Seja Alegre LXVI
3. A imutável promessa de Deus (4:14-20)Paulo agradece à igreja de Filipos a sua generosa oferta. Ele compara a dádiva dela a três coisas muito comuns:
(1) Uma árvore que desabrocha (v. 10). A palavra «reviver» (em inglês— «florescer de novo») contém a ideia duma flor ou duma árvore que desabrocha ou floresce. Muitas vezes atravessamos «estações de inverno» espirituais, mas logo surge a primavera e com ela nova vida e bênção. A árvore em si não é arrancada nem levada para outro lado; as circunstâncias não mudam. A diferença está nessa nova vida interior.
(2) Um investimento (vs. 14-17). Paulo considerava aquela oferta missionária como um investimento que compensaria os crentes de Filipos com ricos dividendos espirituais. A expressão «tomar parte» é no original a mesma palavra traduzida por «comunhão». A igreja entrou num sistema de «dar e receber»; a igreja deu materialmente a Paulo, e recebeu espiritualmente do Senhor. Deus mantém em ordem os Seus livros e nunca deixa de pagar a ninguém os dividendos espirituais. E pobre a igreja que não partilha materialmente com os outros.
(3) Um sacrifício (v. 18). Paulo considerava aquela oferta como um sacrifício espiritual colocado no altar para glória de Deus. Há coisas como «sacrifícios espirituais» na vida cristã (ver I Ped. 2:5). Nós temos de apresentar os nossos corpos como sacrifícios espirituais (Rom. 12:1-2), bem como o louvor dos nossos lábios (Hebr. 13:15). As boas obras são um sacrifício ao Senhor (Hebr. 13:16) e são-no igualmente as almas perdidas que temos o privilégio de ganhar para Cristo (Rom. 15:16). Aqui, Paulo vê os crentes de Filipos como sacerdotes, entregando a sua oferta como sacrifício ao Senhor. À luz de Malaquias 1:6-14 precisamos de apresentar o melhor que temos ao Senhor.
(2) Um investimento (vs. 14-17). Paulo considerava aquela oferta missionária como um investimento que compensaria os crentes de Filipos com ricos dividendos espirituais. A expressão «tomar parte» é no original a mesma palavra traduzida por «comunhão». A igreja entrou num sistema de «dar e receber»; a igreja deu materialmente a Paulo, e recebeu espiritualmente do Senhor. Deus mantém em ordem os Seus livros e nunca deixa de pagar a ninguém os dividendos espirituais. E pobre a igreja que não partilha materialmente com os outros.
(3) Um sacrifício (v. 18). Paulo considerava aquela oferta como um sacrifício espiritual colocado no altar para glória de Deus. Há coisas como «sacrifícios espirituais» na vida cristã (ver I Ped. 2:5). Nós temos de apresentar os nossos corpos como sacrifícios espirituais (Rom. 12:1-2), bem como o louvor dos nossos lábios (Hebr. 13:15). As boas obras são um sacrifício ao Senhor (Hebr. 13:16) e são-no igualmente as almas perdidas que temos o privilégio de ganhar para Cristo (Rom. 15:16). Aqui, Paulo vê os crentes de Filipos como sacerdotes, entregando a sua oferta como sacrifício ao Senhor. À luz de Malaquias 1:6-14 precisamos de apresentar o melhor que temos ao Senhor.
Warren W. Wiersbe



