Actos Dispensacionalmente Considerados - CAPÍTULO VII - ACTOS 4:5-7
OS APÓSTOLOS NO JULGAMENTO
“E aconteceu, no dia seguinte, reunirem-se em Jerusalém os seus principais, os anciãos, os escribas,
“E Anás, o sumo sacerdote, e Caifás, e João, e Alexandre, e todos quantos havia da linhagem do sumo sacerdote.
“E, pondo-os no meio, perguntaram: Com que poder ou em nome de quem fizestes isto?” - Actos 4:5-7.
Uma assembleia augusta é aqui descrita. Os membros da classe mais elevada do Sinédrio estão presentes. São mencionadas pelo nome. Não se trata duma sessão ordinária do concílio. Quase que os podemos ver entrar para tomarem os seus lugares. Há neles um ar de dignidade imperial e parecem determinados a não serem derrotados nesta prova.
Contudo, através da sua primeira pergunta, os líderes revelam-se. Eles não estão precisamente a procurar evidências quanto a se Cristo está ou não vivo. Eles opõem-se aos apóstolos pelas mesmas razões que se opuseram a Cristo desde o início. Eles são ciosos do poder que auferem.
O verdadeiro poder espiritual tinha-os abandonado há muito e preocupava-os que Aquele que falava “com autoridade e NÃO como os escribas” tivesse ressuscitado. E a constatação desta autoridade certificada por milagres portentosos enfureceu-os ainda mais.
“E, chegando ao templo, acercaram-se dele, estando já ensinando, os príncipes dos sacerdotes e os anciãos do povo dizendo: COM QUE AUTORIDADE FAZES ISTO? E QUEM TE DEU TAL AUTORIDADE?” (Mat. 21:23).
Imaginem, perguntarem ao Grande Médico que apresentasse o Seu diploma! Suponhamos que alguém se levantava no nosso meio, indo de cidade em cidade, curando instantânea e completamente todos os enfermos apenas pela palavra da sua boca e gratuitamente. Exigiriam as autoridades da parte desse alguém um diploma de médico? Não reconheceriam antes que a pessoa em questão se situava acima de todos os médicos? Não fariam banquetes em sua honra e não erigiriam estátuas em sua memória?
No entanto os líderes tratam os apóstolos do mesmo modo que Cristo. Quem pensam ser esses arrivistas para atraírem as multidões a si, tentando provar pelos seus milagres que Cristo estava vivo? E assim, os apóstolos são trazidos a julgamento sob a acusação de – curarem um homem coxo!
Quão evidente não é os apóstolos, mesmo aparte do seu dom de cura, revelarem ter uma autoridade espiritual, da qual os líderes apóstatas de Israel nada conheciam, e quão claro não é a pouca vontade dos líderes em ceder a outros a sua influência sobre o povo. Eles tinham sido muito claros nesta questão. Eles queriam silenciar os apóstolos por meio da intimidação. O que na realidade eles tinham querido dizer era o seguinte: “Vocês estão a minar a nossa autoridade sobre o povo. Parai ou nós esmagar-vos-emos”.
“E, pondo-os no meio, perguntaram: Com que poder ou em nome de quem fizestes isto?” - Actos 4:5-7.
Uma assembleia augusta é aqui descrita. Os membros da classe mais elevada do Sinédrio estão presentes. São mencionadas pelo nome. Não se trata duma sessão ordinária do concílio. Quase que os podemos ver entrar para tomarem os seus lugares. Há neles um ar de dignidade imperial e parecem determinados a não serem derrotados nesta prova.
Contudo, através da sua primeira pergunta, os líderes revelam-se. Eles não estão precisamente a procurar evidências quanto a se Cristo está ou não vivo. Eles opõem-se aos apóstolos pelas mesmas razões que se opuseram a Cristo desde o início. Eles são ciosos do poder que auferem.
O verdadeiro poder espiritual tinha-os abandonado há muito e preocupava-os que Aquele que falava “com autoridade e NÃO como os escribas” tivesse ressuscitado. E a constatação desta autoridade certificada por milagres portentosos enfureceu-os ainda mais.
“E, chegando ao templo, acercaram-se dele, estando já ensinando, os príncipes dos sacerdotes e os anciãos do povo dizendo: COM QUE AUTORIDADE FAZES ISTO? E QUEM TE DEU TAL AUTORIDADE?” (Mat. 21:23).
Imaginem, perguntarem ao Grande Médico que apresentasse o Seu diploma! Suponhamos que alguém se levantava no nosso meio, indo de cidade em cidade, curando instantânea e completamente todos os enfermos apenas pela palavra da sua boca e gratuitamente. Exigiriam as autoridades da parte desse alguém um diploma de médico? Não reconheceriam antes que a pessoa em questão se situava acima de todos os médicos? Não fariam banquetes em sua honra e não erigiriam estátuas em sua memória?
No entanto os líderes tratam os apóstolos do mesmo modo que Cristo. Quem pensam ser esses arrivistas para atraírem as multidões a si, tentando provar pelos seus milagres que Cristo estava vivo? E assim, os apóstolos são trazidos a julgamento sob a acusação de – curarem um homem coxo!
Quão evidente não é os apóstolos, mesmo aparte do seu dom de cura, revelarem ter uma autoridade espiritual, da qual os líderes apóstatas de Israel nada conheciam, e quão claro não é a pouca vontade dos líderes em ceder a outros a sua influência sobre o povo. Eles tinham sido muito claros nesta questão. Eles queriam silenciar os apóstolos por meio da intimidação. O que na realidade eles tinham querido dizer era o seguinte: “Vocês estão a minar a nossa autoridade sobre o povo. Parai ou nós esmagar-vos-emos”.



