Seja Alegre LX
Iremos notar que «orar correctamente» não é algo que todo o cristão possa fazer imediatamente, porque «orar correctamente» depende dum tipo correcto de mente. E por isso que a fórmula de Paulo para a paz se encontra no fim de Filipenses e não no princípio. Se possuímos a mente integral do capítulo l, então poderemos prestar adoração. (Como é que uma pessoa de coração dobre pode alguma vez louvar a Deus?) Se temos a mente submissa do capítulo 2, podemos apresentar-nos com súplica. (Como é que uma pessoa com uma mente orgulhosa iria pedir alguma coisa a Deus?) Se temos a mente espiritual do capítulo 3 podemos mostrar a nossa gratidão. (Uma pessoa de mentalidade mundana não iria reconhecer que tem alguma coisa a agradecer a Deus!) Por outras palavras, temos de praticar o capítulo l, 2 e 3 se realmente desejamos experimentar a mente segura do capítulo 4.
Paulo aconselha-nos a levar «tudo a Deus em oração». «Não estejais inquietos por coisa alguma, mas orai por todas as coisas!» é a sua admoestação. Temos a tendência de orar a respeito das «coisas grandes» da vida e esquecemo-nos de orar acerca as chamadas «coisas pequenas» — até que elas aumentam e se tornam «coisas grandes»! Falar com Deus a respeito de todas as coisas que nos dão cuidado a nós e a Ele é o primeiro passo para a vitória sobre a preocupação.
O resultado é que a «paz de Deus» guarda o coração e a mente. Lembramo-nos que Paulo se encontrava preso a um soldado romano, guardado dia e noite. Da mesma maneira, a «paz de Deus» mantêm-se de guarda nas duas áreas que criam preocupação — o coração (sentimento errado) e a mente (pensamento errado). Quando damos os nossos corações a Cristo para a salvação, experimentamos «paz com Deus» (Rom. 5:1); mas a «paz de Deus» leva-nos um pouco mais perto das Suas bênçãos. Isso não significa ausência de lutas externas. Significa, sim, uma serena confiança interna, independentemente das circunstâncias, das pessoas ou das coisas.
Daniel dá-nos um maravilhoso exemplo de paz por meio da oração. Quando o rei anunciou que nenhum dos seus súbditos deveria orar a alguém, excepto ao rei, Daniel foi para o seu quarto, abriu as janelas e orou como de costume (Dan. 6:1-10). Notemos como Daniel orava. Ele «orava e dava graças diante do seu Deus» (v. 10) e suplicava (v. 11). Oração — súplica — acção de graças! O resultado era paz perfeita no meio da dificuldade! Daniel foi capaz de passar a noite com os leões em perfeita paz, enquanto que o rei, no seu palácio, não conseguiu dormir (v. 18)!
O resultado é que a «paz de Deus» guarda o coração e a mente. Lembramo-nos que Paulo se encontrava preso a um soldado romano, guardado dia e noite. Da mesma maneira, a «paz de Deus» mantêm-se de guarda nas duas áreas que criam preocupação — o coração (sentimento errado) e a mente (pensamento errado). Quando damos os nossos corações a Cristo para a salvação, experimentamos «paz com Deus» (Rom. 5:1); mas a «paz de Deus» leva-nos um pouco mais perto das Suas bênçãos. Isso não significa ausência de lutas externas. Significa, sim, uma serena confiança interna, independentemente das circunstâncias, das pessoas ou das coisas.
Daniel dá-nos um maravilhoso exemplo de paz por meio da oração. Quando o rei anunciou que nenhum dos seus súbditos deveria orar a alguém, excepto ao rei, Daniel foi para o seu quarto, abriu as janelas e orou como de costume (Dan. 6:1-10). Notemos como Daniel orava. Ele «orava e dava graças diante do seu Deus» (v. 10) e suplicava (v. 11). Oração — súplica — acção de graças! O resultado era paz perfeita no meio da dificuldade! Daniel foi capaz de passar a noite com os leões em perfeita paz, enquanto que o rei, no seu palácio, não conseguiu dormir (v. 18)!
Warren W. Wiersbe



