O revisor grosseiro
“A morte e a vida estão no poder da língua …” (Provérbios 18:21). Caros amigos,
Alguma vez já se levantaram de manhã sentindo-se aborrecidos com toda a gente?
Alguma vez já abrigaram hostilidade em relação a alguém, e à menor irritação causada explodirem?
Conta-se a história de um homem que comprou um bilhete para viajar num dos grandes eixos ferroviários. Sem saber que tinha entrado na carruagem errada, ocupou acidentalmente o assento de outra pessoa.
O revisor, que estava a verificar os bilhetes, repreendeu-o impiedosamente. Ao sair da carruagem, outro passageiro perguntou-lhe: "Diga, porque é que não esmurrou o nariz do revisor? Ou, porque não se queixa dele aos seus superiores?"
"Oh não", respondeu o cavalheiro, "Se há quem possa aguentá-lo toda a vida, com certeza que posso suportá-lo dois minutos."
Encaremos a realidade. A maioria das pessoas às vezes irrita-se. E muitas vezes a hostilidade nos nossos corações revela-se através das nossas palavras e acções. Tiago capítulo 3, versículos de 8 a 12, declara: "Mas nenhum homem pode domar a língua. É um mal que não se pode refrear; está cheia de peçonha mortal. Com ela bendizemos a Deus e Pai, e com ela amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus. De uma mesma boca procede bênção e maldição. Meus irmãos, não convém que isto se faça assim. Porventura deita alguma fonte de um mesmo manancial água doce e água amargosa? Meus irmãos, pode também a figueira produzir azeitonas, ou a videira figos? Assim tão pouco pode uma fonte dar água salgada e doce".
São poucas as coisas que nos contaminam tanto como as palavras envenenadas que brotam das profundezas de um coração amargo.
Que nos lembremos sempre das exortações de Deus:
"Tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem" (Hebreus 12:15).
“A morte e a vida estão no poder da língua …” (Provérbios 18:21).
"Favo de mel são as palavras suaves, doces para a alma, e saúde para os ossos" (Provérbios 16:24).
Bill Bright



