05-06-11 - Fé em Deus é inerente ao ser humano, diz pesquisa

Dois académicos da Universidade de Oxford, Inglaterra, conduziram uma investigação intitulada de “Projecto de Cognição, Religião e Teologia” que concluiu que o pensamento humano está “enraizado” em conceitos religiosos.
O projecto teve o custo recorde de 1,9 milhões de libras esterlinas e envolveu ao todo 57 eruditos, oriundos de 20 países, que leccionam disciplinas como Antropologia, Psicologia e Filosofia. A investigação propunha-se a descobrir se a crença em divindades e na vida depois da morte são conceitos aprendidos ao longo da vida ou são inerentes ao ser humano."
O professor Roger Trigg, um dos diretores do projecto, explica que a nossa tendência natural é “ver um propósito neste mundo… nós procuramos um sentido. Pensamos que existe algo mais, mesmo que não consigamos vê-lo… Tudo isso tende a gerar em nós uma forma religiosa de pensar”.
Para ele, a pesquisa mostrou que religião “não é apenas algo que algumas poucas pessoas fazem ao domingo em vez de ir jogar golfe… Reunimos várias evidências que sugerem que a religião é um aspecto comum da natureza humana, presente em diferentes sociedades. Isto sugere que as tentativas de suprimir a religião tendem a ter vida curta, uma vez que o pensamento humano parece estar enraizado em conceitos religiosos, como a existência de deuses ou agentes sobrenaturais, a possibilidade de vida após a morte, e de algo anterior a essa”.
Muito longe da li, um outro estudo feito na China mostrou que pessoas de diferentes culturas crêem instintivamente que alguma parte da sua mente, alma ou espírito sobrevive de alguma forma após a morte.
O director do projeto, Dr. Justin Barret, do Centro de Antropologia e Mente da Universidade de Oxford, afirma que a fé é um fenómeno que subsiste nas diversas culturas do mundo porque as pessoas que compartilham os laços da religião “são mais propensas a cooperar com a sociedade”.
Ele faz questão de enfatizar que “o projecto não se dispôs a provar que Deus ou deuses existem”. No entanto afirmou também que “a universalidade do sentimento religioso serve ao propósito de Deus. Se existe um Deus, então ele teria nos dado inclinações para procurá-lo”, conclui.
Os eruditos de Oxford acreditam fortemente que a religião não se vai enfraquecer, como muitos especulam.
Para ele, a pesquisa mostrou que religião “não é apenas algo que algumas poucas pessoas fazem ao domingo em vez de ir jogar golfe… Reunimos várias evidências que sugerem que a religião é um aspecto comum da natureza humana, presente em diferentes sociedades. Isto sugere que as tentativas de suprimir a religião tendem a ter vida curta, uma vez que o pensamento humano parece estar enraizado em conceitos religiosos, como a existência de deuses ou agentes sobrenaturais, a possibilidade de vida após a morte, e de algo anterior a essa”.
Muito longe da li, um outro estudo feito na China mostrou que pessoas de diferentes culturas crêem instintivamente que alguma parte da sua mente, alma ou espírito sobrevive de alguma forma após a morte.
O director do projeto, Dr. Justin Barret, do Centro de Antropologia e Mente da Universidade de Oxford, afirma que a fé é um fenómeno que subsiste nas diversas culturas do mundo porque as pessoas que compartilham os laços da religião “são mais propensas a cooperar com a sociedade”.
Ele faz questão de enfatizar que “o projecto não se dispôs a provar que Deus ou deuses existem”. No entanto afirmou também que “a universalidade do sentimento religioso serve ao propósito de Deus. Se existe um Deus, então ele teria nos dado inclinações para procurá-lo”, conclui.
Os eruditos de Oxford acreditam fortemente que a religião não se vai enfraquecer, como muitos especulam.



