Seja Alegre LXII
A terceira condição para uma mente segura é — 3. Viver correctamente (4:9)
E impossível separar a acção externa da atitude interna. O pecado resulta sempre em desassossego (a não ser que a consciência esteja endurecida) e a pureza deve resultar em paz. «E o efeito da justiça será paz, e a operação da justiça repouso e segurança para sempre» (Isa. 32:17). «Mas a sabedoria que do alto vem é primeiramente pura, depois pacífica» (Tiago 3:17). Viver correctamente é uma condição necessária para se experimentar a paz de Deus.
Paulo põe em equilíbrio quatro actividades: «aprendestes e recebestes» e «ouvistes e vistes». Uma coisa é aprender a verdade, e outra completamente diferente é recebê-la intimamente e torná-la parte do nosso ser. (Ver I Tess. 2:13). Não basta termos factos na cabeça; é preciso ter também as verdades no coração. No ministério de Paulo, ele não só ensinava a Palavra, mas também a vivia, de maneira que os seus ouvintes podiam ver a verdade na sua vida. A experiência de Paulo deve ser também a nossa. Temos de aprender a Palavra, recebê-la, ouvi-la e praticá-la. «Sede cumpridores da Palavra e não somente ouvintes» (Tiago 1:22).
«A paz de Deus» é um teste que mostra se estamos ou não na vontade de Deus. «Que a paz que Cristo pode dar continue a actuar como árbitro nos vossos corações» (Col. 3:15, WMS). Se andarmos com o Senhor, então a paz de Deus e o Deus de paz exercerão a sua influência nos nossos corações. Sempre que desobedecemos, perdemos essa paz e sentimos que fizemos algo de errado. A paz de Deus é o «árbitro» que nos chama a atenção.
Orar correctamente, pensar correctamente e viver correctamente: são estas as condições para termos uma mente segura e a vitória sobre a preocupação. Como Filipenses 4 é o «capítulo da paz» do Novo Testamento, Tiago 4 é o «capítulo da guerra». Começa com uma pergunta: «Donde vêm as guerras e pelejas entre vós?» Tiago explica as causas da guerra: oração errada («Pedis e não recebeis, porque pedis mal», v. 3), pensamento errado («Vós de duplo animo, purificai os corações», v. 8) e viver errado («Não sabeis vós que a amizade do mundo é inimizade contra Deus?», v. 4). Não há meio termo. Ou rendemos o nosso coração e mente ao Espírito de Deus e oramos, pensamos e vivemos correctamente, ou nos entregamos à carne e acabamos dilacerados pela preocupação.
Não precisamos de nos preocupar! A preocupação é um pecado! (Leu porventura Mateus 6:24-34, ultimamente?) Com a paz de Deus para nos guardar e o Deus de paz para nos guiar — porque havemos de nos preocupar?
«A paz de Deus» é um teste que mostra se estamos ou não na vontade de Deus. «Que a paz que Cristo pode dar continue a actuar como árbitro nos vossos corações» (Col. 3:15, WMS). Se andarmos com o Senhor, então a paz de Deus e o Deus de paz exercerão a sua influência nos nossos corações. Sempre que desobedecemos, perdemos essa paz e sentimos que fizemos algo de errado. A paz de Deus é o «árbitro» que nos chama a atenção.
Orar correctamente, pensar correctamente e viver correctamente: são estas as condições para termos uma mente segura e a vitória sobre a preocupação. Como Filipenses 4 é o «capítulo da paz» do Novo Testamento, Tiago 4 é o «capítulo da guerra». Começa com uma pergunta: «Donde vêm as guerras e pelejas entre vós?» Tiago explica as causas da guerra: oração errada («Pedis e não recebeis, porque pedis mal», v. 3), pensamento errado («Vós de duplo animo, purificai os corações», v. 8) e viver errado («Não sabeis vós que a amizade do mundo é inimizade contra Deus?», v. 4). Não há meio termo. Ou rendemos o nosso coração e mente ao Espírito de Deus e oramos, pensamos e vivemos correctamente, ou nos entregamos à carne e acabamos dilacerados pela preocupação.
Não precisamos de nos preocupar! A preocupação é um pecado! (Leu porventura Mateus 6:24-34, ultimamente?) Com a paz de Deus para nos guardar e o Deus de paz para nos guiar — porque havemos de nos preocupar?
Warren W. Wiersbe



