A Parábola Tripla (IV)

O FILHO PERDIDO
ISRAEL – FILHO DE DEUS
Decerto que ninguém questionará o facto de o pai nesta terceira parábola representar Deus, mas quem são os filhos? Uma vez mais, representam os dois tipos de pessoas em Israel: os justos aos seus próprios olhos e os que reconheciam encontrar-se na condição de perdidos.
ISRAEL – FILHO DE DEUS
Decerto que ninguém questionará o facto de o pai nesta terceira parábola representar Deus, mas quem são os filhos? Uma vez mais, representam os dois tipos de pessoas em Israel: os justos aos seus próprios olhos e os que reconheciam encontrar-se na condição de perdidos.
Hoje em dia, certamente que nem os pecadores que se acham justos aos seus próprios olhos nem os pecadores pródigos são chamados filhos de Deus; ora é de novo aqui que entra o relacionamento de Deus com Israel na base do concerto com eles efectuado. O que um pai é para um filho, Deus foi para Israel, devido aos concertos que Ele fez com eles. Totalmente à parte da questão da salvação, o povo de Israel foi sempre filho do Seu concerto.1 Foi assim que Moisés foi instruído a dizer a Faraó:
“… Assim diz o Senhor: ISRAEL É MEU FILHO, MEU PRIMOGÉNITO” (Êxo. 4:22).
Nesta parábola, então, o simbolismo ergue-se acima da ovelha e da moeda. O que aqui está em causa e é contemplado, é mais do que compaixão e misericórdia por uma criatura perdida ou o valor perdido. É a filiação de Israel que está em causa, e toda a comunhão e privilégio e glória associados a essa posição.
O FILHO MAIS NOVO
É o filho mais novo na parábola que primeiro fica “perdido” e depois é “achado”. É para ele que a festa é feita – a festa que o irmão mais velho recusa assistir.
Isto ,em si, é significante. Foi sem dúvida em grande parte a geração mais jovem de Israel que seguiu o Senhor. Na generalidade a geração mais velha não sentia necessidade de arrependimento. Os Fariseus e os saduceus, os escribas e os juristas, os principais dos sacerdotes e os anciãos do povo, achavam que eram ‘suficientemente bons’. Certa ocasião exclamaram para alguns que tinham ficado impressionados com as palavras de Cristo: “Creu n’Ele porventura algum dos príncipes ou dos fariseus?” (João 7:48). E quando certos e determinados líderes “criam” n’Ele era meramente com o intelecto, não com o coração, e Jesus não confiava neles (João 2:23-3:3; 12:42-48).
O LUGAR HISTÓRICO
É significativo o facto de nesta última parte da parábola tripla não vermos ninguém buscar o perdido. Em vez disso temos o pai em casa, à espera que o filho errante venha a si e volte. Esta parábola aponta, então, para o futuro, quando Jeová der as boas vindas ao Seu Filho, Israel, quando este regressar a casa.
Certamente que a presente dispensação do mistério não se encontra contemplada nesta parábola. Nós encontramos o filho mais novo, quando vem a si, precisamente onde, nos últimos dias, havemos de encontrar uma geração futura, ou mais nova, em Israel: fora, “numa terra longínqua”, “padecendo necessidades” e “chegando-se a um cidadão daquela terra”.
1 Ver Mat. 15:26; Act. 3:25.
“… Assim diz o Senhor: ISRAEL É MEU FILHO, MEU PRIMOGÉNITO” (Êxo. 4:22).
Nesta parábola, então, o simbolismo ergue-se acima da ovelha e da moeda. O que aqui está em causa e é contemplado, é mais do que compaixão e misericórdia por uma criatura perdida ou o valor perdido. É a filiação de Israel que está em causa, e toda a comunhão e privilégio e glória associados a essa posição.
O FILHO MAIS NOVO
É o filho mais novo na parábola que primeiro fica “perdido” e depois é “achado”. É para ele que a festa é feita – a festa que o irmão mais velho recusa assistir.
Isto ,em si, é significante. Foi sem dúvida em grande parte a geração mais jovem de Israel que seguiu o Senhor. Na generalidade a geração mais velha não sentia necessidade de arrependimento. Os Fariseus e os saduceus, os escribas e os juristas, os principais dos sacerdotes e os anciãos do povo, achavam que eram ‘suficientemente bons’. Certa ocasião exclamaram para alguns que tinham ficado impressionados com as palavras de Cristo: “Creu n’Ele porventura algum dos príncipes ou dos fariseus?” (João 7:48). E quando certos e determinados líderes “criam” n’Ele era meramente com o intelecto, não com o coração, e Jesus não confiava neles (João 2:23-3:3; 12:42-48).
O LUGAR HISTÓRICO
É significativo o facto de nesta última parte da parábola tripla não vermos ninguém buscar o perdido. Em vez disso temos o pai em casa, à espera que o filho errante venha a si e volte. Esta parábola aponta, então, para o futuro, quando Jeová der as boas vindas ao Seu Filho, Israel, quando este regressar a casa.
Certamente que a presente dispensação do mistério não se encontra contemplada nesta parábola. Nós encontramos o filho mais novo, quando vem a si, precisamente onde, nos últimos dias, havemos de encontrar uma geração futura, ou mais nova, em Israel: fora, “numa terra longínqua”, “padecendo necessidades” e “chegando-se a um cidadão daquela terra”.
1 Ver Mat. 15:26; Act. 3:25.
(Continua)
Cornelius R. Stam
Cornelius R. Stam



