Manejar bem a Palavra da verdade

A seguinte regra é a do correcto manuseio da Palavra da verdade. Em II Timóteo 2:15, Paulo escreveu a Timóteo: “Procura apresentar-te a Deus, aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade”.
A expressão “que maneja bem”, aqui empregada, é tirada dos sacrifícios do Antigo Testamento, e significa “cortar direito”. Por isso mesmo a tradução da Bíblia para o holandês diz “Recht Snijdt” ou “cortar direito”.
Para entender o que isso quer dizer, deixe-me levá-lo até aos sacrifícios do Antigo Testamento. Quando o ofertante trazia um cordeiro ou outro sacrifício qualquer, o mesmo era dividido em três partes (excepto no caso da oferta queimada, que era posta inteira sobre o altar). Uma parte era oferecida a Deus, outra parte era oferecida àquele que trouxera a oferta, enquanto que a terceira partilha cabia ao sacerdote.
É dessa prática que foi emprestada a expressão “que maneja bem”. Significa simplesmente, dar a cada qual o que lhe pertence de direito. Ora, no estudo da Bíblia deve-se ser muito cauteloso em dar à Igreja aquilo que pertence ao Corpo de Cristo, a Israel aquilo que pertence a Israel, e aos gentios aquilo que pertence aos gentios.
Assim como o sacrifício era dividido ou cortado em três partes, também a Bíblia informa-nos que existem três espécies de povos neste mundo na presente dispensação. Em I Cor. 10:32, Paulo escreve: “Não vos torneis causa de tropeço nem para judeus, nem para gentios, nem tão pouco para a Igreja de Deus”.
Quando estiver a estudar a Bíblia, portanto, antes de mais nada, certifique-se a quem Deus está a falar antes de fazer a sua aplicação. Não misture Israel com a Igreja, nem a fé com as obras, nem a lei com a graça, nem a Igreja com o reino, nem o céu com o milénio. Disso só poderá resultar confusão e tolice.
Leia a Bíblia literalmente, como faria com qualquer outro livro, crendo que Deus quer dizer exactamente o que afirma. Israel significa Israel, a Igreja significa a Igreja, uma pedra significa uma pedra, uma estrela significa uma estrela, a não ser quando o contexto ou a estrutura indique claramente que se trata de um símbolo ou figura, e não devem ser tomados literalmente. O bom senso sempre indicará quando alguma coisa deve ser considerada literalmente, ou deve ser tomada simbolicamente.
Para entender o que isso quer dizer, deixe-me levá-lo até aos sacrifícios do Antigo Testamento. Quando o ofertante trazia um cordeiro ou outro sacrifício qualquer, o mesmo era dividido em três partes (excepto no caso da oferta queimada, que era posta inteira sobre o altar). Uma parte era oferecida a Deus, outra parte era oferecida àquele que trouxera a oferta, enquanto que a terceira partilha cabia ao sacerdote.
É dessa prática que foi emprestada a expressão “que maneja bem”. Significa simplesmente, dar a cada qual o que lhe pertence de direito. Ora, no estudo da Bíblia deve-se ser muito cauteloso em dar à Igreja aquilo que pertence ao Corpo de Cristo, a Israel aquilo que pertence a Israel, e aos gentios aquilo que pertence aos gentios.
Assim como o sacrifício era dividido ou cortado em três partes, também a Bíblia informa-nos que existem três espécies de povos neste mundo na presente dispensação. Em I Cor. 10:32, Paulo escreve: “Não vos torneis causa de tropeço nem para judeus, nem para gentios, nem tão pouco para a Igreja de Deus”.
Quando estiver a estudar a Bíblia, portanto, antes de mais nada, certifique-se a quem Deus está a falar antes de fazer a sua aplicação. Não misture Israel com a Igreja, nem a fé com as obras, nem a lei com a graça, nem a Igreja com o reino, nem o céu com o milénio. Disso só poderá resultar confusão e tolice.
Leia a Bíblia literalmente, como faria com qualquer outro livro, crendo que Deus quer dizer exactamente o que afirma. Israel significa Israel, a Igreja significa a Igreja, uma pedra significa uma pedra, uma estrela significa uma estrela, a não ser quando o contexto ou a estrutura indique claramente que se trata de um símbolo ou figura, e não devem ser tomados literalmente. O bom senso sempre indicará quando alguma coisa deve ser considerada literalmente, ou deve ser tomada simbolicamente.
- M. R. DeHaan



