Seja Alegre LIX
l. Orar correctamente (4:6-7)Paulo não escreve: «Ora por esse assunto!» Ele é suficientemente sábio para não fazer isso. Emprega três palavras diferentes para descrever «orar correctamente»: oração, súplica e acção de graças. «Orar correctamente» envolve estes três aspectos. A palavra oração é o termo genérico para dar a conhecer os nossos pedidos ao Senhor. Contém a ideia de adoração, devoção e culto. Sempre que nos sentimos preocupados, a nossa primeira acção deve ser ficar a sós com Deus e adorá-lO. É isso que é necessário — adoração. Temos de ver a grandeza e a majestade de Deus! Temos de reconhecer que Ele é suficientemente grande para resolver os nossos problemas. Muitas vezes, corremos até à Sua presença e apresentamos-Lhe apressadamente as nossas necessidades, quando devíamos aproximar-nos do Seu trono com calma e profunda reverência. O primeiro passo para «orar correctamente» é adoração.
O segundo passo é súplica, um partilhar sincero das nossas necessidades e problemas. Não há lugar para oração superficial e sem sinceridade! Embora saibamos que não somos ouvidos pelo nosso «muito falar» (Mat. 6:7-8), mesmo assim reconhecemos que o nosso Pai quer que sejamos fervorosos na nossa súplica (Mat. 7:1-11). Foi assim que Jesus orou no Jardim (Hebr. 5:7), e enquanto os Seus discípulos mais íntimos dormiam, Jesus suava grandes gotas de sangue! Súplica não é uma questão de energia carnal, mas de intensidade espiritual (Rom. 15:40; Col. 4:12).
Depois da adoração e da súplica vem a gratidão, dar graças a Deus. (Ver Ef. 5:20; Col. 3:15-17). Certamente, o Pai gosta de ouvir os Seus filhos a dizer «Obrigado!». Quando Jesus curou dez leprosos, só um deles voltou para agradecer (Luc. 17:11-19), e pergunto a mim mesmo se a percentagem será porventura maior nos nossos dias. Somos prontos a pedir, mas lentos a agradecer.
Depois da adoração e da súplica vem a gratidão, dar graças a Deus. (Ver Ef. 5:20; Col. 3:15-17). Certamente, o Pai gosta de ouvir os Seus filhos a dizer «Obrigado!». Quando Jesus curou dez leprosos, só um deles voltou para agradecer (Luc. 17:11-19), e pergunto a mim mesmo se a percentagem será porventura maior nos nossos dias. Somos prontos a pedir, mas lentos a agradecer.
Warren W. Wiersbe



