Actos Dispensacionalmente Considerados - CAPÍTULO X- ACTOS 6:11-15 (Cont)
A MENSAGEM DE ESTEVÃO PERANTE O SINÉDRIO
A notável mensagem de Estevão perante o sinédrio é digna do exame mais cuidadoso. Por isso nós apresentamos todo o texto juntamente com os nossos comentários, esperando que o leitor tome tempo para o ler, e veja muito mais nele do que o que temos visto ou achado motivo para comentar nestas páginas.
A notável mensagem de Estevão perante o sinédrio é digna do exame mais cuidadoso. Por isso nós apresentamos todo o texto juntamente com os nossos comentários, esperando que o leitor tome tempo para o ler, e veja muito mais nele do que o que temos visto ou achado motivo para comentar nestas páginas.
Esta notável mensagem perante o supremo tribunal de Israel tem sido frequentemente chamada “a defesa de Estevão”. Na realidade, contudo, Estevão provavelmente terá pensado pouco em se defender. Ele estava claramente na ofensiva quando argumentou com os líderes de Israel e mais tarde os culpou do homicídio de Cristo.
Na realidade o Sinédrio podia julgar tanto Estevão quanto um criminoso julgar um homem justo. Realmente, cada vez que o concílio trazia os apóstolos a juízo os acusadores colocavam-se na defensiva quando os apóstolos tributavam-lhes culpas pela morte de Cristo. Assim, no princípio dos Actos quem está realmente em juízo é Israel e não os apóstolos e Estevão.
A mensagem de Estevão, como é aqui apresentada é uma sinopse compreensivelmente notável da história de Israel. Sem dúvida foi designada para revelar 1) que a rejeição de Cristo não era nenhuma prova de que Ele não era o Messias, pois os notáveis heróis de Israel tinham sido aceites a maioria das vezes somente após terem primeiro sido violentamente rejeitados, e 2) que o concerto Mosaico não era uma instituição permanente, pois Abraão gozara uma longa comunhão íntima com Deus antes da lei Mosaica ter sido dada, e o próprio Moisés tinha prometido um outro líder, dizendo acerca dele: “A Ele ouvireis” (Ver. 37).
Com isto em mente voltemo-nos para a mensagem em si.
Na realidade o Sinédrio podia julgar tanto Estevão quanto um criminoso julgar um homem justo. Realmente, cada vez que o concílio trazia os apóstolos a juízo os acusadores colocavam-se na defensiva quando os apóstolos tributavam-lhes culpas pela morte de Cristo. Assim, no princípio dos Actos quem está realmente em juízo é Israel e não os apóstolos e Estevão.
A mensagem de Estevão, como é aqui apresentada é uma sinopse compreensivelmente notável da história de Israel. Sem dúvida foi designada para revelar 1) que a rejeição de Cristo não era nenhuma prova de que Ele não era o Messias, pois os notáveis heróis de Israel tinham sido aceites a maioria das vezes somente após terem primeiro sido violentamente rejeitados, e 2) que o concerto Mosaico não era uma instituição permanente, pois Abraão gozara uma longa comunhão íntima com Deus antes da lei Mosaica ter sido dada, e o próprio Moisés tinha prometido um outro líder, dizendo acerca dele: “A Ele ouvireis” (Ver. 37).
Com isto em mente voltemo-nos para a mensagem em si.



