Nós não adoramos Paulo

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     A Bíblia tem mandamentos muito claros de que devemos adorar a Deus, e só a Deus, e não a Paulo.

     “Não terás outros deuses diante de mim.” – Êxodo 20:3

      “Porque te não inclinarás diante de outro deus; pois o nome do Senhor é Zeloso; Deus zeloso é Ele”

     Uma das evidências de que Jesus afirmou ser o Deus do Antigo Testamento é quando O vemos a aceitar a adoração que a Lei reservava apenas a Deus. [Isto indica que ou Cristo era um idólatra cheio de orgulho, ou Ele era o Deus Verdadeiro; a Bíblia mostra que Ele era o verdadeiro Deus.]

     “E sabemos que já o Filho de Deus é vindo, e nos deu entendimento para conhecermos o que é verdadeiro; e no que é verdadeiro estamos, isto é, em Seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna.” - 1 João 5:20

     “E, entrando na casa acharam o menino com Maria sua mãe, e, prostrando-se, O adoraram…” - Mateus 2:11

     “E, eis que veio um leproso, e O adorou, dizendo: Senhor, se quiseres podes tornar-me limpo.” – Mateus 8:2

     “Ele disse: Creio, Senhor. E O adorou.” – João 9:38

     “E, indo elas, eis que Jesus lhes sai ao encontro, dizendo: Eu vos saúdo. E elas, chegando, abraçaram os seus pés, e O adoraram.” - Mateus 28:9 

     “E, quando O viram O adoraram; mas alguns duvidaram.” - Mateus 28:17

 

Porta-vozes de Deus

     Entretanto, Deus fala à humanidade em diversos momentos através de diferentes homens como Seus instrumentos (2 Pedro 1:19-20, Hb 1:1, 1 Co 12:5).

     Por exemplo, quando os israelitas foram escravizados pelos egípcios, o Senhor ouviu o seu clamor e enviou Moisés para os tirar do cativeiro. Moisés era o mensageiro de Deus, era o servo de Deus. Enquanto Deus falava com Moisés, transmitia os mandamentos do Senhor e os israelitas estavam atentos a cada palavra sua, pois era de Deus.

     Durante milhares de anos, os profetas e mensageiros de Deus encorajaram Israel a fazer todas as coisas escritas na “lei de Moisés” (Josué 23:6, 1 Reis 2:3, Malaquias 4:4). O próprio Jesus escreveu que veio cumprir tudo o que estava “escrito na lei de Moisés” (Lucas 24:44). No entanto, era claro que ninguém adorava Moisés, pois não foi Moisés quem criou essas leis, mas apenas quem as entregou. Moisés era o servo de Deus revelando a Palavra do Senhor.

     Foi através de Moisés que Deus inaugurou a dispensação divina da Lei, pela qual Deus responsabilizaria os homens.

     Da mesma forma, foi através de Paulo que Deus inaugurou a dispensação divina da Graça (Efésios 3:2,3), pela qual os homens seriam libertos do juízo e da ira, independentemente da lei.

 

Paulo como porta-voz de Deus

     Paulo diz: “E por isso, se o faço de boamente, terei prémio; mas, se de má vontade, apenas uma dispensação me é confiada.” (1 Co 9:17).

     A mensagem a que Paulo chamou “o meu evangelho”, “desde tempos eternos esteve oculto” e, por isso, não foi incluída na lei de Moisés nem dos profetas (Rom. 16:25).

     Como a mensagem dada a Paulo foi pela revelação de Jesus Cristo, Paulo tinha toda a autoridade para pregar a mensagem que era um “mistério”, até então desconhecida (Gál. 1:11-12; 1 Cor. 14:37; Efé. 3:1-5).

 

Paulo, Nosso Apóstolo

     Paulo é o nosso principal apóstolo nesta dispensação. Os escritos de Paulo contêm informações anteriormente ocultas que nos são agora reveladas sobre o plano e o propósito separados de Deus para o Corpo de Cristo. Tal como Moisés, que no passado era o dispensador da lei de Deus para Israel e lhes ensinava sobre o plano de Deus na Terra.

     Compreender que Paulo tinha uma mensagem distinta sobre a cruz de Cristo ajuda-nos a compreender porque é que Paulo diz:

     “Porque convosco falo, gentios, que, enquanto for apóstolo dos gentios, glorificarei [ou, magnificarei] o meu ministério” – Romanos 11:13

     Indica que ele foi o primeiro a ser salvo nesta dispensação como “exemplo [ou, modelo] dos que haviam de crer n’Ele para a vida eterna” (1 Timóteo 1:16).

     Sabendo que Moisés não devia ser adorado, mas era apenas o dispensador da lei de Deus, os profetas encorajavam os homens a seguir a “lei de Moisés”. Da mesma forma, aqueles de nós que estão debaixo da graça e não debaixo da lei devem ser exortados a ouvir a palavra de Paulo, pois esta é verdadeiramente a palavra de Deus (Rom. 6:14, 1 Tes. 2:13).

     “Pelo que também damos sem cessar graças a Deus, pois, havendo recebido de nós a palavra da pregação de Deus, a recebestes, não como palavra de homens, mas (segundo é, na verdade), como palavra de Deus, a qual também opera em vós, os que crestes.” – 1 Tessalonicenses 2:13

     Portanto, nós não adoramos Paulo, mas Cristo fez de Paulo o nosso modelo de salvação, o nosso principal apóstolo, e deu-lhe a sabedoria oculta de Deus sobre o nosso propósito em Cristo. Em testemunho do Deus que lhe deu a sabedoria oculta que ele ensinou, Paulo exorta os coríntios: “Sede meus imitadores, como também eu de Cristo.” (1 Co 11:1, 1 Co 2:7-8)

     Nós olhamos para Paulo como o nosso modelo e apóstolo, mas para Cristo como o nosso Salvador, Cabeça e Senhor, o único que é digno de toda a adoração e louvor.

 

 

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