Conheça um pouco mais sobre a vida de John Wesley (II)

johnwesley.jpg     Devemos apreciar a humildade de John Wesley, pois ele pôde ser suficiente crítico consigo mesmo para parar as suas actividades religiosas naquele momento, do que pensar que era um ministro experiente demais para examinar a sua falta de fé. Peter Boehler, um Morávio, deu-lhe a chave – pregar a fé até que ele a tivesse, e então ele pregava a fé. John Wesley lutou com sua falta de fé até 24 de Maio, uma quarta-feira, em 1738, no famoso encontro de Aldersgate, foi quando ele teve uma conversão, uma profunda e inconfundível experiência de fé. O seu “coração foi estranhamente aquecido”. Então o seu verdadeiro trabalho começou.

     Como tinha uma mente brilhante e aberta, John Wesley ainda conseguia retirar os melhores recursos das melhores mentes do seu tempo. William Law, por exemplo, foi seu professor, amigo e mentor por vários anos; mas Wesley achou que um ingrediente importante estava a faltar no programa de Law para uma vida devota. Os discípulos de Platão conseguiram comunicar a Wesley uma estrutura intelectual que era mais espiritual do que material, mas os hábitos mentais de Wesley estavam moldados mais pelo modelo de análise de Newton do que pelo platonismo. Os Morávios eram o mais perto de uma síntese de todos os elementos que ele desejava e pôde encontrar. Ele até visitou mesmo Herrnhut para saber como a sua comunidade trabalhava. Mas algo estava faltando ali, como em todo lugar, e em 1740, ele e os seus seguidores romperam com os morávios, mas não antes que ele tivesse aprendido a pregar sermões ao ar livre, o que veio a ser mais tarde uma parte essencial do seu ministério.

     John Wesley tinha 37 anos de idade quando começou a viajar e a pregar. Muitas vezes, as mesmas pessoas que precisaram de sua ajuda eram as mesmas que mais o perseguiam. Ele pregava em púlpitos até que estes fossem fechados para ele, e ele então pregava nos campos abertos. Ele pregava três vezes por dia, começando às 5 da manhã, uma vez que os trabalhadores poderiam parar para ouvi-lo enquanto caminhavam para o trabalho.

     Algumas vezes ele andava 60 milhas (mais de 90 quilómetros) por dia a cavalo. As condições do tempo não importavam; ele fazia o seu programa e cumpria-o, independentemente das dificuldades que houvesse. Ele fugia de uma multidão zangada pulando para um lago gelado, nadava para fora dele e continuava a pregar novamente. E tinha uma certa habilidade de trazer as pessoas hostis para o seu lado.


(Continua)

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