisioneiro Seu; antes participa das aflições do evangelho segundo o poder de Deus,
“QUE NOS SALVOU, E CHAMOU COM UMA SANTA VOCAÇÃO; NÃO SEGUNDO AS NOSSAS OBRAS, MAS SEGUNDO O SEU PRÓPRIO PROPÓSITO E GRAÇA QUE NOS FOI DADA EM CRISTO JESUS ANTES DOS TEMPOS DOS SÉCULOS” (II Tim. 1:8-9).
2 Contudo isto não significa que a oferta que tinha sido feita tivesse sido retirada imediatamente, ou que Deus tivesse posto logo de parte Israel.
CORNELIUS R. STAM
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