24-11-09 - Sodoma na capital da América

star_parker.jpg     Numa altura em que o nosso país (EUA) está doente, não surpreende que um dos nossos lugares mais afectados seja a capital da nossa nação.

     A taxa de pobreza de Washington, DC, quase 20 por cento, é uma das mais elevadas na nação. A sua taxa de pobreza infantil é a mais alta da nação.

     O sistema escolar público de Washington, com uma taxa de graduação de menos de 50 por cento, é um dos piores no país.

     De acordo com o gabinete de HIV/SIDA de Washington, três por cento da população local têm HIV ou SIDA. O administrador deste gabinete nota que esta incidência de HIV / SIDA é "... mais elevada do que na África Ocidental ... em paridade com o Uganda e algumas partes do Quénia." E o meio principal de transmissão do HIV continua a ser através da actividade homossexual masculina.

     No meio deste quadro sombrio, a Assembleia Municipal de Washington, que talvez em teoria ache que servir outra taça de vinho é o modo de ajudar um bêbado, tem programada para votar no dia 1 de Dezembro a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo na capital da América.

     A constatação das realidades em Washington, DC, deveria tornar claro porque é que George Washington disse "De todas as disposições e hábitos que conduzem a prosperidade política, a religião e a moralidade são apoios indispensáveis."

     Mas a América que o nosso primeiro presidente tinha em mente era muito diferente da visão dos nossos dirigentes governativos de Washington.

     A América de George Washington era aquela em que o ponto de liberdade consiste em permitir que o Homem se eleve à posição em que ele se pode tornar. Para conseguir isto, o maior desafio que ele enfrenta é conquistar-se a si mesmo. Erguer-se acima dos seus instintos mais básicos, erguer-se acima das muitas tentações que o desviam. E para alcançar este fim, como disse Washington, "a religião e a moralidade são apoios de indispensáveis."

     Na América esquerdista, de que o governo de Washington é uma criança de cartaz, a liberdade significa ser complacente com todo o instinto que a tradição e a religião de George Washington queria que vencêssemos.

     Onde é que isto conduz? 

     Deveria preocupar todo o Americano ver a capital da nossa nação transformar-se oficialmente em Sodoma.

Por Star Parker
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