Seja Alegre LVIII
NÃO PRECISAMOS DE NOS PREOCUPAR(Filipenses 4:1-9)
Se alguém tinha desculpa para se sentir preocupado, esse era o apóstolo Paulo. Os seus queridos irmãos cristãos de Filipos estavam em desacordo uns com os outros e ele não estava lá para os ajudar. Não podemos imaginar o desentendimento que existia entre Evódia e Síntique, mas qualquer que ele fosse, estava a concorrer para a divisão na igreja. Juntamente com essa divisão potencial em Filipos, Paulo tinha de enfrentar as discórdias entre os crentes de Roma (1:14-17). A acrescentar a estes cuidados estava a possibilidade da sua própria morte! Sim, Paulo tinha boas desculpas para ficar preocupado — mas não ficou! Em vez disso, resolve explicar-nos o segredo da vitória sobre a preocupação.
Em que consiste a preocupação? A palavra grega traduzida por «inquietos» (em cuidado), no versículo 6, significa «ser puxado em diferentes direcções». As nossas esperanças puxam-nos numa direcção; os nossos temores puxam-nos na direcção oposta; assim, ficamos rasgados! A antiga raiz inglesa donde vem a palavra «preocupação» significa «estrangular». Se alguma vez o leitor já se sentiu realmente preocupado, sabe que isso estrangula mesmo uma pessoa! De facto, a preocupação tem consequências físicas definidas: dores de cabeça, dores no pescoço, úlceras e mesmo dores nas costas. A preocupação afecta o pensamento, a digestão e mesmo os movimentos.
Do ponto de vista espiritual, a preocupação é um pensamento errado (a mente) e sentimento errado (o coração) a respeito das circunstâncias, das pessoas e das coisas. A preocupação é o maior ladrão da alegria. No entanto, não basta dizermos a nós próprios: «Deixa de te preocupar», porque isso nunca irá apanhar o ladrão. A preocupação é um «trabalho interno» , e é preciso mais do que boas intenções para conseguir a vitória. O antídoto para a preocupação é uma mente segura: «E a paz de Deus... guardará (guarnecerá com tropas, guardará como um soldado) os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus» (v. 7). Quando possuímos a mente segura, a paz de Deus guarda-nos (v. 7) e o Deus de paz guia-nos! (v. 9). Com este tipo de protecção — por que havemos de nos preocupar?
Se de facto queremos vencer a preocupação e experimentar uma mente segura, temos de satisfazer as condições que Deus estabeleceu. São três essas condições: orar correctamente (vs. 6-7), pensar correctamente (v. 8) e viver correctamente (v. 9).
Do ponto de vista espiritual, a preocupação é um pensamento errado (a mente) e sentimento errado (o coração) a respeito das circunstâncias, das pessoas e das coisas. A preocupação é o maior ladrão da alegria. No entanto, não basta dizermos a nós próprios: «Deixa de te preocupar», porque isso nunca irá apanhar o ladrão. A preocupação é um «trabalho interno» , e é preciso mais do que boas intenções para conseguir a vitória. O antídoto para a preocupação é uma mente segura: «E a paz de Deus... guardará (guarnecerá com tropas, guardará como um soldado) os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus» (v. 7). Quando possuímos a mente segura, a paz de Deus guarda-nos (v. 7) e o Deus de paz guia-nos! (v. 9). Com este tipo de protecção — por que havemos de nos preocupar?
Se de facto queremos vencer a preocupação e experimentar uma mente segura, temos de satisfazer as condições que Deus estabeleceu. São três essas condições: orar correctamente (vs. 6-7), pensar correctamente (v. 8) e viver correctamente (v. 9).
Warren W. Wiersbe



