Para onde apontam os sinais? (I)
O livro de Marcos conclui com uma passagem que todo o crente e obreiro Cristão deveria reflectir em espírito de oração:
“Ora o Senhor, depois de lhes ter falado, foi recebido no céu, e assentou-Se à direita de Deus.
“E eles, tendo partido, pregaram por todas as partes, cooperando com eles o Senhor, E CONFIRMANDO A PALAVRA COM OS SINAIS QUE SE SEGUIRAM. Amém” (Marcos 16:19,20).
A fim de se obter o pleno significado desta última cláusula precisamos de considerar como é que os “sinais” são usados nas Escrituras como um todo e para onde apontam. Nesse aspecto, o Salmo 74:9 é um bom lugar para começar. Falando da condição da nação de Israel o Salmista exclama:
“JÁ NÃO VEMOS OS NOSSOS SINAIS, já não há profeta: nem há entre nós alguém que saiba até quando isto durará.”
Os sinais pertencem claramente à nação de Israel. Eles são seu património; “eles são os nossos sinais,” diz Israel.
A nação de Israel nasceu no meio de sinais e milagres, como Moisés lhes recorda em Deuteronómio 26:8,
“E o Senhor nos tirou do Egipto com mão forte, e com braço estendido, e com grande espanto, e COM SINAIS, E COM MILAGRES.”
Quando Moisés foi comissionado para libertar Israel do Egipto, foram-lhe dados dois sinais específicos concebidos para levar a nação a crer. O Senhor declarou-lhe em Êxodo 4:8,
“E acontecerá que, se eles te não crerem, nem ouvirem a voz do primeiro sinal, crerão a voz do derradeiro sinal.”
Os primeiros sinais realizados nas Escrituras são, portanto, realizados como sinais para Israel, em relação à sua libertação do Egipto e estabelecimento como nação.
Ao longo da história de Israel, os sinais foram parte do seu património. Quando a nação de Israel estava onde devia, fazendo o que Deus lhe dava a fazer, estes sinais estavam no seu meio. Por outro lado, os sinais paravam quando Israel caía em pecado e incredulidade – como foi no caso do Salmo 74. Provérbios 29:18 também fala disto: “Não havendo profecia [ou, visão], o povo se corrompe [ou, perece] …”
Assim, quando o Senhor Jesus Cristo apareceu e começou a realizar sinais e milagres, isso não foi nada novo para Israel. Eles sabiam exactamente o que estava a acontecer. João 4:48 diz-nos:
“Então Jesus lhe disse: SE NÃO VIRDES SINAIS E MILAGRES, NÃO CREREIS.”
O nosso Senhor sabia que Israel não creria se eles não vissem sinais e milagres. Porquê? Porque a nação esperava-os - os sinais eram seu património. Eles faziam parte do programa de Israel e a nação tinha o direito de os esperar.
Foi por isso que Pedro declara à sua nação em Pentecostes:
“Varões israelitas, escutai estas palavras: A Jesus Nazareno, VARÃO APROVADO POR DEUS ENTRE VÓS COM MARAVILHAS, PRODÍGIOS E SINAIS, que Deus por Ele fez.”
Jesus Cristo foi “aprovado por Deus” – como? “com maravilhas, prodígios e sinais, que Deus por Ele fez.” Eles não creriam se Ele não tivesse sinais e milagres, por isso Deus deu-Lhe as credenciais necessárias para demonstrar quem Ele era.
Mais tarde Paulo segue esta mesma linha de pensamento quando escreve em 1 Coríntios 1:22,
“PORQUE OS JUDEUS PEDEM SINAL, e os gregos buscam sabedoria.”
Notemos a expressão: “Os judeus pedem sinal.” Eles simplesmente não creriam sem tal confirmação. Eles esperavam-no. Era seu património.
À luz disto, não devemos ficar surpreendidos ao descobrir que cada concerto que Deus fez com a nação de Israel tenha um sinal a acompanhá-lo. Embora este facto muitas vezes pareça ser ignorado, é na realidade um ponto importante na compreensão do que eram os sinais e para onde eles apontavam.
“E eles, tendo partido, pregaram por todas as partes, cooperando com eles o Senhor, E CONFIRMANDO A PALAVRA COM OS SINAIS QUE SE SEGUIRAM. Amém” (Marcos 16:19,20).
A fim de se obter o pleno significado desta última cláusula precisamos de considerar como é que os “sinais” são usados nas Escrituras como um todo e para onde apontam. Nesse aspecto, o Salmo 74:9 é um bom lugar para começar. Falando da condição da nação de Israel o Salmista exclama:
“JÁ NÃO VEMOS OS NOSSOS SINAIS, já não há profeta: nem há entre nós alguém que saiba até quando isto durará.”
Os sinais pertencem claramente à nação de Israel. Eles são seu património; “eles são os nossos sinais,” diz Israel.
A nação de Israel nasceu no meio de sinais e milagres, como Moisés lhes recorda em Deuteronómio 26:8,
“E o Senhor nos tirou do Egipto com mão forte, e com braço estendido, e com grande espanto, e COM SINAIS, E COM MILAGRES.”
Quando Moisés foi comissionado para libertar Israel do Egipto, foram-lhe dados dois sinais específicos concebidos para levar a nação a crer. O Senhor declarou-lhe em Êxodo 4:8,
“E acontecerá que, se eles te não crerem, nem ouvirem a voz do primeiro sinal, crerão a voz do derradeiro sinal.”
Os primeiros sinais realizados nas Escrituras são, portanto, realizados como sinais para Israel, em relação à sua libertação do Egipto e estabelecimento como nação.
Ao longo da história de Israel, os sinais foram parte do seu património. Quando a nação de Israel estava onde devia, fazendo o que Deus lhe dava a fazer, estes sinais estavam no seu meio. Por outro lado, os sinais paravam quando Israel caía em pecado e incredulidade – como foi no caso do Salmo 74. Provérbios 29:18 também fala disto: “Não havendo profecia [ou, visão], o povo se corrompe [ou, perece] …”
Assim, quando o Senhor Jesus Cristo apareceu e começou a realizar sinais e milagres, isso não foi nada novo para Israel. Eles sabiam exactamente o que estava a acontecer. João 4:48 diz-nos:
“Então Jesus lhe disse: SE NÃO VIRDES SINAIS E MILAGRES, NÃO CREREIS.”
O nosso Senhor sabia que Israel não creria se eles não vissem sinais e milagres. Porquê? Porque a nação esperava-os - os sinais eram seu património. Eles faziam parte do programa de Israel e a nação tinha o direito de os esperar.
Foi por isso que Pedro declara à sua nação em Pentecostes:
“Varões israelitas, escutai estas palavras: A Jesus Nazareno, VARÃO APROVADO POR DEUS ENTRE VÓS COM MARAVILHAS, PRODÍGIOS E SINAIS, que Deus por Ele fez.”
Jesus Cristo foi “aprovado por Deus” – como? “com maravilhas, prodígios e sinais, que Deus por Ele fez.” Eles não creriam se Ele não tivesse sinais e milagres, por isso Deus deu-Lhe as credenciais necessárias para demonstrar quem Ele era.
Mais tarde Paulo segue esta mesma linha de pensamento quando escreve em 1 Coríntios 1:22,
“PORQUE OS JUDEUS PEDEM SINAL, e os gregos buscam sabedoria.”
Notemos a expressão: “Os judeus pedem sinal.” Eles simplesmente não creriam sem tal confirmação. Eles esperavam-no. Era seu património.
À luz disto, não devemos ficar surpreendidos ao descobrir que cada concerto que Deus fez com a nação de Israel tenha um sinal a acompanhá-lo. Embora este facto muitas vezes pareça ser ignorado, é na realidade um ponto importante na compreensão do que eram os sinais e para onde eles apontavam.
(Continua)
Richard Jordan
Para onde apontam os sinais? (I)
Para onde apontam os sinais? (II)
Para onde apontam os sinais? (III)
Para onde apontam os sinais? (IV)
Para onde apontam os sinais? (V)



