Seja Alegre LXIII
O SEGREDO DO CONTENTAMENTOFilipenses 4:10-23)
«O problema com ele é que é um termómetro e não um termostato!»
Esta afirmação feita por um dos seus diáconos despertou a curiosidade do pastor. Estavam a falar sobre possíveis membros para a junta directiva, quando surgiu o nome de Jim.
«O caso é este, Pastor» — explicou o diácono — «Um termómetro não muda nada à sua volta — limita-se a registar a temperatura. Está sempre a subir e a descer. Mas o termostato regula a zona em que se encontra e muda-a sempre que precisa de ser mudada. Jim é um termómetro — não tem poder para mudar as coisas. Em vez disso, são elas que o mudam a ele!»
O apóstolo Paulo era um termostato. Em vez de ter altos e baixos espirituais conforme a situação ia mudando, continuava em frente, fazendo fielmente o seu trabalho e servindo a Cristo. As suas referências pessoais no fim desta carta mostram que ele não era uma vítima das circunstâncias, mas um vencedor: «Eu posso aceitar tudo (v. 11); «Posso todas as coisas» (v. 13); «Tenho abundância» (v. 18). Paulo não precisava de estar empanturrado para se sentir contente; encontrava a sua satisfação nos recursos espirituais abundantemente providenciados por Cristo.
Contentamento não é complacência, nem tão pouco é uma falsa paz baseada na ignorância. O crente complacente não se mostra interessado pelos outros, enquanto que o cristão contente deseja partilhar as suas bênçãos. Contentamento não é uma fuga da batalha, mas antes uma paz e confiança permanentes no meio do combate. «Já aprendi a contentar-me com o que tenho» (v. 11). Duas palavras são de suma importância neste versículo — «aprendi» e «contentar-me».
O verbo «aprender» significa «aprender por experiência». O contentamento espiritual de Paulo não era algo que ele tivesse experimentado logo depois de ser salvo. Ele teve de passar por muitas experiências difíceis na vida, a fim de aprender a contentar-se. A palavra «contente» significa na verdade «contido». E a descrição do homem cujos recursos estão dentro dele, de modo que não precisa de depender de substitutos externos. O termo grego significa «auto-suficiente» e era muito querido dos filósofos estóicos. Contudo, o cristão não e suficiente em si mesmo; é suficiente em Cristo. E por Cristo viver em nós que podemos enfrentar as exigências da vida.
O apóstolo Paulo era um termostato. Em vez de ter altos e baixos espirituais conforme a situação ia mudando, continuava em frente, fazendo fielmente o seu trabalho e servindo a Cristo. As suas referências pessoais no fim desta carta mostram que ele não era uma vítima das circunstâncias, mas um vencedor: «Eu posso aceitar tudo (v. 11); «Posso todas as coisas» (v. 13); «Tenho abundância» (v. 18). Paulo não precisava de estar empanturrado para se sentir contente; encontrava a sua satisfação nos recursos espirituais abundantemente providenciados por Cristo.
Contentamento não é complacência, nem tão pouco é uma falsa paz baseada na ignorância. O crente complacente não se mostra interessado pelos outros, enquanto que o cristão contente deseja partilhar as suas bênçãos. Contentamento não é uma fuga da batalha, mas antes uma paz e confiança permanentes no meio do combate. «Já aprendi a contentar-me com o que tenho» (v. 11). Duas palavras são de suma importância neste versículo — «aprendi» e «contentar-me».
O verbo «aprender» significa «aprender por experiência». O contentamento espiritual de Paulo não era algo que ele tivesse experimentado logo depois de ser salvo. Ele teve de passar por muitas experiências difíceis na vida, a fim de aprender a contentar-se. A palavra «contente» significa na verdade «contido». E a descrição do homem cujos recursos estão dentro dele, de modo que não precisa de depender de substitutos externos. O termo grego significa «auto-suficiente» e era muito querido dos filósofos estóicos. Contudo, o cristão não e suficiente em si mesmo; é suficiente em Cristo. E por Cristo viver em nós que podemos enfrentar as exigências da vida.
Warren W. Wiersbe



