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As pessoas em geral têm curiosidade de saber que igreja somos, o nome que temos.

A Bíblia diz: «...o fundamento de Deus fica firme, tendo este selo: O Senhor conhece os que são Seus e, qualquer que PROFERE O NOME DE CRISTO, aparte-se da iniquidade» (2 Tim. 2.19).

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13-03-10 - Nova pesquisa considera as crenças sobre a influência de Deus na vida quotidiana PDF Imprimir e-mail
estatistica8.jpg     "Geralmente, a maioria das pessoas crê que Deus é muito influente nos acontecimentos e desfechos das suas vidas".

     A maioria dos americanos crê que Deus está preocupado com o seu bem-estar pessoal e está directamente envolvido nas suas questões pessoais, de acordo com uma nova pesquisa feita pela universidade de Toronto, Canadá.

    Usando dados de dois recentes inquéritos nacionais Americanos, o professor de Sociologia Scott Schieman examinou as crenças das pessoas sobre o envolvimento e a influência de Deus na vida quotidiana. A sua pesquisa revela novos padrões sobre essas crenças e as formas em que diferem entre níveis de educação e rendimento.

     O estudo de Schieman, publicado na edição de Março da revista Sociology of Religion (Sociologia da Religião), também destaca os seguintes resultados ...

     Geralmente, a maioria das pessoas crê que Deus é muito influente nos acontecimentos e desfechos das suas vidas. Especificamente:

     • 82% dizem que dependem de Deus para ajuda e orientação na tomada de decisões;

     • 71% crêem que quando as coisas boas ou ruins acontecem, essas ocorrências são apenas parte do plano de Deus para elas;

     • 61% crêem que Deus determinou a direcção e curso das suas vidas;

     • 32% concordam com a afirmação: "Não há nenhum sentido em planear muito porque no fim de contas o meu destino está nas mãos de Deus".

     • Em geral, as pessoas que têm maior escolaridade e rendimento são menos tendentes a relatarem uma crença na intervenção divina.

     • No entanto, entre os instruídos e os que ganham mais, os que estão mais envolvidos em actividade religiosa partilham níveis semelhantes de crenças sobre a intervenção divina aos dos menos instruídos e financeiramente menos abastadas.

     Segundo Schieman: "Muitos de nós poderíamos supor que as pessoas de posição de classe social mais elevada tendem a rejeitar crenças sobre a intervenção divina. Contudo, as minhas conclusões indicam que, apesar de isso ser verdade entre os menos comprometidos com a vida religiosa, não é o caso com as pessoas que estão mais comprometidos na participação da actividade religiosa."

     Ele acrescenta: "Este estudo alarga a investigação sociológica às formas de pensar das pessoas de diferentes estratos sociais relativamente à influência de Deus na vida quotidiana. Dada a frequência com que se fala de Deus na cultura americana, especialmente em algumas áreas do discurso político, esta é uma área cada vez mais importante para os investigadores documentarem, descreverem e interpretarem."


NOTA: 

     A incredulidade é independente de títulos académicos e contas bancárias recheadas, ... e a fé também. " ... nada há novo debaixo do sol" (Eclesiastes 1:9). Há muito que se pode saber que "... não são muitos os sábios segundo a carne, nem muitos os poderosos, nem muitos os nobres que são chamados" (1 Cor. 1:26).

     Já creu em Jesus Cristo como seu único e suficiente Salvador?



 

 
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