Actos Dispensacionalmente Considerados - CAPÍTULO II - ACTOS 1:4,5
O MANDAMENTO DA ESPERA
“E, estando com eles, determinou-lhes que não se ausentassem de Jerusalém mas que esperassem a promessa do Pai, que (disse Ele) de Mim ouvistes. Por que na verdade, João baptizou com água, mas vós sereis baptizados com o Espírito Santo, não muito depois destes dias” - Actos 1:4,5.
O Senhor aqui tinha claramente o programa profético em mente. Segundo a profecia Jerusalém deveria ser a glória de toda a terra. Seria de Jerusalém que a bênção fluiria para as nações. Seria em Jerusalém que Ele reinaria como Filho de David. Na verdade, de acordo com a sua própria promessa, os doze deveriam reinar ali com Ele, assentando-se sobre doze tronos, para julgarem as doze tribos de Israel (Mat. 19:28).
Enquanto Jerusalém, a capital da nação Hebraica, não aceitasse o Messias nunca poderia haver nem paz nem prosperidade mundial. Por isso os apóstolos foram instruídos a começarem o Seu ministério em Jerusalém.
Contudo, eles não deveriam começar o seu ministério imediatamente ali. Primeiro deviam esperar por um baptismo com, ou no, Espírito Santo, em cumprimento da “promessa do Pai”. Isto ocorreria exactamente cinquenta dias depois da ressurreição.
Este baptismo com Espírito Santo não era certamente o baptismo de Judeus e Gentios num corpo. O baptismo num corpo seria efectuado pelo Espírito (I Cor. 12:3), porém isto está associado com “o mistério”, que era então ainda desconhecido.
O baptismo aqui referido seria um baptismo com ou no Espírito, afim de alcançarem poder para realizar milagres.
Também com respeito a este assunto encontramos luz adicional na passagem paralela, no epílogo do Evangelho Segundo Lucas, onde encontramos o Senhor a dizer:
“E eis que sobre vós envio a promessa de Meu Pai: Ficai, porém, na cidade de Jerusalém, até que DO ALTO SEJAIS REVESTIDOS DE PODER” (Luc.24:49, e cf. Actos 1:8).
Para além de se conferir poder para a realização de milagres, este baptismo também os capacitava a viver como representantes dignos do Rei. Presentemente, Paulo exorta-nos a enchermo-nos do Espírito (Ef. 5:18), inferindo essa exortação que hoje este enchimento é uma provisão da graça para ser apropriada pela fé. Não foi assim com os crentes Pentecostais. Eles foram cheios com o Espírito Santo porque foram baptizados com o Espírito, não em resposta à oração ou fé, mas em cumprimento de uma promessa. O Espírito Santo viria e baptizaria os Seus ao mesmo tempo, no mesmo lugar, e para o mesmo propósito predito. O relógio profético não tinha ainda parado de bater. Isso viria, como veio, a acontecer mais tarde.
É patético encontrar homens de Deus procurando provar que a dispensação da graça estava agora a principiar, explicando que os apóstolos foram instruídos a começar em Jerusalém porque era “a cidade mais ímpia da terra” e que no Seu mandamento para esperar o Espírito, o Senhor meramente “lhes disse para não se apressarem; para que não corressem antes de serem enviados”. Tais ensinos de canetas e lábios Fundamentalistas, foram a base para o fanático “de novo a Pentecostes” que eles condenam, e denuncia uma triste ignorância do facto de que Pentecostes está relacionado não com o mistério do Corpo de Cristo mas com a profecia.
É verdade que o mesmo Espírito que veio no cumprimento da profecia está em relação com o mistério revelado por meio de Paulo mas as Suas manifestações e operações na presente dispensação difere em muitos aspectos dos da era Pentecostal. O Espírito que agora baptiza os crentes na morte, sepultura e ressurreição de Cristo, no próprio Cristo e num só Corpo, estava então a empossar ou capacitar os Seus servos para viverem, para falarem por inspiração como profetas e para realizarem milagres.
Enquanto Jerusalém, a capital da nação Hebraica, não aceitasse o Messias nunca poderia haver nem paz nem prosperidade mundial. Por isso os apóstolos foram instruídos a começarem o Seu ministério em Jerusalém.
Contudo, eles não deveriam começar o seu ministério imediatamente ali. Primeiro deviam esperar por um baptismo com, ou no, Espírito Santo, em cumprimento da “promessa do Pai”. Isto ocorreria exactamente cinquenta dias depois da ressurreição.
Este baptismo com Espírito Santo não era certamente o baptismo de Judeus e Gentios num corpo. O baptismo num corpo seria efectuado pelo Espírito (I Cor. 12:3), porém isto está associado com “o mistério”, que era então ainda desconhecido.
O baptismo aqui referido seria um baptismo com ou no Espírito, afim de alcançarem poder para realizar milagres.
Também com respeito a este assunto encontramos luz adicional na passagem paralela, no epílogo do Evangelho Segundo Lucas, onde encontramos o Senhor a dizer:
“E eis que sobre vós envio a promessa de Meu Pai: Ficai, porém, na cidade de Jerusalém, até que DO ALTO SEJAIS REVESTIDOS DE PODER” (Luc.24:49, e cf. Actos 1:8).
Para além de se conferir poder para a realização de milagres, este baptismo também os capacitava a viver como representantes dignos do Rei. Presentemente, Paulo exorta-nos a enchermo-nos do Espírito (Ef. 5:18), inferindo essa exortação que hoje este enchimento é uma provisão da graça para ser apropriada pela fé. Não foi assim com os crentes Pentecostais. Eles foram cheios com o Espírito Santo porque foram baptizados com o Espírito, não em resposta à oração ou fé, mas em cumprimento de uma promessa. O Espírito Santo viria e baptizaria os Seus ao mesmo tempo, no mesmo lugar, e para o mesmo propósito predito. O relógio profético não tinha ainda parado de bater. Isso viria, como veio, a acontecer mais tarde.
É patético encontrar homens de Deus procurando provar que a dispensação da graça estava agora a principiar, explicando que os apóstolos foram instruídos a começar em Jerusalém porque era “a cidade mais ímpia da terra” e que no Seu mandamento para esperar o Espírito, o Senhor meramente “lhes disse para não se apressarem; para que não corressem antes de serem enviados”. Tais ensinos de canetas e lábios Fundamentalistas, foram a base para o fanático “de novo a Pentecostes” que eles condenam, e denuncia uma triste ignorância do facto de que Pentecostes está relacionado não com o mistério do Corpo de Cristo mas com a profecia.
É verdade que o mesmo Espírito que veio no cumprimento da profecia está em relação com o mistério revelado por meio de Paulo mas as Suas manifestações e operações na presente dispensação difere em muitos aspectos dos da era Pentecostal. O Espírito que agora baptiza os crentes na morte, sepultura e ressurreição de Cristo, no próprio Cristo e num só Corpo, estava então a empossar ou capacitar os Seus servos para viverem, para falarem por inspiração como profetas e para realizarem milagres.



