Actos Dispensacionalmente Considerados - CAPÍTULO VII - ACTOS 4:14-23
A decisão do júri
“E, vendo estar com eles o homem que fora curado, nada tinham que dizer em contrário.
“Todavia, mandando-os sair fora do conselho, conferenciaram entre si,
“Dizendo: Que havemos de fazer a estes homens? Porque a todos os que habitam em Jerusalém é manifesto que, por eles, foi feito um sinal notório, e não o podemos negar:
Mas, para que não se divulgue mais entre o povo, ameacemo-los para que não falem mais nesse nome a homem algum.
“E, chamando-os, disseram-lhes que absolutamente não falassem, nem ensinassem, no nome de Jesus.” - Actos 4:14-18.
Aqui obtemos um outro reflexo da intensa impiedade destes religiosos enganadores para quem o povo de Israel desde há muito olhava para que por eles fosse guiado e conduzido.
Em primeiro lugar todo o procedimento tinha sido irregular. O júri presume ouvir acusações, não presume fazê-las. Porém agora o caso corre pessimamente para eles. Eles são de novo acusados do homicídio de Cristo e avisados de que Ele ressuscitou de entre os mortos. Eles estão convencidos de que os defensores estão a falar verdade. São assim confrontados com a evidência mais clara. Eles admitem-no. Porém estes juízes do Supremo Tribunal de Israel estão determinados em não ser mais embaraçados e não hesitam assim em tentar silenciar o testemunho honesto por meio de ameaças e intimidações. E estão prontos a ir mais longe caso seja necessário.
Assim os líderes religiosos de Israel, os administradores da lei de Deus recusam o testemunho do Espírito e intensificam a sua oposição ao Ungido de Deus, o seu Salvador e Rei.
Quanto aos apóstolos, possuem um peculiar poder espiritual e por isso respondem calmamente aqueles que os trataram tão injustamente.
A RESPOSTA DOS APÓSTOLOS
“Respondendo, porém, Pedro e João, lhes disseram: Julgai vós se é justo, diante de Deus, ouvir-vos antes a vós do que a Deus.
“Porque não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido.” - Actos 4:19-20.
Eis aqui uma profunda coragem. Eles pensaram nisto muito bem antes de o dizerem. Eles dizem-no porque estão conscientes de que têm estado a levar a cabo a comissão do seu Senhor e que Deus está, e continuará a estar, do seu lado. Eles estão prontos, se for necessário, a morrer pela verdade, e não se calarão enquanto Deus lhes der fôlego.
O TRIUNFO DOS APÓSTOLOS
“Mas eles ainda os ameaçaram mais, e, não achando motivo para os castigar, deixaram-nos ir, por causa do povo; porque todos glorificavam a Deus pelo que acontecera,
“Pois tinha mais de quarenta anos o homem em quem se operara aquele milagre de saúde.
“E, soltos eles, foram para os seus, e contaram tudo o que lhes disseram os principais dos sacerdotes e os anciãos.” - Actos 4:21-23.
Não deixamos que o leitor julgue por si quem saiu vencedor neste tribunal. Ao informarem os juízes que tencionam continuar a pregar Cristo e a ressurreição determinadamente, os apóstolos são mandados embora. Os líderes não ousam detê-los mais.
“Dizendo: Que havemos de fazer a estes homens? Porque a todos os que habitam em Jerusalém é manifesto que, por eles, foi feito um sinal notório, e não o podemos negar:
Mas, para que não se divulgue mais entre o povo, ameacemo-los para que não falem mais nesse nome a homem algum.
“E, chamando-os, disseram-lhes que absolutamente não falassem, nem ensinassem, no nome de Jesus.” - Actos 4:14-18.
Aqui obtemos um outro reflexo da intensa impiedade destes religiosos enganadores para quem o povo de Israel desde há muito olhava para que por eles fosse guiado e conduzido.
Em primeiro lugar todo o procedimento tinha sido irregular. O júri presume ouvir acusações, não presume fazê-las. Porém agora o caso corre pessimamente para eles. Eles são de novo acusados do homicídio de Cristo e avisados de que Ele ressuscitou de entre os mortos. Eles estão convencidos de que os defensores estão a falar verdade. São assim confrontados com a evidência mais clara. Eles admitem-no. Porém estes juízes do Supremo Tribunal de Israel estão determinados em não ser mais embaraçados e não hesitam assim em tentar silenciar o testemunho honesto por meio de ameaças e intimidações. E estão prontos a ir mais longe caso seja necessário.
Assim os líderes religiosos de Israel, os administradores da lei de Deus recusam o testemunho do Espírito e intensificam a sua oposição ao Ungido de Deus, o seu Salvador e Rei.
Quanto aos apóstolos, possuem um peculiar poder espiritual e por isso respondem calmamente aqueles que os trataram tão injustamente.
A RESPOSTA DOS APÓSTOLOS
“Respondendo, porém, Pedro e João, lhes disseram: Julgai vós se é justo, diante de Deus, ouvir-vos antes a vós do que a Deus.
“Porque não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido.” - Actos 4:19-20.
Eis aqui uma profunda coragem. Eles pensaram nisto muito bem antes de o dizerem. Eles dizem-no porque estão conscientes de que têm estado a levar a cabo a comissão do seu Senhor e que Deus está, e continuará a estar, do seu lado. Eles estão prontos, se for necessário, a morrer pela verdade, e não se calarão enquanto Deus lhes der fôlego.
O TRIUNFO DOS APÓSTOLOS
“Mas eles ainda os ameaçaram mais, e, não achando motivo para os castigar, deixaram-nos ir, por causa do povo; porque todos glorificavam a Deus pelo que acontecera,
“Pois tinha mais de quarenta anos o homem em quem se operara aquele milagre de saúde.
“E, soltos eles, foram para os seus, e contaram tudo o que lhes disseram os principais dos sacerdotes e os anciãos.” - Actos 4:21-23.
Não deixamos que o leitor julgue por si quem saiu vencedor neste tribunal. Ao informarem os juízes que tencionam continuar a pregar Cristo e a ressurreição determinadamente, os apóstolos são mandados embora. Os líderes não ousam detê-los mais.



