Coisas Que Diferem - ou, Os Fundamentos do Dispensacionalismo (IV)

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     CAPÍTULO 1
OS PRINCÍPIOS E AS DISPENSAÇÕES DE DEUS

     Uma das primeiras lições que todo aquele que estuda a Bíblia deve aprender é a diferença entre os princípios e as dispensações de Deus.


     Os oponentes ao dispensacionalismo têm-nos acusado muitas vezes, afirmando por exemplo, que nós ensinamos que sob o Velho Testamento os homens eram salvos pelas obras da lei, enquanto que hoje são salvos pela graça por meio da fé.

     Esta acusação é pelo menos ilusória, pois nenhum dispensacionalista inteligente ensinaria que as obras da lei em si mesmas pudessem salvar, ou mesmo ajudar a salvar alguém.

     Nós compreendemos com clareza que “nenhuma carne será justificada diante de Deus pelas obras da lei, porque pela lei vem o conhecimento do pecado” (Rom. 3:20). Nem sequer supomos que as obras da lei cerimonial tenham qualquer poder essencial para salvar. Não nos temos esquecido que as Escrituras também ensinam que “é impossível que o sangue dos toiros e dos bodes tire os pecados” (Heb. 10:4).

     Não alimentamos quaisquer ilusões quanto à incapacidade total do homem em agradar a Deus pelas obras como tal, em qualquer época. O homem tem sido sempre salvo essencialmente pela graça de Deus, por meio da fé. Não poderia haver outro modo de ser salvo. Este é um princípio fixo o qual Hebreus 11 testemunha repetidas vezes e que deveria ser clarividente para aqueles que aceitam como factos a depravação total do homem e a infinita santidade de Deus.

     Porém isto não altera o facto de que o modo de Deus tratar com os homens e os termos de aceitação estabelecidos por Ele têm sido mudados repetidas vezes através dos séculos e que a fé n’Ele seria portanto expressa de modos diferentes. Hebreus 11 também testemunha consistentemente este facto.

     É mais do que certo que a fé nos aproxima de Deus, segundo o Seu plano, em qualquer altura, e procurar ganhar a Sua aceitação doutro modo certamente que seria incredulidade e egoísmo. Assim, apesar das obras nunca terem salvo nem poderem salvar como tal, puderam uma vez salvar como expressões de fé.

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