Seja Alegre LVI
4. Nós somos leais à causa do céuA cruz de Jesus Cristo é o tema da Bíblia, o coração do Evangelho e a principal fonte de louvor no céu (Apoc. 5:8-10). A cruz é a prova do amor de Deus pêlos pecadores (Rom. 5:8) e do ódio de Deus pelo pecado. A cruz condena aquilo a que o mundo dá valor. Julga a humanidade e pronuncia o veredicto verdadeiro: Culpado!
Em que sentido é que os judaizantes eram os «inimigos da cruz de Cristo»? Por um lado, a cruz acabou com a religião do Velho Testamento. Quando o véu do templo se rasgou em dois. Deus estava a anunciar que o caminho para Deus estava aberto através de Cristo (Hebr. 10:19-25). Quando Jesus clamou: «Está consumado!». Ele fez um sacrifício pelos pecados e assim terminou com todo o sistema sacrificial (Hebr. 10:1-14). Pela sua morte e ressurreição, Jesus realizou uma «circuncisão espiritual» que tornou desnecessária a circuncisão ritual (Col. 2:10-13). Tudo o que os judaizantes defendiam tinha sido eliminado pela morte de Cristo na cruz!
Além disso, tudo aquilo para que eles viviam foi condenado pela cruz. Jesus tinha derrubado o muro que se erguia entre judeus e gentios (Ef. 2:14-16) e os judaizantes estavam a reconstruir esse muro! Estavam a obedecer às «justificações da carne» (Hebr. 9:10), regulamentos que apelavam à carne mas não eram dirigidos pelo Espírito. Em compensação, o verdadeiro crente crucifica a carne (Gál. 5:24). Crucifica também o mundo (Gál. 6:14). Entretanto, os judaizantes só pensavam nas «coisas terrenas». A cruz é central na vida do crente. Ele não se gloria nos homens, na religião ou nas suas próprias realizações; gloria-se na cruz (Gál. 6:14).
Paulo chora porque conhece o futuro destes homens: «cujo fim é a perdição» (v. 19). Esta palavra contém a ideia de desperdício e «perda». (Em Marcos 14:4 é traduzida por «desperdício»). Judas é chamado o «filho da perdição» e a palavra usada é a mesma (João 17:12). Uma vida desperdiçada e uma eternidade de desperdício! Em compensação, o verdadeiro filho de Deus, que é cidadão dos céus, tem um futuro brilhante.
Além disso, tudo aquilo para que eles viviam foi condenado pela cruz. Jesus tinha derrubado o muro que se erguia entre judeus e gentios (Ef. 2:14-16) e os judaizantes estavam a reconstruir esse muro! Estavam a obedecer às «justificações da carne» (Hebr. 9:10), regulamentos que apelavam à carne mas não eram dirigidos pelo Espírito. Em compensação, o verdadeiro crente crucifica a carne (Gál. 5:24). Crucifica também o mundo (Gál. 6:14). Entretanto, os judaizantes só pensavam nas «coisas terrenas». A cruz é central na vida do crente. Ele não se gloria nos homens, na religião ou nas suas próprias realizações; gloria-se na cruz (Gál. 6:14).
Paulo chora porque conhece o futuro destes homens: «cujo fim é a perdição» (v. 19). Esta palavra contém a ideia de desperdício e «perda». (Em Marcos 14:4 é traduzida por «desperdício»). Judas é chamado o «filho da perdição» e a palavra usada é a mesma (João 17:12). Uma vida desperdiçada e uma eternidade de desperdício! Em compensação, o verdadeiro filho de Deus, que é cidadão dos céus, tem um futuro brilhante.
Warren W. Wiersbe



