Actos Dispensacionalmente Considerados - CAPÍTULO IV - ACTOS 2:1-3
O ADVENTO DO ESPÍRITO
“E, cumprindo-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar;
“E de repente veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados.
“E foram vistas por eles, línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles.” - Actos 2:1-3.
“E cumprindo-se o dia de Pentecostes.”
“Visto que “Pentecostes” significa simplesmente “cinquenta”, a expressão “cumprindo-se”, pode-se referir ao cumprimento dos cinquenta dias da Festa das Primícias. Contudo, cremos que algo mais está envolvido nesta expressão.
Assim como a ressurreição de Cristo foi o cumprimento da Festa anual das Primícias (I Cor. 15:23) assim também este Pentecostes, precisamente cinquenta dias mais tarde, foi o cumprimento das profecias respeitantes à vinda do Espírito, e o grande antítipo da Festa anual do Pentecostes que até então fora celebrada.
O advento do Espírito nesse dia fora marcado primeiro de tudo, por um som “como de um vento veemente e impetuoso, e por línguas repartidas como que de fogo”, ou melhor, fogo repartido e ardente como labaredas sobre cada um deles.
Esta passagem não deve ser confundida com Mateus 3:11, onde lemos que o Senhor baptizaria “com o Espírito Santo e com fogo”, pois enquanto o baptismo com o Espírito Santo apontava na verdade nesse caso para Pentecostes, o baptismo com fogo referia-se ao juízo vindouro, como os versículos precedente e seguinte comprovam (Ver Mateus 3:10,12).
Essas línguas eram “línguas de fogo”, e o seu aparecimento foi precedido por um repentino som do céu como de um vento veemente e impetuoso.
Certamente que o vento é simbólico do Espírito Santo como o Senhor indicou quando disse:
“O vento assopra onde quer, e ouves a sua voz; não sabes de onde vem, nem para onde vai; assim é todo aquele que é nascido do Espírito” (João 3:8).
Deveria ser notado que enquanto os ventos assopram normalmente numa direcção horizontal, este soou como um vento impetuoso soprando numa direcção vertical do céu enchendo a casa – não o vento, mas o som – e assim aos discípulos foi-lhes dado a saber que o Espírito prometido viera. Mais, isto soou como “um vento veemente e impetuoso”, não como uma brisa suave, e indicava o poder com que o Espírito operaria.
Línguas e fogo aparecem novamente juntos em Tiago 3 onde o apóstolo diz “A língua é um fogo ... é inflamada pelo inferno ... nenhum homem pode domar a língua” e “vede quão grande bosque um pequeno fogo incendeia!” (Tiago 3:5-8).
É verdade que nenhum homem pode domar a língua, mas Deus pode fazê-lo e estava agora disposto a fazê-lo, pois quando estes crentes começaram a falar “em outras línguas”, estavam perfeitamente sob o controlo do Espírito Santo.
As suas línguas foram incendiadas do céu, e quão grande porção aqueles pequenos fogos incendiaram!
“E foram vistas por eles, línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles.” - Actos 2:1-3.
“E cumprindo-se o dia de Pentecostes.”
“Visto que “Pentecostes” significa simplesmente “cinquenta”, a expressão “cumprindo-se”, pode-se referir ao cumprimento dos cinquenta dias da Festa das Primícias. Contudo, cremos que algo mais está envolvido nesta expressão.
Assim como a ressurreição de Cristo foi o cumprimento da Festa anual das Primícias (I Cor. 15:23) assim também este Pentecostes, precisamente cinquenta dias mais tarde, foi o cumprimento das profecias respeitantes à vinda do Espírito, e o grande antítipo da Festa anual do Pentecostes que até então fora celebrada.
O advento do Espírito nesse dia fora marcado primeiro de tudo, por um som “como de um vento veemente e impetuoso, e por línguas repartidas como que de fogo”, ou melhor, fogo repartido e ardente como labaredas sobre cada um deles.
Esta passagem não deve ser confundida com Mateus 3:11, onde lemos que o Senhor baptizaria “com o Espírito Santo e com fogo”, pois enquanto o baptismo com o Espírito Santo apontava na verdade nesse caso para Pentecostes, o baptismo com fogo referia-se ao juízo vindouro, como os versículos precedente e seguinte comprovam (Ver Mateus 3:10,12).
Essas línguas eram “línguas de fogo”, e o seu aparecimento foi precedido por um repentino som do céu como de um vento veemente e impetuoso.
Certamente que o vento é simbólico do Espírito Santo como o Senhor indicou quando disse:
“O vento assopra onde quer, e ouves a sua voz; não sabes de onde vem, nem para onde vai; assim é todo aquele que é nascido do Espírito” (João 3:8).
Deveria ser notado que enquanto os ventos assopram normalmente numa direcção horizontal, este soou como um vento impetuoso soprando numa direcção vertical do céu enchendo a casa – não o vento, mas o som – e assim aos discípulos foi-lhes dado a saber que o Espírito prometido viera. Mais, isto soou como “um vento veemente e impetuoso”, não como uma brisa suave, e indicava o poder com que o Espírito operaria.
Línguas e fogo aparecem novamente juntos em Tiago 3 onde o apóstolo diz “A língua é um fogo ... é inflamada pelo inferno ... nenhum homem pode domar a língua” e “vede quão grande bosque um pequeno fogo incendeia!” (Tiago 3:5-8).
É verdade que nenhum homem pode domar a língua, mas Deus pode fazê-lo e estava agora disposto a fazê-lo, pois quando estes crentes começaram a falar “em outras línguas”, estavam perfeitamente sob o controlo do Espírito Santo.
As suas línguas foram incendiadas do céu, e quão grande porção aqueles pequenos fogos incendiaram!



