A cura, então e agora
“E aproximou-se d’Ele um leproso, que rogando-Lhe, e pondo-se de joelhos diante d’Ele, Lhe dizia: Se queres, bem podes limpar-me” (Marcos 1:40).
É interessante observar exactamente o que é que o leproso disse e não disse ao nosso Senhor na passagem acima. Ele não disse: “Se pudesses, quererias,” mesmo que mais e maiores milagres acentuassem, inquestionavelmente, a fama do Senhor. Ele disse antes: Se queres, bem podes”.
As pessoas dos dias do nosso Senhor não questionavam a genuinidade dos Seus milagres. Ninguém sugeriu que as enfermidades com que Ele lidou pudessem ser psicossomáticas quanto à sua natureza, que elas teriam sido provavelmente curas reais de enfermidades imaginárias ou curas imaginárias de enfermidades reais. Eles não puderam levantar estas objecções, porque as evidências do carácter sobrenatural das Suas curas eram demasiado esmagadoras para admitirem tal. Por toda a parte por onde Ele ia curar os enfermos ou expulsar demónios, as pessoas “assombravam-se com grande espanto”, e “a Sua fama” espalhou-se de cidade em cidade. Em Cafarnaum:
“E, ao pôr-do-sol, todos os que tinham enfermos de várias doenças Lhos traziam; e, pondo as mãos sobre cada um deles, os curava” (Lucas 4:40).
Quão diferentes são as coisas com os “curandeiros” dos nossos dias e com os seus clamores! Inteiramente aparte das objecções dos que questionam essas “curas” com base nas Escrituras, é um facto óbvio que grande número de pessoas entre a população em geral questiona a validade tanto dos “curandeiros” como dos seus “milagres de cura”.
Entretanto, como alguém disse. A taxa de mortalidade continua “per capita.” Lá surge sempre aquela última vez, em que a “cura” não funciona e o paciente morre. Esta é a razão porque todos os “curandeiros” modernos deixam atrás de si um longo e triste rasto de desilusão e fé abalada.
As pessoas dos dias do nosso Senhor não questionavam a genuinidade dos Seus milagres. Ninguém sugeriu que as enfermidades com que Ele lidou pudessem ser psicossomáticas quanto à sua natureza, que elas teriam sido provavelmente curas reais de enfermidades imaginárias ou curas imaginárias de enfermidades reais. Eles não puderam levantar estas objecções, porque as evidências do carácter sobrenatural das Suas curas eram demasiado esmagadoras para admitirem tal. Por toda a parte por onde Ele ia curar os enfermos ou expulsar demónios, as pessoas “assombravam-se com grande espanto”, e “a Sua fama” espalhou-se de cidade em cidade. Em Cafarnaum:
“E, ao pôr-do-sol, todos os que tinham enfermos de várias doenças Lhos traziam; e, pondo as mãos sobre cada um deles, os curava” (Lucas 4:40).
Quão diferentes são as coisas com os “curandeiros” dos nossos dias e com os seus clamores! Inteiramente aparte das objecções dos que questionam essas “curas” com base nas Escrituras, é um facto óbvio que grande número de pessoas entre a população em geral questiona a validade tanto dos “curandeiros” como dos seus “milagres de cura”.
Entretanto, como alguém disse. A taxa de mortalidade continua “per capita.” Lá surge sempre aquela última vez, em que a “cura” não funciona e o paciente morre. Esta é a razão porque todos os “curandeiros” modernos deixam atrás de si um longo e triste rasto de desilusão e fé abalada.
em Two Minutes With The Bible (Dois Minutos Com a Bíblia)
Cornelius R. Stam
Cornelius R. Stam



